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Tranquilidade devolve mil euros por seguro multirriscos-habitação não anulado

08 setembro 2016
cobrança indevida de seguro-multirricos-habitação

08 setembro 2016
Durante 10 anos, a seguradora debitou o valor do seguro multirriscos-habitação de uma casa que Paulo Gomes tinha vendido. O banco onde contratou o empréstimo e os seguros devia ter tratado da anulação.

Quando trocou de casa, o nosso associado Paulo Gomes, de Benavente, precisou de mudar de banco e procurou um crédito à habitação mais vantajoso. Deixou aberta a conta antiga no Novo Banco apenas com dinheiro suficiente para pagar o seguro do carro que mantinha na Tranquilidade, do mesmo grupo. Foi nessa conta que a seguradora tentou debitar um outro valor, referente a um seguro multirriscos-habitação, para o qual não havia saldo suficiente.

Só então Paulo constatou que todos os anos a Tranquilidade lhe debitava o valor do seguro de uma casa que vendera em 2006. Comunicou ao banco a venda da casa, liquidou o empréstimo que tinha contratado para financiar a aquisição e pediu a anulação de todos os seguros associados que estavam subscritos no banco. Mas o seguro multirriscos-habitação continuava a ser debitado da conta.

Quando deu conta da situação, contactou a Tranquilidade, que lhe disse não ter anulado a apólice em 2006 por não ter recebido da sua parte um pedido expresso nesse sentido. Paulo pediu a ajuda do nosso serviço de informação e contactámos a Tranquilidade.

Paulo não deveria ter pago, nos últimos 10 anos, o prémio do seguro de uma casa que já não era sua. Especialmente tendo em conta que pediu, no momento da venda, a anulação da apólice ao banco onde contratou o empréstimo e os seguros.

Nessa altura, o banco serviu como mediador da companhia para vender o seguro, pelo que deveria assumir o mesmo papel na hora de tratar das anulações. A Tranquilidade aceitou os nossos argumentos e devolveu à conta bancária de Paulo € 1 006,65, referentes a todos os prémios de seguro cobrados indevidamente desde 2006.

Se tiver um problema de consumo, apresente a sua queixa na plataforma Reclamar. Além de encontrar casos semelhantes que podem ajudar na resolução da situação, também pode pedir a mediação dos nossos especialistas.