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Adeus Certificados, olá Obrigações do Tesouro

31 outubro 2012 Arquivado

31 outubro 2012 Arquivado

Com o fim dos Certificados do Tesouro, as Obrigações do Tesouro tornam-se numa opção incontornável para quem quer rentabilizar as poupanças.

Desde que foram lançados, em julho de 2010, até serem suspensos, em setembro passado, que os analistas da Proteste Investe recomendaram os Certificados do Tesouro (CT) a quem queria aplicar a mais de cinco anos e com a garantia de capital. Agora, face ao “reduzido sucesso do produto”, como esclareceu a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, já não é possível subscrever esses Certificados.

As Obrigações do Tesouro (OT), que já eram uma alternativa aos CT para as poupanças de médio e de longo prazo, são agora um caminho incontornável para os investidores que queiram rentabilizar as poupanças. Para um prazo de 5 anos, o rendimento anual líquido ronda 4,4 por cento. A cerca de 10 anos oferecem 6,1 por cento. Estas taxas estão garantidas desde que respeitadas 2 condições: é preciso manter a OT até ao vencimento e assume-se que o Estado irá pagar todos os juros e o reembolso de capital como prometido.

A negociação das OT é feita na bolsa de Lisboa à semelhança das ações nacionais. Por isso, terá de recorrer ao seu banco ou à sua corretora para efetuar a aquisição. Devido aos custos de transação aconselhamos um investimento mínimo de 2500 euros que permite diluir essas comissões.

Consulte a análise completa no portal da PROTESTE INVESTE.


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