última atualização: 14/10/2021

Venda de energia elétrica à rede - o que é preciso?

Boa tarde.

Gostava de saber o que é necessário adquirir (licenciamento, etc), para ter a minha própria unidade de produção de energia fotovoltaica, um conjunto de painéis destinados exclusivamente à venda.

E se o contrato é negociado diretamente com a empresa elétrica a que irei vender a energia? Com a REN?

Muito obrigado,

João Santos

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130 Comentários

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13/10/2021

Boa noite,
para venda do excedente de uma instalação de 2,7 Kwh foi-me indicado da obrigatoriedade de abrir atividade na AT.
Alguém sabe se ao iniciar actividade para venda do excedente e na eventualidade de ficar desempregado isso possa implicar o não direito a subsidio de desemprego?

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14/10/2021
, Respondeu:

Bom dia ,nos vendemos a S.u o exedente da produção e não abrimos atividade na AT.
Só pagamos a licença a Direção das energias

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28/08/2021

Bom dia Sr. Pedro Pampulha, agradeço a sua resposta/aconselhamento!

Instalei também medidor da marca Huawei e acompanho a produção/consumo, estou a ter excedente superior a 10-15Kwh por dia. Também já pesquisei preços das baterias recondicionadas de carros elétricos, as quais ainda não têm preço atrativo para o consumo que eu tenho, talvez num futuro próximo o investimento justifique.

Já questionei a Huawei se o meu inversor tem essa funcionalidade, de atuar uma carga externa, disseram que ainda não, que talvez num futuro próximo.

Não estou muito inclinado para a venda do excedente, pois os preços que estão a praticar são uma vergonha.

Posto isto, tenho pesquisado muito sobre esta matéria, estou muito inclinado para os sistemas/equipamentos que fazem a gestão da produção excedente e a desviam para por exemplo um termoacumulador, como as resistências podem trabalhar com potências variáveis, se o excedente forem 100W é o envia, se forem 1000W é o que será enviado, etc.

Pelo que pesquisei em Portugal ainda estão pouco divulgados estes equipamentos, ainda não descobri quem comercialize cá, no Reino Unido e noutros países já existem há alguns anos, peço por favor se tem conhecimento de alguma marca ou empresa que comercialize equipamentos deste género em Portugal, mandar vir do estrangeiro podem ser complicadas as garantias ou devoluções, etc.

Obrigado!

Atenciosamente com os meus cumprimentos,

Pedro Letras









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03/09/2021
, Respondeu:

Boa tarde Sr. Pedro,

Tendo em conta que tem uma instalação com 8 painéis de 455W, a sua produção média anual por dia será de aproximadamente 14,560KWh. Visto que nesta fase, não vai colocar baterias, proponho que faça um contrato de venda da energia excedente injetada na rede elétrica, para que assim consiga obter um retorno do investimento de forma mais rápida. Se por exemplo injetar 10KWh dia, a um valor fixo de venda de 4,5centimos irá conseguir anualmente um valor de 162€, que não é muito, mas irá ajudar na redução do custo de manutenção do sistema instalado. Relativamente aos sistemas que fazem a gestão da energia excedente pode ver a marca “Shelly” que tem representação em Portugal. Neste momento não lhe podemos aconselhar um modelo especifico, pois estamos a analisar as diversas soluções que esta marca possui e assim que obtivermos mais informações partilharemos consigo.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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04/09/2021
, Respondeu:

Bom dia,

Agradeço a atenção, vou analisar também e se o Sr. obtiver mais informações aguardo então a partilha. Obrigado...

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28/08/2021

Temos instalados 5 paineis fotovoltaicos que, no verão produzem mais energia do que a que consumimos e de acordo com o D. Lei 162/2019 só pode ser aproveitada a energia produzida em excesso, nos 15 minutos seguintes, caso não seja consumida é perdida para a rede.
Porque é que o d. lei fixa um período tão reduzido? porque é que não fixou um período de 24 horas ou maior, por exemplo 1 mês? que seria muito mais justo para o produtor e evitava estar a fornecer energia grátis à rede.
Com a adesão à mobilidade elétrica, fazendo carregamentos domésticos durante a noite o período de 24 horas ou mensal permitiria o aproveitamento de toda a energia produzida.
O que é que o Estado Português pretende nesta matéria? como está não é, certamente, um sistema justo para os produtores domésticos.

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25/08/2021

Boa noite,
Tenho uma UPAC instalada e devidamente registada.
Já tenho o contador bidirecional, e para o processo ficar concluído só falta estabelecer o contracto para venda da energia excedente.
Acontece que a EDP exige para celebração do contracto, que eu faça o inicio de atividade nas finanças.
Gostaria de saber se por lei sou obrigado a fazer o inicio de atividade.
Se sim, qual o *** da atividade.
E se as outras distribuidoras exigem o mesmo.
Obrigado.

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26/08/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. Waldemar,

Visto que irá fazer uma venda, existe a necessidade de abrir atividade nas finanças, registando o valor que recebeu em cada ano. Pode utilizar o código nº 35113 do código de atividades económicas (CAE) ou o código nº 1519 do código do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (CIRS).

Relativamente ao IVA aconselhamos a leitura do ponto nº 5, do artigo 12º do Decreto Lei nº 363/2007. Em muitos casos o IVA é em autoliquidação, ou seja a empresa que lhe está a comprar a energia faz o acerto do IVA com o estado.

Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.

Caso seja possível indique que tipo de equipamentos tem instalado e se está a acompanhar a produção versus o consumo de energia da sua casa.

 

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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24/08/2021

Quando existe excesso de produção e o contador não seja bidirecional que ocorre? Existe o perigo de esse excesso ser contabilizado como consumo? Como se processa a alteração do contador e como funciona essa contabilidade?
Obrigados

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11/08/2021

Boa tarde a todos,

Instalei 8 placas de 455w da JA solar com 3640w total de potência com inversor híbrido de 4kw da huawei no mês passado de julho.
Estou a ter algum excedente de produção, estou a ponderar pôr armazenamento. Como o preço das baterias ainda está muito alto, pelo que pesquisei parece ser uma alternativa viável adquirir baterias recondicionadas de carros elétricos, as quais para uso estacionário com cerca de 70% da sua capacidade ainda estão muito capazes de apoiar uma solução deste tipo.
Peço por favor feedback de alguém que tenha algo igual ou conhecimento desta alternativa.

Outra alternativa é a venda desse excedente, podem-me informar se com a abertura de atividade nas finanças irei pagar alguma coisa de imposto, estamos a falar de valores de venda descabidos, se ainda tiver de pagar imposto sobre eles mais vale realmente dá-la de borla não sei bem a quem!!!

Agradeço toda a informação que puderem disponibilizar!!!

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18/08/2021
, Respondeu:

Boa tarde Sr. Pedro,

Atualmente a marca do seu inversor já dispõe de baterias próprias, tendo unidades de 5KWh, podendo ser conectadas até 30KWh. A utilização de outro tipo de baterias não autorizadas pela marca, pode comprometer a garantia do inversor e por isso é preciso ter algum cuidado com este tipo de ligações.

Para uma solução com baterias tem de ter instalado um medidor de consumos. Este equipamento foi colocado? Está a acompanhar a instalação através do site da marca?

É importante que verifique qual a quantidade de energia excedente que está a ser produzida e se essa quantidade justifica o investimento nas baterias. Alguns inversores permitem fazer atuar uma carga, por exemplo bomba de calor, bomba da piscina ou outro equipamento quando existe excesso de produção. Esta pode ser também uma solução para uma melhor utilização da energia excedente.

Para a venda de energia, tem de já ter um CPE de produção e pode posteriormente fazer contrato com os comercializadores que atualmente estão a comprar a energia excedente proveniente das UPAC`S.

É difícil informar se irá pagar imposto, pois irá depender também dos seus outros rendimentos e despesas.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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24/08/2021
, Respondeu:

CPE de produção é necessário para pequenos excessos de produção, na venda claro

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24/08/2021
, Respondeu:

Comentário anterior pretendia colocar como pergunta. Obg

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26/08/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. César,
Sim. o CPE de produção só é necessário caso exista necessidade de vender o excedente de energia produzido pela UPAC.
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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28/08/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. Pedro Pampulha, agradeço a sua resposta/aconselhamento!



Instalei também medidor da marca Huawei e acompanho a produção/consumo, estou a ter excedente superior a 10-15Kwh por dia. Também já pesquisei preços das baterias recondicionadas de carros elétricos, as quais ainda não têm preço atrativo para o consumo que eu tenho, talvez num futuro próximo o investimento justifique.

Já questionei a Huawei se o meu inversor tem essa funcionalidade, de atuar uma carga externa, disseram que ainda não, que talvez num futuro próximo.

Não estou muito inclinado para a venda do excedente, pois os preços que estão a praticar são uma vergonha.

Posto isto, tenho pesquisado muito sobre esta matéria, estou muito inclinado para os sistemas/equipamentos que fazem a gestão da produção excedente e a desviam para por exemplo um termoacumulador, como as resistências podem trabalhar com potências variáveis, se o excedente forem 100W é o envia, se forem 1000W é o que será enviado, etc.

Pelo que pesquisei em Portugal ainda estão pouco divulgados estes equipamentos, ainda não descobri quem comercialize cá, no Reino Unido e noutros países já existem há alguns anos, peço por favor se tem conhecimento de alguma marca ou empresa que comercialize equipamentos deste género em Portugal, mandar vir do estrangeiro podem ser complicadas as garantias ou devoluções, etc.

Obrigado!

Atenciosamente com os meus cumprimentos,

Pedro Letras





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02/10/2021
, Respondeu:

Caro Pedro,
Gosto da solução que comenta sobre os excedentes de produção assim,se tiver novidades favor partilhar.
A venda não valido pelas burocracias adjacentes, próprias de pais do terceiro mundo.
Obg

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04/10/2021
, Respondeu:

Bom dia,
No seguimento da sua mensagem e no caso de já possuir um contador inteligente, aconselho a que solicite a ativação da porta HAN do seu equipamento. Para proceder a essa ativação consulte: www.e-redes.pt/.../acesso-porta-serie-de-comunicacao.
Após essa ativação pode ligar um equipamento de medição, e conseguir visualizar a informação que é disponibilizada pelo seu contador, nomeadamente os consumos elétricos e a energia injetada na rede. Um dos utilizadores da nossa comunidade sugeriu o equipamento da marca eot (www.eot.pt) que é comercializado em Portugal.
A aplicação “Home Assistant” consegue ser interligada a este equipamento e a partir desta consegue fazer a ativação de cargas, caso esteja a ter energia excedente injetada na rede.
Caso opte por esta solução partilhe com a comunidade a sua experiência.
Obrigado
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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11/08/2021

Boa tarde a todos,

Instalei 8 placas de 455w da JA solar com 3640w total de potência com inversor híbrido de 4kw da huawei no mês passado de julho.
Estou a ter algum excedente de produção, estou a ponderar pôr armazenamento. Como o preço das baterias ainda está muito alto, pelo que pesquisei parece ser uma alternativa viável adquirir baterias recondicionadas de carros elétricos, as quais para uso estacionário com cerca de 70% da sua capacidade ainda estão muito capazes de apoiar uma solução deste tipo.
Peço por favor feedback de alguém que tenha algo igual ou conhecimento desta alternativa.

Outra alternativa é a venda desse excedente, podem-me informar se com a abertura de atividade nas finanças irei pagar alguma coisa de imposto, estamos a falar de valores de venda descabidos, se ainda tiver de pagar imposto sobre eles mais vale realmente dá-la de borla não sei bem a quem!!!

Agradeço toda a informação que puderem disponibilizar!!!

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15/06/2021

Informou-me a EDP há cerca de um mês atrás, que só têm a modalidade de autoconsumo para painéis solares para os clientes particulares.

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19/07/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. Francisco Neves,

No site da empresa a que se refere tem a possibilidade que pretende. Pode ver em: https://www.edp.pt/empresas/servicos/energia-solar/

Aconselho a leitura do seguinte artigo: https://www.deco.proteste.pt/casa-energia/energias-renovaveis/noticias/como-avaliar-escolher-sistema-fotovoltaico-autoconsumo

Alguma duvida adicional disponha.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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22/04/2021

Bom dia
O processo a seguir para a venda de energia excedente de uma UPAC, é o seguinte:

1) Deve antes de mais ter a garantia que o seu atual contador de consumo é bidirecional. Após a submissão da MCP na DGEG a E-Redes irá contacta-lo para essa verificação ou parametrização. Nota: Mesmo que não pretenda vender os excedentes deve optar pela parametrização de modo a poder tirar proveito (do intervalo de 15Min de acumulação de saldos de produção e consumo)

2) Após garantir que tem um contador preparado, recebe um CPE de produção, referente à UPAC
3) Com a informação do CPE de produção contacta um comercializador de energia e informa que pretende vender os excedentes.
4) O comercializador interessado, envia as condições nas quais efetua a compra.
5) O processo termina com a oficialização de um contrato de venda de energia

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13/04/2021

Boa tarde.

Gostava de saber o que é necessário adquirir (licenciamento, etc), para ter a minha própria unidade de produção de energia fotovoltaica, um conjunto de painéis destinados exclusivamente à venda.

E se o contrato é negociado diretamente com a empresa elétrica a que irei vender a energia? Com a REN?

Muito obrigado,
fcorreiapais@gmail.com

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13/04/2021

Gostaria e agradeço a evolução deste assunto, pois produzo e poderei vender o excedente
fcorreiapais@gmail.com

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12/04/2021

Boa tarde
Há uns seis anos, instalei dois painéis fotovoltaicos com capacidade de produção de 500 kw. Aquando da assinatura do contrato para a instalação com uma empresa privada e ainda antes desta sem feita, para meu espanto vieram cá a casa dois funcionários da EDP trocar o contador bi-horário, por isso ainda recente, que após eu ter perguntado a razão da troca, me perguntaram se eu ia instalar painéis para autoconsumo, ai que respondi que sim. Fiquei então a saber que a empresa a quem comprei o sistema de autoconsumo, terá comunicado a alguém que por sua vez comunicou à EDP que eu iria instalar os ditos painéis, e que o contador teria de ser trocado precisamente por esse motivo. A única explicação que me deram. foi que o novo contador estava preparado para fazer a leitura automática, sem ser preciso eu ter de dar a leitura ou ser feita por um funcionário da EDP. Outro dado que me foi dado, foi que eu conseguia ler através de um indicador, se eu estaria a consumir energia da rede, ou se o excesso de produção estaria a ser injectado na rede. Já lá vão seis anos e nunca mais os vi, continuando eu ter de comunicar a leitura porque o contador não o faz.
Aquilo que sei e posso garantir, é que ando a injectar na rede grande parte da produção que não consumo porque o tal indicador em forma de seta, aponta para o lado que indica a rede.
Confesso que desconhecia o facto da produção que é injectada, ser paga ou deduzida na facturação, o que não deixa de ser curioso a EDP não me ter informado desse facto, porque eu não os informei que ia instalar painéis fotovoltaicos e eles bateram-me à porta para trocar o contador. E aqui coloco a questão: Qual o interesse da EDP na urgência na troca do contador mesmo antes da instalação dos painéis ter sido efectuada? Porque não me informaram do benefício a que tinha direito no excesso de produção injectada na rede?
Porque é que quando é para o cidadão pagar, a informação é rápida, mas sendo para receber, a informação perde-se pelo caminho?
Uma vez que, ao fim de seis anos tenho conhecimento do facto através deste site, pergunto como e a quem posso pedir esclarecimento por estar a injectar energia na rede todos estes anos, sem que me tenham informado dos meus direitos.
Quanto à questão do custo dos contadores, aquando da troca do meu contador, não me foi cobrado nada e nem me passava pela cabeça fazê-lo caso me fosse apresentado algum custo. Por regra eu já sou contra o pagamento de qualquer contador, seja ele de luz, gás ou água, porque o contador é um equipamento pertença do operador e que está instalado em casa de cada um para benefício do operador.. Mas como já alguém aqui referiu, estamos em Portugal e aqui acontece de tudo, fenómenos inimagináveis, como na semana passada, num determinado tribunal, onde um determinado juiz absolveu um acusado réu acusado pelo próprio juiz de corrupção. Portugal é uma espécie de Entroncamento, mas em maior escala.
O meu obrigado a quem me possa ajudar a tornar a EDP uma empresa honesta.

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22/04/2021
, Respondeu:

Bom dia,

A instalação da unidade de produção de energia em Autoconsumo (UPAC) tem de ser registada no site da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) pela empresa ou técnico responsável que a executou e após esse registo a E-Redes (antiga EDP) é informada e o contador é trocado por um contador bidirecional e que possibilite o envio dos dados de forma automática.

O contador é trocado para que no caso de haver energia injetada na rede, a mesma não seja contabilizada como consumo.

Sugerimos que contacte a E-Redes, linha de Autoconsumo e peça para verificarem se o seu contador está a enviar as leituras ou se deve ser substituído.

Relativamente à possibilidade de vender o excesso de energia, essa informação consta da legislação em vigor (decreto de lei nº 162/2019) e no caso de desejar avançar com esse processo terá de solicitar a atribuição de um código de ponto de entrega (CPE) de produção e efetuar um contrato com o comercializador de ultimo recurso (CUR) ou por outro comercializador do mercado livre. Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.

Visto que o valor de venda é baixo (0.035€ por KWh ou menos) é preferível que tente utilizar ao máximo a energia produzida sem que a mesma seja injetada na rede.

Contacte a empresa que lhe executou o trabalho e avalie junto dos mesmos a possibilidade de colocar um sistema de monitorização, para que assim possa saber o seu consumo e a produção dos painéis. Com base nesta informação pode perceber em que alturas tem excedente de energia e por exemplo colocar um equipamento a funcionar para aproveitar essa energia.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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09/04/2021

Boa tarde,
Necessito, por favor, de uma opinião.
Para uma vivenda com um consumo médio anual de 3600kWh, será que uma Unidade de produção para autoconsumo (UPAC) de 1,8 kWp (4 paineis de 450w) será a solução ideal?
Não tenho interesse em vender à rede, pois o preço de compra é baixíssimo e creio que não compensa o investimento necessário.

Obrigado.

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14/04/2021
, Respondeu:

Bom dia,
A avaliação do consumo através de faturas não é 100% correta e o ideal seria a colocação de um equipamento de medição no seu quadro elétrico para que assim possa perceber qual a variação do consumo ao longo do dia. No caso de ter corrente trifásica também irá permitir perceber se as fases estão equilibradas.
Com base nesta informação então deve escolher a UPAC que melhor se adequa ao seu perfil de consumo, tendo em conta também as condições para a aplicação dos painéis fotovoltaicos, nomeadamente a área disponível, orientação e inclinação do telhado ou cobertura.
Considerando que o valor anual de consumo é de 3600KWh, teríamos em média 300KWh mensais e 10KWh diários. Se considerarmos a instalação de uma UPAC com 1.8KW, em média irá produzir 7,2KWh dia. Mas não conhecendo o perfil de consumo diário, pode haver excedente e ser injetado na rede.

Pode optar pela colocação de um inversor hibrido (permite upgrade para baterias de Lítio) colocado numa zona técnica e interligado com o quadro elétrico principal (QP). É importante que exista internet junto do inversor e uma tubagem desde o inversor ao quadro elétrico principal (QP) para a colocação de cabo de comunicação. Também deve ser garantido no QP um espaço para o equipamento de medição de consumos, mas algumas marcas utilizam transformadores de intensidade.
Tendo em conta que os inversores híbridos começam com potências de 3KW, implica que terá de ter instalada essa potência em painéis fotovoltaicos ou um pouco menor, mas que seja suficiente para fazer arrancar o inversor.
Numa primeira fase aconselho a que não sejam instaladas as baterias e posteriormente com base na produção versus o consumo pode fazer o “upgrade” à instalação.
Contacte duas ou três empresas da sua zona de residência e solicite uma visita técnica e respetivos orçamentos.
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

Melhor resposta
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28/03/2021
Melhor resposta

Acabei de instalar 6 paineis fotovoltaicos. Verifico que produz energia a mais e que é perdida na rede. Aínda não contactei a EDP.
Dizem que pagam 3 centimos. E se eu pensar em armazenar em bateria. O que me dizem? Obrigado

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19/07/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. Alberto Moreira,

Para que o passamos ajudar necessitamos que nos envie uma descrição do equipamento que foi instalado, nomeadamente:

  • Potencia, marca e modelo dos painéis fotovoltaicos;
  • Potência, marca e modelo dos microinversores ou inversor que foi instalado;
  • Marca e modelo do equipamento de medição dos consumos elétricos, colocado no quadro principal;

 A E-Redes é contactada pela DGEG para substituição do seu contador, após o registo da UPAC no site da DGEG, feito pelo técnico certificado de instalações elétricas ou empresa certificada.

 Relativamente ao valor pago, este pode variar entre os 3 cêntimos e os 4,5 cêntimos (valores fixos), pois depende da entidade que lhe comprar a energia. Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.

 A acumulação em baterias só é possível em alguns situações e irá depender da marca dos equipamentos que estão instalados.

 Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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08/08/2021
, Respondeu:

Boa noite Sr Pedro Pampulha. Desculpe o atraso com o envio dos dados. Seis módulos c/ potencia de 2.250Wp, TIER1 s-ENERGY Monocristalino, Perc 375W.
Um Inversor HUAWEI SUN2000-4KTL-MO trifásico.
A marca e modelo do aparelho de medição dos consumos eletricos colocado no quadro principal é: Smart PoweSensor DTSU666-H 250A/50mA 230/4000V,3~
Ao contratar a instalação pedi para que ficasse preparado para colocar bateria.
Comprimentos e obrigado.

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16/03/2021

Bom dia,

Já tenho um contador bidirecional, instalado a cerca de 1 ano e a E-Redes enviou uma carta a indicar que tenho que pagar um contador novo porque o meu não é adequado, o que não corresponde à verdade.
Enviei novo contacto a informar que não era verdade, que o meu contador era um dos que estavam a instalar atualmente e que já era bidirecional.
O Problema é não estar numa zona ainda com capacidade de comunicar com este contador, terá que ser um por GPRS.

A minha duvida é, até por incapacidade da rede, temos que pagar contador novo?

A E-Redes vai cobrar um novo e depois ainda irá utilizar o meu para outro cliente, que até poderá pagar por ele, lucrando por um contador que já estava instalado.

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17/03/2021
, Respondeu:

Olá Hélder, 

Respondendo à sua questão sobre os custos na substituição do contador: de acordo com o site da E-redes (https://www.e-redes.pt/pt-pt/unidades-de-producao-para-autoconsumo "Encargos com os equipamentos de medição"): 

"No caso das instalações Baixa Tensão Normal (BTN), e apenas quando se encontra planeada pelos operadores de rede a instalação na Instalação de Utilização (IU) de um equipamento de medição inteligente, no prazo máximo de 12 meses a contar da data do respetivo pedido de instalação, os operadores das redes são responsáveis pelos encargos associados à aquisição do equipamento de medição no ponto Contagem Consumo/Produção. Se o autoconsumidor quiser antecipar a substituição do referido equipamento, poderá fazê-lo, assumindo os encargos associados à aquisição do equipamento de medição.

Quando não se encontra planeada pelos operadores das redes a instalação na IU de um equipamento de medição inteligente, os autoconsumidores são responsáveis pelos encargos associados à aquisição do equipamento de medição a instalar no ponto de Contagem Consumo/Produção, e caso optem por adquirir o equipamento junto do respetivo operador de rede, aplica-se o preço regulado definido pela ERSE…”

No site, pode encontrar, também, as datas e os locais onde os contadores vão ser substituídos, consultando os Concelhos e Freguesias abrangidos pelo Plano de 2021 e 2022.

Assim, não é necessário qualquer pagamento pela substituição do contador, desde que esteja planeada a substituição do mesmo pela E-Redes num período até 1 ano a partir da data do respetivo pedido de instalação.

Se desejar antecipar a troca do equipamento, a carta que normalmente irá receber da E-Redes apenas apresentará duas opções:

  • Opção 1.1 - A E-Redes procede à troca do contador existente por um contador bidirecional, cujos custos estão definidos na diretiva nº 1/2021 da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e são os seguintes: contadores monofásicos – 79,99€ + IVA e contadores trifásicos – 115,39€ + IVA.

  • Opção 1.2 - Aquisição do equipamento bidirecional junto de outra entidade, de acordo com os requisitos de interoperabilidade aplicáveis aos equipamentos de medição, desde que conste da lista de equipamentos de medição qualificados. A instalação e parametrização deste equipamento será realizada pela E-Redes, sem qualquer custo adicional.

Obrigado, 
Equipa de Energias Renováveis

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29/03/2021
, Respondeu:

Boa tarde ,instalei 20 paneis solares há cerca de 1 ano.
Fiz o registo na devida entidade e paguei a taxa para poder vender o excedente.
De fevereiro a junho de 2020 ,tudo funcionou bem ,recebemos por parte da S.U o valor do excedente de energia(a S.U so paga o excedente de 3 em 3 meses). Eram meses de inverno ,a nossa fatura da Efp comercial reduziu muito ,estávamos nos satisfeitos.
A partir de junho de 2020,comecei a receber faturas com leituras de consumo estimado e não consumo real,faturas essas com valores elevadíssimos!
Entrei em contacto com a Edp comercial que me disse que a culpa eta da edp distribuição, entrei em contacto com essa entidade que atirou as culpas para a edp comercial. Uma vergonha!
Em janeiro deste ano ,recebi uma nota de crédito que supostamente me devve o que paguei a mais de junho a dezembro.
Em fevereiro recebo uma fatura para pagar de 412 €,já fiz reclamações, inclusive no livro online. A resposta por parte da e-redes é que está tudo a funcionar bem agora e que as contagens estão a ser feitas com sucesso.
Acho impossivel depois de ter 20 paneis a produzir ,6 baterias para acumular excedente,pagar contas tão elevadas.
Posso pedir a vistoria ao contador por outra entidade ?
A e redes já enviou um funcionário em Outubro mas via se bem que ele não percebia nada de UPAC,nem sabia que a contagem era feita em periodos de 15min.

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15/07/2021
, Respondeu:

Boa tarde

Caso para a freguesia onde resido ainda não esteja planeado a troca por equipamentos de medição inteligente, sou obrigado a adquirir um desses equipamentos e suportar os custos, ou posso simplesmente aguardar que a e-redes decida fazer a troca?

Obrigado

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19/07/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr.ª Olinda Moura,

Vimos por este meio perguntar se o problema ficou resolvido ou se necessita de alguma ajuda da nossa parte.

Relativamente à questão do contador, pode solicitar por exemplo ao Instituto de Soldadura e qualidade (ISQ) uma inspeção ao nível da instalação elétrica e desta forma verificar se existe algum problema associado à instalação da UPAC e sua interligação com o contador bidirecional.

De acordo com a legislação e visto estar descontente com o serviço prestado pode alterar os contratos de fornecimento e venda de energia excedente. pode fazer o contrato com o comercializador de ultimo recurso (CUR) https://www.erse.pt/eletricidade/funcionamento/comercializacao/#comercializadores-de-ultimo-recurso-(cur) ou com outro comercializador do mercado livre. Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.

O Sistema que está instalado permite o seu acompanhamento através do portal da internet da marca, conseguindo assim visualizar a produção, consumo, armazenagem e injeção na rede? Esta informação é essencial para perceber se o sistema está a funcionar corretamente e quais as ações necessárias para o seu melhoramento, como por exemplo a aquisição de mais uma bateria para não estar a injetar energia na rede. Consegue enviar-nos uma descrição da UPAC que foi instalada, com indicação da potência e marca, dos painéis, inversor e baterias?

Com os melhores cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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11/03/2021

Acabei de instalar painéis fotovoltaicos para produção de energia para auto consumo sou obrigado a comprar a E-Redes o contador bidirecional?

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12/03/2021
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gostaria que alguém me responde se a minha pergunta.

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14/03/2021
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Bom dia,
De acordo com a legislação em vigor, a UPAC tem de ter um equipamento de medida da energia adequado para registo quer da energia consumida como cliente, quer da energia injetada como produtor, em períodos de contagem de 15 minutos.
Após registo da UPAC no site da DGEG, a E-Redes envia-lhe um email informando que tem duas opções:
Opção 1.1 - A E-redes procede à troca do contador existente por um contador bidirecional, cujos custos estão definidos na diretiva nº 1/2021 da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e são os seguintes: contadores monofásicos – 79,99€ + IVA e contadores trifásicos – 115,39€ + IVA.
Opção 1.2 - Aquisição do equipamento bidirecional junto de outra entidade, de acordo com os requisitos de interoperabilidade aplicáveis aos equipamentos de medição, desde que conste da lista de equipamentos de medição qualificados. A instalação e parametrização deste equipamento será realizada pela E-redes, sem qualquer custo adicional.
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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03/03/2021

Boa Tarde
No final do ano passado coloquei um sistema fotovoltaico de 1.5kW, e em certas alturas do dia tenho algum excedente, a minha questão prende-se com o facto de ter recebido na altura uma carta da EDP renováveis a informar que deveria alterar o contador para um bidirecional por um custo de 63€, será que vale a pena gastar estes 63€ alguma vez vou ter o retorno na venda de energia?

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09/03/2021
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Bom dia,
As unidades de produção em autoconsumo (UPAC) estão sujeitas a um registo no site da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) e tendo em conta que a potência instalada é inferior a 1,5KW apenas é necessária uma Mera Comunicação Prévia (MCP). Após esse registo ser efetuado, a DGEG informa a E-Redes e é feita a troca do contador existente por um contador bidirecional, cujos custos estão definidos na diretiva nº 1/2021 da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e são os seguintes: contadores monofásicos – 79,99€ + IVA e contadores trifásicos – 115,39€ + IVA.
No caso de não efetuar essa troca a energia injetada, pode ser considerada como consumo, pelo que aconselhamos a instalação do referido contador.
Neste momento como sabe que está a injetar energia? Qual o dispositivo que foi instalado?
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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22/02/2021

Sr. Paulo Santos,
E qual o valor do kWh que é creditado no mês seguinte?
É o mesmo valor que paga, 14 ou 15 cêntimos/kWh?
Ou é o valor do mercado energético, 3 ou 4 cêntimos/kWh?
Ainda não vi nenhuma informação sobre este assunto...

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15/02/2021

Hoje falei com alguém da DGEG. Tenho uma instalação feita recentemente ao abrigo do Fundo Ambiental com 3.3kW instalados. Claro que no Verão, durante o dia, terei excedentes. A funcionária da DGEG informou-me que a partir do momento em que tenha o contador bidirecional os kw injetados na rede serão deduzidos na minha fatura (se injetei 10kw por exemplo num mês, terei direito a esses 10 kw no mês seguinte). Isto não se trata de venda de energia mas sim de um conceito Net-Metering que em Portugal não deve interessar a muita gente...
Leia-se a situação, por exemplo, no Brasil:
"Sistema de Compensação de Energia Elétrica, também conhecido pelo termo em inglês net metering, é um procedimento no qual um consumidor de energia elétrica instala pequenos geradores em sua unidade consumidora (como, por exemplo, painéis solares fotovoltaicos e pequenas turbinas eólicas) e a energia gerada é usada para abater o consumo de energia elétrica da unidade. Quando a geração for maior que o consumo, o saldo positivo de energia poderá ser utilizado para abater o consumo em outro posto tarifário ou na fatura do mês subsequente.
As políticas de net metering podem variar de acordo com os países, estados ou cidades.(2) Diferentemente do feed-in tariff (FIT) ou medição por tempo de uso (TOU), o net metering pode ser implementado sem requerer nenhuma medição especial, ou mesmo qualquer acordo ou notificação prévia.(3)
Net metering é uma política destinada a promover o investimento privado em energia renovável."
De salientar que este saldo positivo pode ser acumulado e gasto até um período de 60 meses no Brasil... Mas em Portugal não há kw/kw há sim venda de kw a 0,003€ e compra a ,15€... O que é isto? É assim que pensam motivar os particulares a produzirem a sua própria energia?
O Sr. Secretário de Estado João Galamba fazia um brilharete se aplicasse este sistema em Portugal. Mas claro.... nós só somos Portugal e estamos na Europa!
Espero ansiosamente que esse dia chegue .... Obrigado

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02/05/2021
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Sr. Paulo Santos

Acho que entendeu mal o que lhe disseram da DGEG, o que acontece é que a sua produção instantânea é deduzida no seu consumo instantâneo, ou seja, se num determinado instante está a gastar 3000 W e está a produzir 2000W só paga os 1000W
se estiver a produzir mais do que o que está a gastar ninguém lhe paga ou devolve nada no mês seguinte.

Eu tenho há 8 meses também uma instalação feita ao abrigo do Fundo Ambiental com contador bidirecional com excedentes diários e nunca me descontaram nada na fatura seguinte.

Resumidamente, o que se passa é que enquanto não lhe for atribuído o famoso "CPE de produção" não pode vender nada e tem de oferecer o excedente para alguma empresa que depois o vende ao seu vizinho do lado com lucro de 100%.

já recebi duas cartas da eredes a dizer que a minha instalação já está preparada para vender o excedente mas o processo esbarra sempre na ativação do CPE de produção que está pendente há mais de 8 meses.

Segundo a eredes o estado em que se encontra a suposta ativação do CPE de Produção pode ser consultado no Portal do Autoconsumo da Direção Geral de Energia, portal esse onde depois não existe nenhuma informação acerca do CPE de produção e ninguém sabe explicar muito bem o que se passa pois a atribuição do suposto CPE de produção fica pendente indeterminadamente.

No site da eredes dá para consultar o excedente de produção diário, ou seja, a eredes sabe perfeitamente a quantidade de excedente que existe no entanto é oferecido não se sabe bem a quem.

O que me parece é que não existe grande interesse em que os excedentes sejam vendidos pois enquanto não trata da burocracia necessária para conseguir vender está a oferecer o excedente.

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05/04/2021
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Caro Paulo,

A situação que descreve é muito interessante, já que permite o uso total da nossa produção sem recurso a baterias (o excedente injetado é creditado e abate nos consumos em que não há sol).

No entanto ainda não vi nada sobre isto, sem ser aqui este seu post. Pode dar-me mais informação acerca disto? Quem contatar?

Muito obrigado desde já,
Nuno

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24/03/2021
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gostava de saber se é de facto possivel a situação de ser creditado no mês seguinte o que for injetado na rede, e com quem deve ser feito este acordo. Obrigada

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16/02/2021
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Eu tambem coloquei paineis fotovoltaicos e queria saber melhor dessa situaçao...entao o que produzires em excedente sera deduzido na proxima fatura e isso?

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03/02/2021

É legal a E-REDES estar a exigir aos detentores de UPA's a instalação de um contador com telecontagem, pago pelo cliente, mesmo para potencias

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