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Os investidores estão a regressar lentamente aos Certificados de Aforro. Depois de quase quatro anos de quedas mensais do valor investido nestes instrumentos de dívida pública, o dinheiro volta a entrar nos cofres do Estado. Entre dezembro e fevereiro, as subscrições foram superiores aos resgates, o que conduziu a um aumento de 27,6 milhões de euros no montante aplicado nos Certificados de Aforro.

Muitos investidores fazem bem em regressar aos Certificados de Aforro. Desde setembro, após a revisão governamental da fórmula de cálculo dos juros do produto, que os nossos analistas recomendam a sua subscrição. Numa altura em que, em média, os depósitos a prazo a 12 meses rendem uma taxa líquida de 1,5%, o rendimento líquido anual de 2,3% dos Certificados de Aforro são bem-vindos para satisfazer as necessidades de poupança de baixo risco dos investidores portugueses.

No entanto, é preciso recordar que, após a subscrição, o dinheiro aplicado nos Certificados não pode ser mobilizado nos primeiros 3 meses. Só após a primeira tranche de juros ser adicionada ao capital investido é que os aforradores podem solicitar o reembolso nos balcões dos CTT, a única entidade autorizada a comercializar presencialmente este instrumento financeiro.

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