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Depósitos a prazo só compensam se for novo cliente a cada 3 meses

Para conseguir uma taxa líquida de 1,5% num ano com a aplicação em depósitos, mude de banco a cada três meses. Veja a estratégia da PROTESTE INVESTE para fintar a inflação.

27 setembro 2018
contornar inflacao

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As baixas taxas de juro têm provocado uma fuga aos depósitos a prazo. Segundo o Banco de Portugal, havia € 97 mil milhões aplicados nesses produtos no final de 2017, valor semelhante ao dos primeiros meses de 2011. O mesmo não tem acontecido com os montantes das contas à ordem: subiram de € 30 mil milhões (2011) para € 47 mil milhões em finais de 2017. 

Os consumidores têm preferido deixar o dinheiro nas contas à ordem, pois aplicá-lo em depósitos a prazo compensa pouco ou quase nada. Atualmente, um depósito a 12 meses está a render, em média, 0,2 por cento. Os Certificados de Aforro não são alternativa, pois estão indexados à Euribor, que tem apresentado taxas de juro pouco atrativas. 

O que fazer com o dinheiro que fica à ordem? Os especialistas da PROTESTE INVESTE relembram que parte das poupanças deve ir para um fundo de emergência, para fazer face a situações imprevistas. Esse fundo deve ser aplicado em produtos sem risco e rentáveis, embora as opções sejam escassas, pelas razões acima.

A alternativa passa por investir em diferentes depósitos. Primeiro, é preciso escolher bem os bancos. Todos estão a remunerar abaixo da inflação prevista para 2018 - 1,5%, segundo o Banco de Portugal. Um depósito a 1 ano, por exemplo, está a render entre 0 e 0,9% líquidos.

Porém, alguns oferecem taxas acima ou muito próximas da inflação exclusivas, mas são exclusivos para novos clientes. O Best Bank, por exemplo, remunera o depósito para novos clientes a 3 meses com 1,6 por cento. No Banco Big, Banco Privado Atlântico Europa e Banco Carregosa, o mesmo prazo rende 1,44 por cento.

Com algum jogo de cintura, pode obter uma taxa líquida de 1,5% e igualar a inflação anual sem pagar comissões de manutenção da conta. Siga a estratégia da PROTESTE INVESTE.