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IMI: cinco erros do Fisco que estão a desesperar os portugueses

05 novembro 2013 Arquivado

05 novembro 2013 Arquivado

Quando o Estado se engana e os contribuintes recebem um aviso de pagamento surpresa, de nada serve reclamar. Mesmo em contexto de crise, resta-lhe pagar.

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Quando, em janeiro, a D&D informou os seus leitores das novas regras de pagamento do IMI alertou, desde logo, para a forte probabilidade de virem a surgir problemas com as notas de liquidação. Isto porque a avaliação geral a que estavam sujeitos cerca de 5 milhões de imóveis não foi concluída até dezembro de 2012, como era suposto.

As surpresas desagradáveis começam agora a chegar a casa dos contribuintes, e desde outubro já recebemos cerca de 600 pedidos de ajuda. Em quase todos os casos, nada podem fazer a não ser pagar.

As contas feitas pelo Fisco parecem estar corretas. De qualquer modo, pode utilizar o nosso simulador para confirmar. No caso dos associados que estavam isentos até aqui e pagaram IMI pela primeira vez este ano, a tarefa complica-se, pelo que a única via de obterem o valor patrimonial antigo é dirigirem-se ao serviço de Finanças, preferencialmente da área do imóvel.

Se, por acaso, detetar algum erro nesta última nota, tem até 31 de março de 2014 para fazer uma reclamação graciosa. Mas terá de pagar o imposto até 30 de novembro. Caso não lhe seja dada razão, pode seguir os procedimentos que indicamos para as reclamações de IRS.

Para não ser apanhado desprevenido em 2014, fique desde já a saber quanto vai pagar de IMI.


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