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Fundo de emergência: mais vale prevenir

25 janeiro 2013 Arquivado

25 janeiro 2013 Arquivado

Em ano de aperto, crie um fundo de maneio para fazer face a imprevistos, mas não o deixe debaixo do colchão. Escolha depósitos a prazo ou Certificados.

Poupar não será uma tarefa fácil neste ano, mas será uma necessidade. Uma das regras essenciais das finanças pessoais é ter sempre um fundo de emergência, ou seja, um montante disponível a qualquer momento para fazer face a imprevistos, como problemas de saúde, arranjos do automóvel, desemprego ou, mesmo, o pagamento de contas com a educação dos seus filhos que não estavam planeadas. Para que não fique com o saldo da conta negativo ou para não ter de recorrer ao cartão de crédito, o melhor é criar o fundo de emergência.

Pode parecer muito, mas recomendamos que guarde nesse fundo um montante equivalente a cinco ou seis salários. É a quantia suficiente para se manter durante um semestre sem trabalhar.

Claro que há outras variáveis a ter em conta, como o valor das despesas. Um indivíduo que não tenha filhos nem crédito à habitação poderá não necessitar de um montante tão elevado como outro que, usufruindo do mesmo salário, tenha esses mesmos encargos. Por isso, tenha como referência o montante necessário para se sustentar durante seis meses. O objetivo não é apenas pôr de lado este montante mas também rentabilizá-lo de forma a não perder poder de compra.

É imprescindível que este dinheiro esteja sempre disponível. Tal não significa que o deva ter em casa, guardado num frasco, numa gaveta ou debaixo dum colchão, porque, com a subida generalizada dos preços, dentro de algum tempo o seu dinheiro valeria bastante menos. Sugerimos Certificados de Aforro e depósitos até um ano.

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