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Declare mais-valias, rendas e investimentos no IRS sem erros

A nova edição do guia IRS para Investidores apoia os contribuintes a declararem corretamente os seus investimentos no IRS e ainda os rendimentos obtidos no estrangeiro.

  • Dossiê técnico
  • Ernesto Pinto e Sónia Covita
  • Texto
  • Ana Santos Gomes
01 abril 2021
  • Dossiê técnico
  • Ernesto Pinto e Sónia Covita
  • Texto
  • Ana Santos Gomes
mãos ao computador numa secretária a preencher documentos

iStock

Depois de um ano muito difícil, em que muitas famílias tiveram de sacrificar poupanças e outras aproveitaram para diversificar investimentos, é hora de prestar contas ao Estado sobre os rendimentos obtidos em 2020. 

Com o prazo de entrega da declaração de IRS a decorrer até 30 de junho, há que declarar casas vendidas, arrendamentos de longa e de curta duração, pensões oriundas do estrangeiro, planos de poupança-reforma resgatados (PPR) e ações que geraram dividendos. Afinal, que quadro tem de preencher? Em que anexo? Com ou sem englobamento? E se houve prejuízos?

A maior parte destas questões é esclarecida na nova edição do guia “IRS para Investidores”, em formato PDF, que disponibilizamos gratuitamente. Só tem de se registar para o obter.

Descarregar o guia IRS para Investidores

IRS para investidores 2021

Além de reunir informação sobre as taxas e sobre o regime de tributação que abrange cada rendimento, o novo guia explica detalhadamente, e de forma clara, como preencher os vários anexos obrigatórios para declarar cada ganho obtido em 2020.

Para os senhorios e proprietários de alojamento local, há informações úteis sobre as novidades fiscais que entraram em vigor este ano e que podem condicionar o valor de imposto a pagar. Já para quem vendeu um imóvel em 2020, há muito a saber sobre o cálculo de mais-valias, tendo em conta eventuais reinvestimentos do dinheiro obtido com a venda.

A edição 2021 do guia dedica ainda um capítulo aos residentes não-habituais, que todos os anos nos contactam com muitas dúvidas sobre a melhor forma de comunicarem à Autoridade Tributária os rendimentos que obtiveram em diferentes países.

Há também realidades recentes, como as aplicações para pagamentos, que obrigam, apenas em alguns casos, a comunicar a existência da conta bancária que suporta as transações. Mas estas dúvidas somam-se às de quem aplicou dinheiro no crowdlending ou às de quem obteve ganhos em criptomoedas. Para todos, há informação útil no novo guia e ainda uma linha telefónica disponível (218 418 743), para prestar esclarecimentos a questões de natureza fiscal.

 

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