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São vários os produtos de dívida pública através das quais o Estado se financia. Uns mais dirigidos, na emissão, a investidores institucionais, como os Bilhetes do Tesouro (BT) e as Obrigações do Tesouro (OT); e outros para os particulares, como os Certificados de Aforro (CA) e Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM).

Contudo, ao contrário dos Bilhetes do Tesouro, as Obrigações do Tesouro também podem ser adquiridas por particulares. O investimento em OT não é tão simples como aplicar em Certificados de Aforro, contudo, é mais rentável, especialmente se estivermos a falar de aplicações a longo prazo. Para os investidores particulares existem três opções, apenas os Bilhetes do Tesouro estão fora do seu alcance:

  • os Certificados de Aforro são indicados a quem pretenda investir por prazos curtos (recomendamos até dois anos) ou para fazer entregas regulares de pequenos montantes;
  • os Certificados do Tesouro Poupança Mais para quem pretenda aplicar entre três e cinco anos, sem risco e com rendimento anual crescente (entre 2,75 e 5% brutas);
  • as Obrigações do Tesouro são particularmente interessantes para o longo prazo (mais de cinco anos).

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