última atualização: 15/06/2021

Venda de energia elétrica à rede - o que é preciso?

Boa tarde.

Gostava de saber o que é necessário adquirir (licenciamento, etc), para ter a minha própria unidade de produção de energia fotovoltaica, um conjunto de painéis destinados exclusivamente à venda.

E se o contrato é negociado diretamente com a empresa elétrica a que irei vender a energia? Com a REN?

Muito obrigado,

João Santos

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106 Comentários

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15/06/2021

Informou-me a EDP há cerca de um mês atrás, que só têm a modalidade de autoconsumo para painéis solares para os clientes particulares.

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22/04/2021

Bom dia
O processo a seguir para a venda de energia excedente de uma UPAC, é o seguinte:

1) Deve antes de mais ter a garantia que o seu atual contador de consumo é bidirecional. Após a submissão da MCP na DGEG a E-Redes irá contacta-lo para essa verificação ou parametrização. Nota: Mesmo que não pretenda vender os excedentes deve optar pela parametrização de modo a poder tirar proveito (do intervalo de 15Min de acumulação de saldos de produção e consumo)

2) Após garantir que tem um contador preparado, recebe um CPE de produção, referente à UPAC
3) Com a informação do CPE de produção contacta um comercializador de energia e informa que pretende vender os excedentes.
4) O comercializador interessado, envia as condições nas quais efetua a compra.
5) O processo termina com a oficialização de um contrato de venda de energia

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13/04/2021

Boa tarde.

Gostava de saber o que é necessário adquirir (licenciamento, etc), para ter a minha própria unidade de produção de energia fotovoltaica, um conjunto de painéis destinados exclusivamente à venda.

E se o contrato é negociado diretamente com a empresa elétrica a que irei vender a energia? Com a REN?

Muito obrigado,
fcorreiapais@gmail.com

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13/04/2021

Gostaria e agradeço a evolução deste assunto, pois produzo e poderei vender o excedente
fcorreiapais@gmail.com

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12/04/2021

Boa tarde
Há uns seis anos, instalei dois painéis fotovoltaicos com capacidade de produção de 500 kw. Aquando da assinatura do contrato para a instalação com uma empresa privada e ainda antes desta sem feita, para meu espanto vieram cá a casa dois funcionários da EDP trocar o contador bi-horário, por isso ainda recente, que após eu ter perguntado a razão da troca, me perguntaram se eu ia instalar painéis para autoconsumo, ai que respondi que sim. Fiquei então a saber que a empresa a quem comprei o sistema de autoconsumo, terá comunicado a alguém que por sua vez comunicou à EDP que eu iria instalar os ditos painéis, e que o contador teria de ser trocado precisamente por esse motivo. A única explicação que me deram. foi que o novo contador estava preparado para fazer a leitura automática, sem ser preciso eu ter de dar a leitura ou ser feita por um funcionário da EDP. Outro dado que me foi dado, foi que eu conseguia ler através de um indicador, se eu estaria a consumir energia da rede, ou se o excesso de produção estaria a ser injectado na rede. Já lá vão seis anos e nunca mais os vi, continuando eu ter de comunicar a leitura porque o contador não o faz.
Aquilo que sei e posso garantir, é que ando a injectar na rede grande parte da produção que não consumo porque o tal indicador em forma de seta, aponta para o lado que indica a rede.
Confesso que desconhecia o facto da produção que é injectada, ser paga ou deduzida na facturação, o que não deixa de ser curioso a EDP não me ter informado desse facto, porque eu não os informei que ia instalar painéis fotovoltaicos e eles bateram-me à porta para trocar o contador. E aqui coloco a questão: Qual o interesse da EDP na urgência na troca do contador mesmo antes da instalação dos painéis ter sido efectuada? Porque não me informaram do benefício a que tinha direito no excesso de produção injectada na rede?
Porque é que quando é para o cidadão pagar, a informação é rápida, mas sendo para receber, a informação perde-se pelo caminho?
Uma vez que, ao fim de seis anos tenho conhecimento do facto através deste site, pergunto como e a quem posso pedir esclarecimento por estar a injectar energia na rede todos estes anos, sem que me tenham informado dos meus direitos.
Quanto à questão do custo dos contadores, aquando da troca do meu contador, não me foi cobrado nada e nem me passava pela cabeça fazê-lo caso me fosse apresentado algum custo. Por regra eu já sou contra o pagamento de qualquer contador, seja ele de luz, gás ou água, porque o contador é um equipamento pertença do operador e que está instalado em casa de cada um para benefício do operador.. Mas como já alguém aqui referiu, estamos em Portugal e aqui acontece de tudo, fenómenos inimagináveis, como na semana passada, num determinado tribunal, onde um determinado juiz absolveu um acusado réu acusado pelo próprio juiz de corrupção. Portugal é uma espécie de Entroncamento, mas em maior escala.
O meu obrigado a quem me possa ajudar a tornar a EDP uma empresa honesta.

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22/04/2021
, Respondeu:

Bom dia,

A instalação da unidade de produção de energia em Autoconsumo (UPAC) tem de ser registada no site da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) pela empresa ou técnico responsável que a executou e após esse registo a E-Redes (antiga EDP) é informada e o contador é trocado por um contador bidirecional e que possibilite o envio dos dados de forma automática.

O contador é trocado para que no caso de haver energia injetada na rede, a mesma não seja contabilizada como consumo.

Sugerimos que contacte a E-Redes, linha de Autoconsumo e peça para verificarem se o seu contador está a enviar as leituras ou se deve ser substituído.

Relativamente à possibilidade de vender o excesso de energia, essa informação consta da legislação em vigor (decreto de lei nº 162/2019) e no caso de desejar avançar com esse processo terá de solicitar a atribuição de um código de ponto de entrega (CPE) de produção e efetuar um contrato com o comercializador de ultimo recurso (CUR) ou por outro comercializador do mercado livre. Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.

Visto que o valor de venda é baixo (0.035€ por KWh ou menos) é preferível que tente utilizar ao máximo a energia produzida sem que a mesma seja injetada na rede.

Contacte a empresa que lhe executou o trabalho e avalie junto dos mesmos a possibilidade de colocar um sistema de monitorização, para que assim possa saber o seu consumo e a produção dos painéis. Com base nesta informação pode perceber em que alturas tem excedente de energia e por exemplo colocar um equipamento a funcionar para aproveitar essa energia.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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09/04/2021

Boa tarde,
Necessito, por favor, de uma opinião.
Para uma vivenda com um consumo médio anual de 3600kWh, será que uma Unidade de produção para autoconsumo (UPAC) de 1,8 kWp (4 paineis de 450w) será a solução ideal?
Não tenho interesse em vender à rede, pois o preço de compra é baixíssimo e creio que não compensa o investimento necessário.

Obrigado.

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14/04/2021
, Respondeu:

Bom dia,
A avaliação do consumo através de faturas não é 100% correta e o ideal seria a colocação de um equipamento de medição no seu quadro elétrico para que assim possa perceber qual a variação do consumo ao longo do dia. No caso de ter corrente trifásica também irá permitir perceber se as fases estão equilibradas.
Com base nesta informação então deve escolher a UPAC que melhor se adequa ao seu perfil de consumo, tendo em conta também as condições para a aplicação dos painéis fotovoltaicos, nomeadamente a área disponível, orientação e inclinação do telhado ou cobertura.
Considerando que o valor anual de consumo é de 3600KWh, teríamos em média 300KWh mensais e 10KWh diários. Se considerarmos a instalação de uma UPAC com 1.8KW, em média irá produzir 7,2KWh dia. Mas não conhecendo o perfil de consumo diário, pode haver excedente e ser injetado na rede.

Pode optar pela colocação de um inversor hibrido (permite upgrade para baterias de Lítio) colocado numa zona técnica e interligado com o quadro elétrico principal (QP). É importante que exista internet junto do inversor e uma tubagem desde o inversor ao quadro elétrico principal (QP) para a colocação de cabo de comunicação. Também deve ser garantido no QP um espaço para o equipamento de medição de consumos, mas algumas marcas utilizam transformadores de intensidade.
Tendo em conta que os inversores híbridos começam com potências de 3KW, implica que terá de ter instalada essa potência em painéis fotovoltaicos ou um pouco menor, mas que seja suficiente para fazer arrancar o inversor.
Numa primeira fase aconselho a que não sejam instaladas as baterias e posteriormente com base na produção versus o consumo pode fazer o “upgrade” à instalação.
Contacte duas ou três empresas da sua zona de residência e solicite uma visita técnica e respetivos orçamentos.
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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28/03/2021

Acabei de instalar 6 paineis fotovoltaicos. Verifico que produz energia a mais e que é perdida na rede. Aínda não contactei a EDP.
Dizem que pagam 3 centimos. E se eu pensar em armazenar em bateria. O que me dizem? Obrigado

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16/03/2021

Bom dia,

Já tenho um contador bidirecional, instalado a cerca de 1 ano e a E-Redes enviou uma carta a indicar que tenho que pagar um contador novo porque o meu não é adequado, o que não corresponde à verdade.
Enviei novo contacto a informar que não era verdade, que o meu contador era um dos que estavam a instalar atualmente e que já era bidirecional.
O Problema é não estar numa zona ainda com capacidade de comunicar com este contador, terá que ser um por GPRS.

A minha duvida é, até por incapacidade da rede, temos que pagar contador novo?

A E-Redes vai cobrar um novo e depois ainda irá utilizar o meu para outro cliente, que até poderá pagar por ele, lucrando por um contador que já estava instalado.

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17/03/2021
, Respondeu:

Olá Hélder, 

Respondendo à sua questão sobre os custos na substituição do contador: de acordo com o site da E-redes (https://www.e-redes.pt/pt-pt/unidades-de-producao-para-autoconsumo "Encargos com os equipamentos de medição"): 

"No caso das instalações Baixa Tensão Normal (BTN), e apenas quando se encontra planeada pelos operadores de rede a instalação na Instalação de Utilização (IU) de um equipamento de medição inteligente, no prazo máximo de 12 meses a contar da data do respetivo pedido de instalação, os operadores das redes são responsáveis pelos encargos associados à aquisição do equipamento de medição no ponto Contagem Consumo/Produção. Se o autoconsumidor quiser antecipar a substituição do referido equipamento, poderá fazê-lo, assumindo os encargos associados à aquisição do equipamento de medição.

Quando não se encontra planeada pelos operadores das redes a instalação na IU de um equipamento de medição inteligente, os autoconsumidores são responsáveis pelos encargos associados à aquisição do equipamento de medição a instalar no ponto de Contagem Consumo/Produção, e caso optem por adquirir o equipamento junto do respetivo operador de rede, aplica-se o preço regulado definido pela ERSE…”

No site, pode encontrar, também, as datas e os locais onde os contadores vão ser substituídos, consultando os Concelhos e Freguesias abrangidos pelo Plano de 2021 e 2022.

Assim, não é necessário qualquer pagamento pela substituição do contador, desde que esteja planeada a substituição do mesmo pela E-Redes num período até 1 ano a partir da data do respetivo pedido de instalação.

Se desejar antecipar a troca do equipamento, a carta que normalmente irá receber da E-Redes apenas apresentará duas opções:

  • Opção 1.1 - A E-Redes procede à troca do contador existente por um contador bidirecional, cujos custos estão definidos na diretiva nº 1/2021 da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e são os seguintes: contadores monofásicos – 79,99€ + IVA e contadores trifásicos – 115,39€ + IVA.

  • Opção 1.2 - Aquisição do equipamento bidirecional junto de outra entidade, de acordo com os requisitos de interoperabilidade aplicáveis aos equipamentos de medição, desde que conste da lista de equipamentos de medição qualificados. A instalação e parametrização deste equipamento será realizada pela E-Redes, sem qualquer custo adicional.

Obrigado, 
Equipa de Energias Renováveis

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29/03/2021
, Respondeu:

Boa tarde ,instalei 20 paneis solares há cerca de 1 ano.
Fiz o registo na devida entidade e paguei a taxa para poder vender o excedente.
De fevereiro a junho de 2020 ,tudo funcionou bem ,recebemos por parte da S.U o valor do excedente de energia(a S.U so paga o excedente de 3 em 3 meses). Eram meses de inverno ,a nossa fatura da Efp comercial reduziu muito ,estávamos nos satisfeitos.
A partir de junho de 2020,comecei a receber faturas com leituras de consumo estimado e não consumo real,faturas essas com valores elevadíssimos!
Entrei em contacto com a Edp comercial que me disse que a culpa eta da edp distribuição, entrei em contacto com essa entidade que atirou as culpas para a edp comercial. Uma vergonha!
Em janeiro deste ano ,recebi uma nota de crédito que supostamente me devve o que paguei a mais de junho a dezembro.
Em fevereiro recebo uma fatura para pagar de 412 €,já fiz reclamações, inclusive no livro online. A resposta por parte da e-redes é que está tudo a funcionar bem agora e que as contagens estão a ser feitas com sucesso.
Acho impossivel depois de ter 20 paneis a produzir ,6 baterias para acumular excedente,pagar contas tão elevadas.
Posso pedir a vistoria ao contador por outra entidade ?
A e redes já enviou um funcionário em Outubro mas via se bem que ele não percebia nada de UPAC,nem sabia que a contagem era feita em periodos de 15min.

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11/03/2021

Acabei de instalar painéis fotovoltaicos para produção de energia para auto consumo sou obrigado a comprar a E-Redes o contador bidirecional?

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12/03/2021
, Respondeu:

gostaria que alguém me responde se a minha pergunta.

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14/03/2021
, Respondeu:

Bom dia,
De acordo com a legislação em vigor, a UPAC tem de ter um equipamento de medida da energia adequado para registo quer da energia consumida como cliente, quer da energia injetada como produtor, em períodos de contagem de 15 minutos.
Após registo da UPAC no site da DGEG, a E-Redes envia-lhe um email informando que tem duas opções:
Opção 1.1 - A E-redes procede à troca do contador existente por um contador bidirecional, cujos custos estão definidos na diretiva nº 1/2021 da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e são os seguintes: contadores monofásicos – 79,99€ + IVA e contadores trifásicos – 115,39€ + IVA.
Opção 1.2 - Aquisição do equipamento bidirecional junto de outra entidade, de acordo com os requisitos de interoperabilidade aplicáveis aos equipamentos de medição, desde que conste da lista de equipamentos de medição qualificados. A instalação e parametrização deste equipamento será realizada pela E-redes, sem qualquer custo adicional.
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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03/03/2021

Boa Tarde
No final do ano passado coloquei um sistema fotovoltaico de 1.5kW, e em certas alturas do dia tenho algum excedente, a minha questão prende-se com o facto de ter recebido na altura uma carta da EDP renováveis a informar que deveria alterar o contador para um bidirecional por um custo de 63€, será que vale a pena gastar estes 63€ alguma vez vou ter o retorno na venda de energia?

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09/03/2021
, Respondeu:

Bom dia,
As unidades de produção em autoconsumo (UPAC) estão sujeitas a um registo no site da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) e tendo em conta que a potência instalada é inferior a 1,5KW apenas é necessária uma Mera Comunicação Prévia (MCP). Após esse registo ser efetuado, a DGEG informa a E-Redes e é feita a troca do contador existente por um contador bidirecional, cujos custos estão definidos na diretiva nº 1/2021 da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e são os seguintes: contadores monofásicos – 79,99€ + IVA e contadores trifásicos – 115,39€ + IVA.
No caso de não efetuar essa troca a energia injetada, pode ser considerada como consumo, pelo que aconselhamos a instalação do referido contador.
Neste momento como sabe que está a injetar energia? Qual o dispositivo que foi instalado?
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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22/02/2021

Sr. Paulo Santos,
E qual o valor do kWh que é creditado no mês seguinte?
É o mesmo valor que paga, 14 ou 15 cêntimos/kWh?
Ou é o valor do mercado energético, 3 ou 4 cêntimos/kWh?
Ainda não vi nenhuma informação sobre este assunto...

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15/02/2021

Hoje falei com alguém da DGEG. Tenho uma instalação feita recentemente ao abrigo do Fundo Ambiental com 3.3kW instalados. Claro que no Verão, durante o dia, terei excedentes. A funcionária da DGEG informou-me que a partir do momento em que tenha o contador bidirecional os kw injetados na rede serão deduzidos na minha fatura (se injetei 10kw por exemplo num mês, terei direito a esses 10 kw no mês seguinte). Isto não se trata de venda de energia mas sim de um conceito Net-Metering que em Portugal não deve interessar a muita gente...
Leia-se a situação, por exemplo, no Brasil:
"Sistema de Compensação de Energia Elétrica, também conhecido pelo termo em inglês net metering, é um procedimento no qual um consumidor de energia elétrica instala pequenos geradores em sua unidade consumidora (como, por exemplo, painéis solares fotovoltaicos e pequenas turbinas eólicas) e a energia gerada é usada para abater o consumo de energia elétrica da unidade. Quando a geração for maior que o consumo, o saldo positivo de energia poderá ser utilizado para abater o consumo em outro posto tarifário ou na fatura do mês subsequente.
As políticas de net metering podem variar de acordo com os países, estados ou cidades.(2) Diferentemente do feed-in tariff (FIT) ou medição por tempo de uso (TOU), o net metering pode ser implementado sem requerer nenhuma medição especial, ou mesmo qualquer acordo ou notificação prévia.(3)
Net metering é uma política destinada a promover o investimento privado em energia renovável."
De salientar que este saldo positivo pode ser acumulado e gasto até um período de 60 meses no Brasil... Mas em Portugal não há kw/kw há sim venda de kw a 0,003€ e compra a ,15€... O que é isto? É assim que pensam motivar os particulares a produzirem a sua própria energia?
O Sr. Secretário de Estado João Galamba fazia um brilharete se aplicasse este sistema em Portugal. Mas claro.... nós só somos Portugal e estamos na Europa!
Espero ansiosamente que esse dia chegue .... Obrigado

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02/05/2021
, Respondeu:

Sr. Paulo Santos

Acho que entendeu mal o que lhe disseram da DGEG, o que acontece é que a sua produção instantânea é deduzida no seu consumo instantâneo, ou seja, se num determinado instante está a gastar 3000 W e está a produzir 2000W só paga os 1000W
se estiver a produzir mais do que o que está a gastar ninguém lhe paga ou devolve nada no mês seguinte.

Eu tenho há 8 meses também uma instalação feita ao abrigo do Fundo Ambiental com contador bidirecional com excedentes diários e nunca me descontaram nada na fatura seguinte.

Resumidamente, o que se passa é que enquanto não lhe for atribuído o famoso "CPE de produção" não pode vender nada e tem de oferecer o excedente para alguma empresa que depois o vende ao seu vizinho do lado com lucro de 100%.

já recebi duas cartas da eredes a dizer que a minha instalação já está preparada para vender o excedente mas o processo esbarra sempre na ativação do CPE de produção que está pendente há mais de 8 meses.

Segundo a eredes o estado em que se encontra a suposta ativação do CPE de Produção pode ser consultado no Portal do Autoconsumo da Direção Geral de Energia, portal esse onde depois não existe nenhuma informação acerca do CPE de produção e ninguém sabe explicar muito bem o que se passa pois a atribuição do suposto CPE de produção fica pendente indeterminadamente.

No site da eredes dá para consultar o excedente de produção diário, ou seja, a eredes sabe perfeitamente a quantidade de excedente que existe no entanto é oferecido não se sabe bem a quem.

O que me parece é que não existe grande interesse em que os excedentes sejam vendidos pois enquanto não trata da burocracia necessária para conseguir vender está a oferecer o excedente.

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05/04/2021
, Respondeu:

Caro Paulo,

A situação que descreve é muito interessante, já que permite o uso total da nossa produção sem recurso a baterias (o excedente injetado é creditado e abate nos consumos em que não há sol).

No entanto ainda não vi nada sobre isto, sem ser aqui este seu post. Pode dar-me mais informação acerca disto? Quem contatar?

Muito obrigado desde já,
Nuno

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24/03/2021
, Respondeu:

gostava de saber se é de facto possivel a situação de ser creditado no mês seguinte o que for injetado na rede, e com quem deve ser feito este acordo. Obrigada

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16/02/2021
, Respondeu:

Eu tambem coloquei paineis fotovoltaicos e queria saber melhor dessa situaçao...entao o que produzires em excedente sera deduzido na proxima fatura e isso?

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03/02/2021

É legal a E-REDES estar a exigir aos detentores de UPA's a instalação de um contador com telecontagem, pago pelo cliente, mesmo para potencias

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03/02/2021

Alguém me sabe dizer porque é que não é visível todo o texto introduzido?

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04/02/2021
, Respondeu:

Olá Marques Silva, 

Agradecemos a sua participação na nossa comunidade. A plataforma esteve em atualização, o que, provavelmente justifica as dificuldades e erros. Vou apagar os duplicados de imediato.   

Obrigado, 
Equipa Energias Renováveis. 

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03/02/2021

Efetivamente esta temática é muito promissora e necessária à sustentabilidade do planeta, mas estão a acontecer muitas coisas estranhas e erradas.
Por exemplo, porque é que a E-REDES ainda a exigir a instalação de contadores de telecontagem, alegando ser obrigatório por lei, a quem tem uma UPAC, mesmo àqueles com potência instalada

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29/01/2021

Boa noite, Alguém me poderá explicar melhor se um particular por ter Autocomsumo perde o direito ao IVA de 13% nos primeiros 100kwh???
Obrigada

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28/01/2021

Boa tarde,
instalei 4 painéis para autoconsumo.
Caso pretenda vender o excedente à rede, é necessário abrir actividade nas finanças?

Atenciosamente,
Hugo Cachucho

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09/02/2021
, Respondeu:

Boa tarde,

Para vender o excedente à rede tem de abrir atividade nas finanças, podendo fazê-lo com o nº 35113 do Código de Atividades Económicas (CAE), ou com o nº 1519 do código de IRS (CIRS).

A energia excedente pode ser comprada pelo comercializador de ultimo recurso (CUR) (www.erse.pt/.../ ou por outro comercializador do mercado livre. Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) (https://acemel.pt/) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.

O seu valor é calculado tendo em consideração a indexação do preço de energia elétrica no mercado diário (OMIE) com uma penalização sobre esse valor. O valor dessa penalização depende da entidade que está a comprar a energia, e pode ser um valor fixo ou um valor indexado ao preço de compra da energia. O valor do preço fixo anda entre os 0,035€/kWh e os 0,039 €/kWh, sendo que o valor indexado pode variar entre 0,005€/kWh e 0,009 €/kWh.

Para que se possa vender o excedente, é necessário: 1) a UPAC tem de estar registada na DGEG, 2) ter contador bidirecional, 3) ter um CPE (código de ponto de entrega) de produção à semelhança do seu CPE de consumo e 4) contrato de venda de energia.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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15/01/2021

Bom dia
Acabei de instalar painéis fotovoltaicos. Para além do consumo próprio poderei vender o excesso?

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15/01/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. António Ramalho,

Ao abrigo do decreto de lei nº 162/2019, pretende-se que a produção de energia por painéis fotovoltaicos seja para autoconsumo e não para venda de energia à rede, como era anteriormente no caso das Microgerações.
O objetivo é que a energia produzida seja totalmente consumida e não injetada na rede. Por este motivo é extremamente importante que antes da instalação da UPAC (Unidade de produção em Autoconsumo) se analisem os consumos elétricos e a sua variação ao longo do dia e posteriormente se ajuste a produção de energia a esses valores.
No caso de existir energia excedente, a mesma pode ser injetada na rede e comprada pelo comercializador de ultimo recurso (CUR) https://www.erse.pt/eletricidade/funcionamento/comercializacao/#comercializadores-de-ultimo-recurso-(cur) ou por outro comercializador do mercado livre. Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.
O seu valor é calculado tendo em consideração a indexação do preço de energia elétrica no mercado diário (OMIE) com uma penalização sobre esse valor. O valor dessa penalização depende da entidade que está a comprar a energia, e pode ser um valor fixo ou um valor indexado ao preço de compra da energia. O valor do preço fixo anda entre os 0,035€/kWh e os 0,039 €/kWh, sendo que o valor indexado pode variar entre 0,005€/kWh e 0,009 €/kWh.
Para que se possa vender o excedente, é necessário: 1) a UPAC tem de estar registada na DGEG, 2) ter contador bidirecional, 3) ter um CPE (código de ponto de entrega) de produção à semelhança do seu CPE de consumo e 4) contrato de venda de energia.
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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10/06/2021
, Respondeu:

A sua resposta foi muito esclarecedora. Pelo que diz, se os habitantes da casa estiverem fora durante o dia, só com o frigorifico a consumir, não se justifica a aquisição de paineis?
Para a venda do excedente à rede é necessário uma capacidade de produção de energia mínima?
Obrigada

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03/12/2020

Boa tarde!
Eu gostaria de saber se eu que já tenho mcp e contar bidirecional e estou a comubnicar com a rede
o que necessito de fazer para vender o excedente e como é que consigo ver o que tenho de excedente

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19/10/2020

Não entendo que tenha de enviar para a rede o excedente produzido em auto consumo. Qual a legislação que preconiza este procedimento? No meu modesto entender em autoconsumo toda a energia produzida deveria ser abatida na fatura do fornecedor(EDP)

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19/10/2020
, Respondeu:

Concordo plenamente. É também o meu caso. Tenho SEIS paineis em auto consumo e a EDP está a vender (lucrar) aquilo que lhe forneço de BORLA. É só ganhar. O meu excesso de produção, no mínimo, devia ser abatido na minha factura mensal. Mesmo a um preço menor ao que a EDP cobra aos seus consumidores. Já agora, também gostava de conhecer a LEGISLAÇÃO que protege e favorece, neste capítulo, a EDP. Recebe grátis e e vende o " produto " dos outros.

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21/10/2020
, Respondeu:

Boa tarde,

Ao abrigo do decreto de lei nº 162/2019, pretende-se que a produção de energia por painéis fotovoltaicos seja para autoconsumo e não para venda de energia à rede, como era anteriormente no caso das Microgerações.

O objetivo é que a energia produzida seja totalmente consumida e não injetada na rede. Por este motivo é extremamente importante que antes da instalação da UPAC (Unidade de produção em Autoconsumo) se analisem os consumos elétricos e a sua variação ao longo do dia e posteriormente se ajuste a produção de energia a esses valores.

No caso de existir energia excedente, a mesma pode ser injetada na rede e comprada pelo comercializador de ultimo recurso (CUR) que neste caso é a EDP Distribuição ou por outro comercializador do mercado livre. Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.

O seu valor é calculado tendo em consideração a indexação do preço de energia elétrica no mercado diário (OMIE) com uma penalização sobre esse valor. O valor dessa penalização depende da entidade que está a comprar a energia, e pode ser um valor fixo ou um valor indexado ao preço de compra da energia. O valor do preço fixo anda entre os 0,035€/kWh e os 0,039 €/kWh, sendo que o valor indexado pode variar entre 0,005€/kWh e 0,009 €/kWh.

Para que se possa vender o excedente, é necessário: 1) a UPAC tem de estar registada na DGEG, 2) ter contador bidirecional, 3) ter um CPE (código de ponto de entrega) de produção à semelhança do seu CPE de consumo e 4) contrato de venda de energia.

No caso de uma UPAC já instalada, e para que se possa decidir o que fazer, ou seja vender a energia excedente ou acumular em baterias, temos de saber quais foram os equipamentos instalados (painéis e inversor/microinversores), sua potência e saber qual a energia produzida que não é consumida.

Sendo assim, solicitamos o envio dessa informação para que possamos auxiliar na decisão final com vista ao retorno mais rápido do investimento já realizado.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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24/10/2020
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O contrato que tem é com EDP Comercial. A rede é REN. Se tiver certificada/registada a sua instalação na DGEG, será atribuído um CPE de produção que pode usar para contratar com uma comercializadora a venda do excedente. Não precisa de ser com a EDP.

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05/01/2021
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Caro Gaspar, só cede o excedente à EDP se quiser, pois eu também tenho uma UPAC com 5 paineis fotovoltaicos monocristalinos mas a empresa que me instalou bloqueou a descarga do excedente, a meu pedido, para que a mesma não fosse parar à EDP de borla.
quando a EDP ou outro comercializador quiser pagar valores decentes, então eu vendo.
Só para que se tenha uma ideia, estão a comprar a 2 e 3 cêntimos o KW e a vender, por exemplo, nas estações de carregamentos rápidos para automóveis elétricos a 35, 40 e 45 cêntimos o kw.
É ou não é um roubo? - Sim, porque toda a produção que compram aos particulares é a que injetam nas estações de carregamentos auto e não nas nossas casas, pois aí está tabelado e não podem ultrapassar valores entre os 9 e os 19 cêntimos o kw.

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15/01/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. Luís Monteiro,

Ao abrigo do decreto de lei nº 162/2019, pretende-se que a produção de energia por painéis fotovoltaicos seja para autoconsumo e não para venda de energia à rede, como era anteriormente no caso das Microgerações.
O objetivo é que a energia produzida seja totalmente consumida e não injetada na rede. Por este motivo é extremamente importante que antes da instalação da UPAC (Unidade de produção em Autoconsumo) se analisem os consumos elétricos e a sua variação ao longo do dia e posteriormente se ajuste a produção de energia a esses valores.
No caso de existir energia excedente, a mesma pode ser injetada na rede e comprada pelo comercializador de ultimo recurso (CUR) https://www.erse.pt/eletricidade/funcionamento/comercializacao/#comercializadores-de-ultimo-recurso-(cur) ou por outro comercializador do mercado livre. Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.
O seu valor é calculado tendo em consideração a indexação do preço de energia elétrica no mercado diário (OMIE) com uma penalização sobre esse valor. O valor dessa penalização depende da entidade que está a comprar a energia, e pode ser um valor fixo ou um valor indexado ao preço de compra da energia. O valor do preço fixo anda entre os 0,035€/kWh e os 0,039 €/kWh, sendo que o valor indexado pode variar entre 0,005€/kWh e 0,009 €/kWh.
Para que se possa vender o excedente, é necessário: 1) a UPAC tem de estar registada na DGEG, 2) ter contador bidirecional, 3) ter um CPE (código de ponto de entrega) de produção à semelhança do seu CPE de consumo e 4) contrato de venda de energia.
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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15/01/2021
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Boa tarde Sr. Luis, importa-se de me dizer qual foi a empresa que lhe fez a instalação! De forma a evitar publicidade envie a resposta para o meu email. Agradecido!(lino.conde@agr-afonso3.net)

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14/02/2021
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Caro Luís Monteiro
Pode "explicar-me" sff como "conseguiu" (como se consegue) bloquear a injecção de energia na rede?
Obrigado

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14/02/2021
, Respondeu:

Caro Pedro Pampulha
Sff, pode explicar-me se com painéis a produzir mas sem o contador bi-direccional se a produção "conta" como "consumo"?

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15/02/2021
, Respondeu:

Viva Pedro. Hoje falei com alguém da DGEG. Tenho uma instalação feita recentemente ao abrigo do Fundo Ambiental com 3.3kW instalados. Claro que no Verão, durante o dia, terei excedentes. A funcionária da DGEG informou-me que a partir do momento em que tenha o contador bidirecional os kw injetados na rede serão deduzidos na minha fatura (se injetei 10kw por exemplo num mês, terei direito a esses 10 kw no mês seguinte). Isto não se trata de venda de energia mas sim de um conceito Net-Metering que em Portugal não deve interessar a muita gente...
Leia-se a situação, por exemplo, no Brasil:
"Sistema de Compensação de Energia Elétrica, também conhecido pelo termo em inglês net metering, é um procedimento no qual um consumidor de energia elétrica instala pequenos geradores em sua unidade consumidora (como, por exemplo, painéis solares fotovoltaicos e pequenas turbinas eólicas) e a energia gerada é usada para abater o consumo de energia elétrica da unidade. Quando a geração for maior que o consumo, o saldo positivo de energia poderá ser utilizado para abater o consumo em outro posto tarifário ou na fatura do mês subsequente.
As políticas de net metering podem variar de acordo com os países, estados ou cidades.(2) Diferentemente do feed-in tariff (FIT) ou medição por tempo de uso (TOU), o net metering pode ser implementado sem requerer nenhuma medição especial, ou mesmo qualquer acordo ou notificação prévia.(3)
Net metering é uma política destinada a promover o investimento privado em energia renovável."
De salientar que este saldo positivo pode ser acumulado e gasto até um período de 60 meses no Brasil... Mas em Portugal não há kw/kw há sim venda de kw a 0,003€ e compra a ,15€... O que é isto? É assim que pensam motivar os particulares a produzirem a sua própria energia?
O Sr. Secretário de Estado João Galamba fazia um brilharete se aplicasse este sistema em Portugal. Mas claro.... nós só somos Portugal e estamos na Europa!
Espero ansiosamente que esse dia chegue .... Obrigado

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05/06/2021
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Boa tarde Sr. Luis, importa-se de me dizer qual foi a empresa que lhe fez a instalação! De forma a evitar publicidade envie a resposta para o meu email. Agradecido!
rsms.ar@gmail.com

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