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5 perguntas sobre os Certificados do Tesouro Poupança Mais

20 outubro 2014 Arquivado

20 outubro 2014 Arquivado

É a aplicação de capital garantido e risco baixo mais rentável para prazos entre dois e cinco anos. A taxa é crescente e, em termos anuais efetivos, garante 3% líquidos.

O que são os CTPM?
Os Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM) são o mais recente instrumento de dívida pública, destinados à poupança das famílias, apresentando taxa fixa garantida.
Este produto foi lançado a 31 de outubro de 2013, no Dia Mundial da Poupança. A subscrição dos Certificados do Tesouro Poupança Mais pode ser efetuada nos balcões dos CTT, assim como através da Internet por acesso ao AforroNet, no caso de já ser aderente a este serviço disponibilizado pelo IGCP. O mínimo exigido para subscrição é de 1000 euros e o prazo máximo é de cinco anos, não podendo mobilizar durante o primeiro ano.

A quem interessam?
São particularmente interessantes para quem pretenda ter o capital garantido, com um rendimento acima dos depósitos, por um prazo até cinco anos e que não necessite do dinheiro a curto prazo, pois não pode mobilizar nos primeiros 12 meses. Ideal para uma poupança dos filhos, por exemplo, especialmente se prevê que eles podem necessitar do dinheiro dentro de cinco anos. Na maioria das vezes é mais rentável do que os seguros de capitalização.
A PROTESTE INVESTE apenas não recomenda este produto a quem procure uma aplicação para fazer entregas regulares de pequeno montante, pois o montante exigido para cada subscrição é de 1000 euros.

Quanto já foi aplicado?
Desde o lançamento, a 31 de outubro de 2013, até final de agosto de 2014 foram aplicados cerca de 2,4 mil milhões de euros. O primeiro mês foi o que registou maior volume de aplicações (428 milhões de euros). Em Julho e agosto deste ano, os montantes ultrapassaram os 300 milhões em cada mês. Os montantes resgatados são relativamente baixos.

Quanto rendem?
As taxas são anuais e crescentes e não houve quaisquer alterações nas taxas desde o lançamento da aplicação. Em termos brutos, rende 2,75% no primeiro ano, 3,75% no segundo, 4,75% no terceiro e 5% no quarto e quinto ano, sendo que nestes dois últimos poderá ainda acrescer um prémio correspondente a 80% da taxa de crescimento do PIB, se for positivo. O rendimento é pago anualmente na conta à ordem associada, pelo que é necessário facultar um NIB no momento da subscrição. Os juros não são capitalizados, ao contrário do que acontece com os Certificados de Aforro. Assim, ignorando o prémio dos últimos dois anos, a taxa anual efetiva líquida, supondo que mantém durante os cinco anos, é de 3%.

É seguro aplicar na dívida pública?
Nenhum produto é 100% seguro. Nem mesmo os depósitos. Mas nesses existe o Fundo de Garantia dos Depósitos que garante até 100 mil euros por titular em caso de falência do banco. Nos produtos de dívida pública, a garantia é dada pelo Estado português. Mesmo em caso de dificuldades financeiras de um país, existem instituições internacionais que prestam auxílio. E, nessas situações extremas, a dívida pode sofrer restruturações. Por isso, recomendamos que não aplique mais de 25% das suas poupanças em dívida pública. Diversificar é uma forma de minimizar o risco. Saiba quanto pode ganhar com os Certificados do Tesouro no portal PROTESTE INVESTE.

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