última atualização: 04/05/2022

Venda de energia elétrica à rede - o que é preciso?

Boa tarde.

Gostava de saber o que é necessário adquirir (licenciamento, etc), para ter a minha própria unidade de produção de energia fotovoltaica, um conjunto de painéis destinados exclusivamente à venda.

E se o contrato é negociado diretamente com a empresa elétrica a que irei vender a energia? Com a REN?

Muito obrigado,

João Santos

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177 Comentários

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04/05/2022

Estou na mesma situação: quem compra?

Vi que a Endesa em Espanha tem uma tarifa Tempo Solar, com redução da energia consumida e dedução da excedente.

Será que devemos exigir as mesmas condições em Portugal?

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29/04/2022

Bom dia.
Vejo somente comentários a respeito de UPAC, como funciona o mercado para Unidades de Pequena Producao? Maioria dos CUR compram somente os excedentes provenientes das UPACS.. Temos uma projeto em andamento para criação de UPP para produzir 1MWp, estamos querendo saber quem compra essa energia? Obrigado

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24/04/2022

25 de Abril SEMPRE!
Fascismo NUNCA MAIS!

O serviço da E-REDES em conluio coma EDP é UMA TRISTEZA.

Mandaram-me uma carta a dizer que apareciam no mês de Agosto para mudar o contador para os ditos "inteligentes" e... apareceram SEM AVISAR a 31 de Janeiro.
Disse-lhes que tinha 4 painéis solares e queria saber se era preciso algum tipo de registo / comunicação para regularizar para o novo contador a produção da UPAC disseram OUTRA VEZ QUE NÃO SABIAM.
Perguntei se podiam mudar da trifásica, que quase já não se usa, para a monofásica... NÃO SABIAM.
Perguntei se tal como a o contador analógico continuariam a descontar da mesma forma os Kw produzidos A MAIS durante o dia... NÃO SABIAM.
Após alguns dias VERIFIQUEI que este contadores "inteligentes" SÃO MAIS BURROS que os analógicos, não só NÃO
DESCONTAM os Kilowatts produzidos a mais MAS TAMBÉM os contabilizam como ENERGIA GASTA... passei a ter faturas MAIS QUE TRIPLICANDO os valores anteriores.
Não só PAGO PRODUZO como depois a EDP VENDE o que eu produzo e NÃO ME DEVOLVE OU DESCONTA NADA.

E É ASSIM QUE OS CEOs xico-espertos da EDP ganham os seus obscenos prémios de gestão, a que os sucessivos governos juntam os déficits tarifários e OUTRAS TRETAS...

Continuação...

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20/04/2022

Boa tarde, alguém, por favor, me pode informar se a EDP, compra energia não consumida fornecida à rede através de painéis fotovoltaicos?

Obrigado.

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04/05/2022
, Respondeu:

Não tem de procurar um fornecedor de energia que compre.

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03/05/2022
, Respondeu:

SU Electricidade (que é da EDP) e, a EDP Comercial

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27/04/2022
, Respondeu:

Boa tarde,
Não, a EDP Comercial não compra. Há várias empresas que compram. Também ando à procura da melhor oferta de um operador fornecedor e comprador de excedente. Pode procurar mais informação em https://www.erse.pt.
Cumprimentos

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04/05/2022
, Respondeu:

Quais são as que compram?

O site da ERSE não está disponível...

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11/04/2022

Boa Tarde,

Queria desenvolver uma estação de produção elétrica comercial, tenho terreno, fundos e algum conhecimento. No sítio onde vivo tenho uma parcela de terreno, em que pelos cálculos que efetuei teria dimensão para colocar painéis solares com capacidade instalada a rondar os 30-35.000w.
A compra e instalação de tudo, pode ser feita por conta própria? Tendo de ser fiscalizadas no final? Ou tem de se contratar empresas certificadas para instalações?
Visto haver um “esforço” mundial para reduzir emissões e reduzir a produção energética com combustíveis fosseis. Existem apoios governamentais para projetos do tipo?
Queria também opiniões de quem tem mais conhecimento das empresas que compram energia e da e-redes(que já vi aqui pessoas com problemas)
É fácil o acesso a contratos para vender esta energia?
Os pagamentos são regulares e não falham?
Outras questões que achem por bem me informar no meu caso específico estejam à vontade.

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29/04/2022
, Respondeu:

Bom dia. Tenho as mesmas dúvidas e não acho resposta..Vejo que só compram energia vindo de UPAC e não de UPP que seria o nosso caso.

Melhor resposta
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10/03/2022
Melhor resposta

Olá tenho 1150 w de painéis solares, mas não consigo efectuar a venda da energia nem me interessaria se ele abatessem parte do valor que injecto na rede fosse reduzido parcialmente ou totalmente na factura isso sim era fixe. Obrigado.

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15/02/2022

Boa noite tenho a mesma questao poderei apenas vender energia renovavel sem ter consumos ?

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07/02/2022

Olá bom dia a todos,
Sou pequeno produtor e desde Novembro que tenho a produção ligada à rede com contador Bidirecional. Desde este momento que a e-Redes não comunica à EDP-Comercial (onde tenho o contrato de consumo) as leituras de consumo/produção. Por várias vezes que me têm justificado com "problemas de base de dados" e que em breve vão resolver. O breve já são 5 meses. Nem quero pensar no valor de fatura que irei pagar.
Gostaria de saber se a Deco está a par desta situação e se já tem algum processo em curso de forma a pressionar que seja resolvido.
Quanto à produção, efetivamente não é rentável neste momento a venda. Tanto devido ao preço que pagam por kw, como também pela obrigatoriedade de se registar nas Finanças com CAE e pagar imposto sobre a venda. Concordo que devemos pagar imposto, o que não concordo é o valor que pagam pelo kw. Ora, se as empresas que compram desvalorizam tanto o valor do kw no momento da compra, porque não o vendem o mesmo valor? A eletricidade não é de mesma qualidade? A produzida por energia solar deveria ser mais valorizada.
A empresa que me instalou o sistema, indicou-me que neste Orçamento de Estado que foi adiado e agora será desbloqueado com as ultimas eleições, existia/existe um projeto de lei que força a subida dos preços da compra do kw a pequenos produtores. Gostaria de saber pela Deco se é realmente verdade esta questão.
Obrigado
JG

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18/04/2022
, Respondeu:

esta enganado, pode vender também ao valor que eles compram

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15/04/2022
, Respondeu:

Boa tarde, gostaria de lhe perguntar a quem vende a energia que produz e qual é o preço que eles pagam por kw.
Agradeço antecipadamente a sua resposta.

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23/01/2022

Aconselho que atualmente não é vantajoso apostar em painéis solares fotovoltaicos para fornecimento de energia à rede há 11 anos quando eu instalei pagavam 38 cêntimos por KW e ao fim de 10 anos baixaram para 22 cêntimos. É preciso muito cuidado com a E-Redes, já estou desde Julho de 2021 sem receber a minha energia fornecida à E-REDES, estou completamente desiludido de tanta falta de civismo da parte e-redes.

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21/03/2022
, Respondeu:

Boas o que tenho de dazer para apenas vender energia a rede tenho de estar registado como empresa?

Melhor resposta
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05/01/2022
Melhor resposta

Bom dia.
Sou microprodutor há mais de 10 anos e produzo cerca de 4.800/ano.
O valor que estou a receber é muito pouco pelo que estou a pensar transferir a instalação para autoconsumo com baterias para retenção de energia não consumida.
Gostaria que me ajudassem na escolha da melhor solução.
Grato
Luís Rodriguez

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22/04/2022
, Respondeu:

Também sou microprodutor e o que pensei fazer foi reduzir o campo solar ( e aí tem que ver o seu consumo) e passar parte para o autoconsumo e o restante deixar a mesma para venda porque o que produzo é muito superior ao que consumo, acabei por não fazer isso porque ao preço a que estavam os painéis não compensava e aproveitei os benefícios do estado e instalei painéis novos e instalei uma bateria de 2,4kw que de uma maneira geral armazena o suficiente para alimentar a casa no período em que o kW é mais caro e por vezes chega até às 4h e alterei o bi-horário para o diário até às 22h depois o kW fica a metade do preço não vale a pena comprar outra bateria que esta chega, e além disso como tenho carro elétrico de uma maneira geral tem que ser carregado em casa e é carregado a noite no vazio, praticamente o pouco que recebo da venda dá para pagar as taxas e taxinhas da factura da EDP.

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07/02/2022
, Respondeu:

Bom dia Luís;
Eu ainda não fiz qualquer contrato de venda. Estou à espera que haja um projeto de lei que obrigue a subida do valor da venda da produção para valores perto da compra. Pelo que soube estava neste OE2021. Mas se caso não seja aprovado, estou seriamente a pensar numa alternativa V2H:
www.youtube.com/watch
O investimento nas baterias ainda é muito caro, mesmo numa solução de "Segunda Vida" de bateria de carros elétricos.
Cumprimentos

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22/04/2022
, Respondeu:

Pelo que me pareceu com a solução v2h é ir buscar corrente as baterias do carro para alimentar a casa, se acha caro comprar uma bateria para armazenar o excesso de produção o que pensar em reduzir o tempo de vida das baterias de um carro elétrico,?! se tiver bi-horário depois das 22h tem o kW a metade do preço se calhar basta-lhe uma bateria 2,4kw só para alimentar a casa até às 22h e depois usa o bi-horário.
Tenho uma bateria e há dias em que chega até às 4h só pago electricidade depois, até ter produção suficiente dos painéis.
Atenção que mesmo com produção e bateria vai-se sempre buscar qualquer coisa a rede porque quando há picos de consumo até o inversor estabilizar o consumo, vem sempre qualquer coisa da rede não é consumo 0.

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21/01/2022
, Respondeu:

Boa tarde, estou a pensar exatamente no mesmo. Estou também interessado numa solução. Obrigado. Paulo Costa

Melhor resposta
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01/01/2022
Melhor resposta

Bom dia, tenho uma instalação de autoconsumo de produção máxima de 1800W, a instalação foi feita por empresa certificada que tratou de informar a DGEG. Além disso já tenho também contador bidirecional e inteligente. Não fiz qualquer registo para vender o excedente da produção, a minha dúvida é se este excedente é completamente "desperdiçado" para a rede ou há algum cálculo para acerto entre o consumido e o produzido. Isto sem qualquer ação.

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21/01/2022
, Respondeu:

Bom dia,

No seguimento do seu email, vimos por este meio informar que:

No caso de possuir uma instalação trifásica e a sua UPAC apenas estiver ligada a uma das fases, é feito esse acerto, mas apenas em certas condições, ou seja, se por exemplo estiver a injetar 500W numa fase e a consumir 500W noutra fase, o seu consumo é de zero KWh.

O comercializador de energia não disponibiliza essa informação, pois a E-redes apenas lhe envia o valor consumido em KWh.

Para que possa acompanhar com maior precisão aquilo que acontece na sua instalação elétrica, deve solicitar a ativação da porta HAN do seu contador de energia inteligente. Para proceder a essa ativação consulte: https://www.e-redes.pt/pt-pt/redes-do-futuro-redes-inteligentes/servicos-redes-inteligentes/acesso-porta-serie-de-comunicacao. Tem um custo de 14,00€ + IVA.

Após essa ativação pode ligar um equipamento de medição, e conseguir visualizar a informação que é disponibilizada pelo seu contador, nomeadamente os consumos elétricos e a energia injetada na rede. Um dos utilizadores da nossa comunidade sugeriu o equipamento da marca eot (www.eot.pt).

Faça também o registo no site da E-redes e verifique se esta informação também aparece disponível.

Se desejar envie-nos mais informação sobre a instalação que foi realizada, nomeadamente a quantidade de painéis aplicados, sua potência, assim com o tipo de inversor, sua potência e marca.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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21/01/2022
, Respondeu:

Boa tarde, a instalação é monofásica, 6 painéis de 300W com 3 microinversores de 600W casa. Tenho um aparelho da Shelly que me mede a produção dos painéis assim como a entrada "geral", tendo noção do que consumo/injeto na rede. Já tenho registo na eredes onde vejo as leituras do consumo e do produzido, a minha dúvida é se o que é produzido é de alguma forma descontado ao que é consumido.

Obrigada pela resposta,
Diana Costa

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07/02/2022
, Respondeu:

Bom dia,
Para também ter essa resposta, ligue à e-Redes para ter melhor informação, e a resposta foi:
- Se estiver a produzir o suficiente para o meu consumo, obviamente não haverá consumo da rede e-Redes.
- Se estiver a produzir acima do que estou a consumir, o excedente é injetado na rede a custo zero.
Ou seja, se não tiver contrato de venda da minha produção, o meu excedente é literalmente dado à e-Redes. Uma pura injustiça. O justo seria fazer um acerto de contas. Penso que a Deco deveria de tomar alguma iniciativa neste tema. Existe um numero elevado de pequenos produtores em PT que a Deco deveria associar nesta iniciativa de alteração da legislação de forma a ser mais justo. Estamos em tempos que temos obrigatoriamente pensar nas alterações climáticas, e não há Drivers para incentivar a colocação de micro produção.
Obrigado

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01/05/2022
, Respondeu:

Boa noite
Verifico que continua a haver muita informação que circula que não está correta.
Instalação monofásica registada (deve ter um *** de consumo e um *** de produção), com contador bidireccional.
A legislação em vigor obriga a ser feito um acerto em períodos de 15 minutos. Nesse período de 15 minutos terá

1) Energia consumida da rede pela sua habitação
2) Energia produzida pela sua instalação fotovoltaica
3) Energia que lhe será debitada pelo comercializador
4) Energia exportada para a rede (do seu ponto de vista, perdida para terceiros)

A energia debitada 3) é calculada fazendo a diferença entre a energia consumida 1) menos a energia produzida 2). No caso da diferença ser negativa (está a produzir nesses quinze minutos uma energia total maior do que a que consome ) a energia debitada é zero e a energia exportada é a diferença 2) - 1).

Não é portanto inteiramente verdade que toda a energia produzida não consumida no instante da produção seja perdida para a rede, porque o cálculo da energia debitada é feito em período de 15 minutos.

A título ilustrativo se estiver a produzir 1KWh durante 15 minutos e se ligar uma máquina que consuma 2KWh durante 7 minutos, nada lhe será debitado.


No balcão digital da e-redes no histórico dos consumos do local tem informação sobre a energia 1) 3) e 4).

PS: demorei bastante tempo a navegar em informações erradas e contraditórias que persistem em circular e bastante tempo também a pressionar a e-redes a fazer a contabilização da energia de acordo com a legislação em vigor.



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19/10/2021

Olá! Boa tarde a todos,
Instalei um sistema de produção de energia para autoconsumo e venda da produção excedentária. Já estou registado na DGEG e eRedes.
Tentei junto de alguns comercializadores de energia e todos me disseram que não compram energia.
Agradeço informação se conhecem alguam entidade que compre este tipo de energia e qual o preço.
Obrigado

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20/10/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. Manuel da Cunha,

Para vender a energia excedente injetada na RESP, pode fazer o contrato com o comercializador de ultimo recurso (CUR) https://www.erse.pt/eletricidade/funcionamento/comercializacao/#comercializadores-de-ultimo-recurso-(cur) ou com outro comercializador do mercado livre. Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.

O seu valor é calculado tendo em consideração a indexação do preço de energia elétrica no mercado diário (OMIE) com uma penalização sobre esse valor. O valor dessa penalização depende da entidade que está a comprar a energia, e pode ser um valor fixo ou um valor indexado ao preço de compra da energia. O valor do preço fixo pode variar entre os 0,030€/kWh e os 0,045 €/kWh.

Para que se possa vender o excedente, é necessário: 1) a UPAC tem de estar registada na DGEG; 2) ter contador bidirecional; 3) ter um CPE (código de ponto de entrega) de produção à semelhança do seu CPE de consumo; 4) contrato de venda de energia e 5) Abrir atividade nas finanças, podendo utilizar o código nº 35113 do código de atividades económicas (CAE) ou o código nº 1519 do código do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (CIRS).

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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11/03/2022
, Respondeu:

Boa tarde,
Uma dúvida, no registo MCP da minha UPAC a tenho, entre outras, as seguintes indicações:

• Injeta energia na rede: Não
• CPE de produção: PTxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
• Fonte: Solar
• Potência instalada: 1.38 kW
• Potência de ligação à IU: 1.50 kW
• Potência de injeção na RESP: 0.00 kW

Como indica não injectar na rede, tenho de fazer novo registo para poder vender o excedente?
Obrigado

Cumprimentos

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02/05/2022
, Respondeu:

Boa noite

Tive uma situação igual à sua. Quando fiz o registo da minha UPAC na DGEG, por lapso, não coloquei o visto no quadrado que referia "injeta energia na rede".
Conforme instruções da DGEG (atendimento telefónico ao fim de 52 minutos!) anulei o registo e registei de novo com essa indicação.
Estou neste momento a aguardar o procedimento da E-Redes.

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13/10/2021

Boa noite,
para venda do excedente de uma instalação de 2,7 Kwh foi-me indicado da obrigatoriedade de abrir atividade na AT.
Alguém sabe se ao iniciar actividade para venda do excedente e na eventualidade de ficar desempregado isso possa implicar o não direito a subsidio de desemprego?

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19/10/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr.ª Cláudia Pereira,

Para vender a energia excedente injetada na RESP, pode fazer o contrato com o comercializador de ultimo recurso (CUR) https://www.erse.pt/eletricidade/funcionamento/comercializacao/#comercializadores-de-ultimo-recurso-(cur) ou com outro comercializador do mercado livre. Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.

O seu valor é calculado tendo em consideração a indexação do preço de energia elétrica no mercado diário (OMIE) com uma penalização sobre esse valor. O valor dessa penalização depende da entidade que está a comprar a energia, e pode ser um valor fixo ou um valor indexado ao preço de compra da energia. O valor do preço fixo pode variar entre os 0,030€/kWh e os 0,045 €/kWh.

Para que se possa vender o excedente, é necessário: 1) a UPAC tem de estar registada na DGEG; 2) ter contador bidirecional; 3) ter um CPE (código de ponto de entrega) de produção à semelhança do seu CPE de consumo; 4) contrato de venda de energia e 5) Abrir atividade nas finanças, podendo utilizar o código nº 35113 do código de atividades económicas (CAE) ou o código nº 1519 do código do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (CIRS).

Relativamente à questão do subsidio de desemprego é preferível perguntar na segurança social. Se for possível partilhe essa informação com a comunidade.

Relativamente à potência instalada é possível informar qual a solução que foi adotada? Tipo de painéis e inversor? Consegue utilizar toda a energia produzida ao longo do dia?

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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16/12/2021
, Respondeu:

Olá, esqueceu de mencionar que o vendedor precisa de um seguro de responsabilidade civil, pelo menos é o que fala no contrato com a LuzBoa para a venda de excedente...

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17/12/2021
, Respondeu:

Boa tarde,

A empresa que refere foi contactada e informaram que no caso de não haver esse seguro é efetuado o contrato de compra de energia excedente.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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07/01/2022
, Respondeu:

Boa tarde, muito obrigado por essa informação, foi bastante útil para mim, entrei em contacto com eles, informei isso e falaram que não é obrigatório o seguro.

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07/01/2022
, Respondeu:

Agora surgiu outra questão, mudei de comercializador, dai a última leitura (3-12-21) foi de V131KWh P55KWh C140KWh (EDP) e quando fui informar a leitura no dia 3-01-22 estava V076KWh P127KWh C287KWh, dai entrei em contacto com o novo comercializador a goldenergy informei o ocorrido, e fui informada que enquanto a leitura estivesse abaixo da última leitura enviada pela E-Redes, não teria que pagar nada, e também falaram que como somos autoconsumo não seria necessário informar a leitura mensalmente, antes havia sido informada ao contrario que deveria informar a leitura mensalmente já que a E-Redes poderia informar a leitura para eles qualquer dia do mês, dai para evitar a estimativa, eu deveria informar a leitura sempre na data correta, porém para minha surpresa desagradável acabei de receber a fatura no valor de 64 ,89 euros (V232KWh P97KWh C245KWh) sinceramente é uma situação bastante lamentável, já estou arrependida de ter escolhido esse comercializador, esse valor é mesmo com a tarifa social elétrica, aqui em casa somos 10 pessoas, eu meu marido, nossos 7 filhos e minha mãe, estamos com quebra no rendimento, fizemos esse investimento no inicio já foi difícil pois devido a um erro no sistema da DGEG e da EDP tive que passar mais de ano ofertando e continuando a pagar caro pele energia pq não conseguia fazer o registo na DGEG, e agora quando parece que as coisas estão caminhando acontece isso... Agora o que vou fazer após esse valor ser debitado na minha conta é pedir o reembolso e cancelar o debito direto pois não tenho mais confiança ...

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29/01/2022
, Respondeu:

Bom dia Sr.ª Ana Oliveira,

 

Sugiro que em primeiro lugar faça o registo sua instalação elétrica no site da E-redes (https://online.e-redes.pt/login) e desta forma irá poder aceder à informação relativa ao seu consumo e produção, ou seja a energia que é injetada na rede que não foi consumida por si.

 

No caso do seu contador já estar ligado à rede inteligente as leituras são enviadas pela E-redes, de forma automática, ao dia 20 de cada mês. É importante que a fatura do comercializador seja feita posteriormente a esta data para evitar estimativas. Através de contacto telefónico com o departamento de autoconsumo fomos informados que pode solicitar ao comercializador esse ajuste.

 

Se for possível depois partilhe com a comunidade se a situação ficou resolvida.

 

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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22/04/2022
, Respondeu:

Se actividade for só de microproducao não tiver outros rendimentos na categoria B tem direito ao subsídio de desemprego.

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14/10/2021
, Respondeu:

Bom dia ,nos vendemos a S.u o exedente da produção e não abrimos atividade na AT.
Só pagamos a licença a Direção das energias

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19/11/2021
, Respondeu:

Boa tarde, se não houve alterações, a venda de electricidade como microprodutor tem legislação diferente, não tem que pagar a.s. e e não influencia em nada com o subsídio de desemprego caso venha a necessitar, mas o melhor é informasse na s.s. que estão sempre a alterar.
Precisa sim de abrir actividade nas Finanças e pode escolher sem movimentação de IVA que evita ter que enviar o IVA trimestralmente, e não necessita de passar factura a empresa comercializados emite a factura e devolve o IVA ao estado,é só declarar os rendimentos no IRS anexo b.

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18/12/2021
, Respondeu:

O site da S.U. refere explicitamente que tem de ter atividade na A.T., transcrevo a seguir:
"Informação de que tem atividade inscrita na Autoridade Tributária com o CAE 35113 (produção de eletricidade de origem eólica, geotérmica, solar e outras não especificadas).
Em caso de dúvidas contacte a Autoridade Tributária (AT). O produtor (individual ou empresa) se não tiver atividade iniciada com o CAE 35113 deverá fazê-lo junto da AT, ou preenchendo uma declaração de início de atividade (se não tiver nenhuma atividade aberta) ou uma declaração de alterações (onde adicione o CAE 35113)"

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28/08/2021

Bom dia Sr. Pedro Pampulha, agradeço a sua resposta/aconselhamento!

Instalei também medidor da marca Huawei e acompanho a produção/consumo, estou a ter excedente superior a 10-15Kwh por dia. Também já pesquisei preços das baterias recondicionadas de carros elétricos, as quais ainda não têm preço atrativo para o consumo que eu tenho, talvez num futuro próximo o investimento justifique.

Já questionei a Huawei se o meu inversor tem essa funcionalidade, de atuar uma carga externa, disseram que ainda não, que talvez num futuro próximo.

Não estou muito inclinado para a venda do excedente, pois os preços que estão a praticar são uma vergonha.

Posto isto, tenho pesquisado muito sobre esta matéria, estou muito inclinado para os sistemas/equipamentos que fazem a gestão da produção excedente e a desviam para por exemplo um termoacumulador, como as resistências podem trabalhar com potências variáveis, se o excedente forem 100W é o envia, se forem 1000W é o que será enviado, etc.

Pelo que pesquisei em Portugal ainda estão pouco divulgados estes equipamentos, ainda não descobri quem comercialize cá, no Reino Unido e noutros países já existem há alguns anos, peço por favor se tem conhecimento de alguma marca ou empresa que comercialize equipamentos deste género em Portugal, mandar vir do estrangeiro podem ser complicadas as garantias ou devoluções, etc.

Obrigado!

Atenciosamente com os meus cumprimentos,

Pedro Letras









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03/09/2021
, Respondeu:

Boa tarde Sr. Pedro,

Tendo em conta que tem uma instalação com 8 painéis de 455W, a sua produção média anual por dia será de aproximadamente 14,560KWh. Visto que nesta fase, não vai colocar baterias, proponho que faça um contrato de venda da energia excedente injetada na rede elétrica, para que assim consiga obter um retorno do investimento de forma mais rápida. Se por exemplo injetar 10KWh dia, a um valor fixo de venda de 4,5centimos irá conseguir anualmente um valor de 162€, que não é muito, mas irá ajudar na redução do custo de manutenção do sistema instalado. Relativamente aos sistemas que fazem a gestão da energia excedente pode ver a marca “Shelly” que tem representação em Portugal. Neste momento não lhe podemos aconselhar um modelo especifico, pois estamos a analisar as diversas soluções que esta marca possui e assim que obtivermos mais informações partilharemos consigo.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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04/09/2021
, Respondeu:

Bom dia,

Agradeço a atenção, vou analisar também e se o Sr. obtiver mais informações aguardo então a partilha. Obrigado...

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28/08/2021

Temos instalados 5 paineis fotovoltaicos que, no verão produzem mais energia do que a que consumimos e de acordo com o D. Lei 162/2019 só pode ser aproveitada a energia produzida em excesso, nos 15 minutos seguintes, caso não seja consumida é perdida para a rede.
Porque é que o d. lei fixa um período tão reduzido? porque é que não fixou um período de 24 horas ou maior, por exemplo 1 mês? que seria muito mais justo para o produtor e evitava estar a fornecer energia grátis à rede.
Com a adesão à mobilidade elétrica, fazendo carregamentos domésticos durante a noite o período de 24 horas ou mensal permitiria o aproveitamento de toda a energia produzida.
O que é que o Estado Português pretende nesta matéria? como está não é, certamente, um sistema justo para os produtores domésticos.

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30/11/2021
, Respondeu:

Olá Teresa, estou consigo, seria realmente um bom incentivo se o período fosse ao mês, como já acontece noutros países.

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25/08/2021

Boa noite,
Tenho uma UPAC instalada e devidamente registada.
Já tenho o contador bidirecional, e para o processo ficar concluído só falta estabelecer o contracto para venda da energia excedente.
Acontece que a EDP exige para celebração do contracto, que eu faça o inicio de atividade nas finanças.
Gostaria de saber se por lei sou obrigado a fazer o inicio de atividade.
Se sim, qual o *** da atividade.
E se as outras distribuidoras exigem o mesmo.
Obrigado.

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26/08/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. Waldemar,

Visto que irá fazer uma venda, existe a necessidade de abrir atividade nas finanças, registando o valor que recebeu em cada ano. Pode utilizar o código nº 35113 do código de atividades económicas (CAE) ou o código nº 1519 do código do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (CIRS).

Relativamente ao IVA aconselhamos a leitura do ponto nº 5, do artigo 12º do Decreto Lei nº 363/2007. Em muitos casos o IVA é em autoliquidação, ou seja a empresa que lhe está a comprar a energia faz o acerto do IVA com o estado.

Poderá consultar a ACEMEL (Associação de comercializadores de energia no mercado liberalizado) e obter a informação relativa aos comercializadores que neste momento estão a comprar energia proveniente das UPAC`S.

Caso seja possível indique que tipo de equipamentos tem instalado e se está a acompanhar a produção versus o consumo de energia da sua casa.

 

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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24/08/2021

Quando existe excesso de produção e o contador não seja bidirecional que ocorre? Existe o perigo de esse excesso ser contabilizado como consumo? Como se processa a alteração do contador e como funciona essa contabilidade?
Obrigados

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12/03/2022
, Respondeu:

Sr César, se o seu contador não é bidireccional, possivelmente o seu sistema de produção poderá não estar registado na DGE que, creio, comunica posteriormente à EREDES, sendo que este último teria de entrar em contacto consigo caso o contador não seja o indicado.
O registado teria que ser feito pelo instalador. Caso não esteja registado e o contador não seja o indicado e não distinga a diferença entre o consumo e o excedente de produção, muito provavelmente este excedente está a ser cobrado como consumo. Analise a sua factura e veja se há um aumento nos kWh.

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11/08/2021

Boa tarde a todos,

Instalei 8 placas de 455w da JA solar com 3640w total de potência com inversor híbrido de 4kw da huawei no mês passado de julho.
Estou a ter algum excedente de produção, estou a ponderar pôr armazenamento. Como o preço das baterias ainda está muito alto, pelo que pesquisei parece ser uma alternativa viável adquirir baterias recondicionadas de carros elétricos, as quais para uso estacionário com cerca de 70% da sua capacidade ainda estão muito capazes de apoiar uma solução deste tipo.
Peço por favor feedback de alguém que tenha algo igual ou conhecimento desta alternativa.

Outra alternativa é a venda desse excedente, podem-me informar se com a abertura de atividade nas finanças irei pagar alguma coisa de imposto, estamos a falar de valores de venda descabidos, se ainda tiver de pagar imposto sobre eles mais vale realmente dá-la de borla não sei bem a quem!!!

Agradeço toda a informação que puderem disponibilizar!!!

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18/08/2021
, Respondeu:

Boa tarde Sr. Pedro,

Atualmente a marca do seu inversor já dispõe de baterias próprias, tendo unidades de 5KWh, podendo ser conectadas até 30KWh. A utilização de outro tipo de baterias não autorizadas pela marca, pode comprometer a garantia do inversor e por isso é preciso ter algum cuidado com este tipo de ligações.

Para uma solução com baterias tem de ter instalado um medidor de consumos. Este equipamento foi colocado? Está a acompanhar a instalação através do site da marca?

É importante que verifique qual a quantidade de energia excedente que está a ser produzida e se essa quantidade justifica o investimento nas baterias. Alguns inversores permitem fazer atuar uma carga, por exemplo bomba de calor, bomba da piscina ou outro equipamento quando existe excesso de produção. Esta pode ser também uma solução para uma melhor utilização da energia excedente.

Para a venda de energia, tem de já ter um CPE de produção e pode posteriormente fazer contrato com os comercializadores que atualmente estão a comprar a energia excedente proveniente das UPAC`S.

É difícil informar se irá pagar imposto, pois irá depender também dos seus outros rendimentos e despesas.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis

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24/08/2021
, Respondeu:

CPE de produção é necessário para pequenos excessos de produção, na venda claro

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24/08/2021
, Respondeu:

Comentário anterior pretendia colocar como pergunta. Obg

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26/08/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. César,
Sim. o CPE de produção só é necessário caso exista necessidade de vender o excedente de energia produzido pela UPAC.
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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28/08/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. Pedro Pampulha, agradeço a sua resposta/aconselhamento!



Instalei também medidor da marca Huawei e acompanho a produção/consumo, estou a ter excedente superior a 10-15Kwh por dia. Também já pesquisei preços das baterias recondicionadas de carros elétricos, as quais ainda não têm preço atrativo para o consumo que eu tenho, talvez num futuro próximo o investimento justifique.

Já questionei a Huawei se o meu inversor tem essa funcionalidade, de atuar uma carga externa, disseram que ainda não, que talvez num futuro próximo.

Não estou muito inclinado para a venda do excedente, pois os preços que estão a praticar são uma vergonha.

Posto isto, tenho pesquisado muito sobre esta matéria, estou muito inclinado para os sistemas/equipamentos que fazem a gestão da produção excedente e a desviam para por exemplo um termoacumulador, como as resistências podem trabalhar com potências variáveis, se o excedente forem 100W é o envia, se forem 1000W é o que será enviado, etc.

Pelo que pesquisei em Portugal ainda estão pouco divulgados estes equipamentos, ainda não descobri quem comercialize cá, no Reino Unido e noutros países já existem há alguns anos, peço por favor se tem conhecimento de alguma marca ou empresa que comercialize equipamentos deste género em Portugal, mandar vir do estrangeiro podem ser complicadas as garantias ou devoluções, etc.

Obrigado!

Atenciosamente com os meus cumprimentos,

Pedro Letras





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02/10/2021
, Respondeu:

Caro Pedro,
Gosto da solução que comenta sobre os excedentes de produção assim,se tiver novidades favor partilhar.
A venda não valido pelas burocracias adjacentes, próprias de pais do terceiro mundo.
Obg

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04/10/2021
, Respondeu:

Bom dia,
No seguimento da sua mensagem e no caso de já possuir um contador inteligente, aconselho a que solicite a ativação da porta HAN do seu equipamento. Para proceder a essa ativação consulte: www.e-redes.pt/.../acesso-porta-serie-de-comunicacao.
Após essa ativação pode ligar um equipamento de medição, e conseguir visualizar a informação que é disponibilizada pelo seu contador, nomeadamente os consumos elétricos e a energia injetada na rede. Um dos utilizadores da nossa comunidade sugeriu o equipamento da marca eot (www.eot.pt) que é comercializado em Portugal.
A aplicação “Home Assistant” consegue ser interligada a este equipamento e a partir desta consegue fazer a ativação de cargas, caso esteja a ter energia excedente injetada na rede.
Caso opte por esta solução partilhe com a comunidade a sua experiência.
Obrigado
Cumprimentos,
Equipa das energias renováveis

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11/08/2021

Boa tarde a todos,

Instalei 8 placas de 455w da JA solar com 3640w total de potência com inversor híbrido de 4kw da huawei no mês passado de julho.
Estou a ter algum excedente de produção, estou a ponderar pôr armazenamento. Como o preço das baterias ainda está muito alto, pelo que pesquisei parece ser uma alternativa viável adquirir baterias recondicionadas de carros elétricos, as quais para uso estacionário com cerca de 70% da sua capacidade ainda estão muito capazes de apoiar uma solução deste tipo.
Peço por favor feedback de alguém que tenha algo igual ou conhecimento desta alternativa.

Outra alternativa é a venda desse excedente, podem-me informar se com a abertura de atividade nas finanças irei pagar alguma coisa de imposto, estamos a falar de valores de venda descabidos, se ainda tiver de pagar imposto sobre eles mais vale realmente dá-la de borla não sei bem a quem!!!

Agradeço toda a informação que puderem disponibilizar!!!

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15/06/2021

Informou-me a EDP há cerca de um mês atrás, que só têm a modalidade de autoconsumo para painéis solares para os clientes particulares.

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19/07/2021
, Respondeu:

Bom dia Sr. Francisco Neves,

No site da empresa a que se refere tem a possibilidade que pretende. Pode ver em: https://www.edp.pt/empresas/servicos/energia-solar/

Aconselho a leitura do seguinte artigo: https://www.deco.proteste.pt/casa-energia/energias-renovaveis/noticias/como-avaliar-escolher-sistema-fotovoltaico-autoconsumo

Alguma duvida adicional disponha.

Cumprimentos,

Equipa das energias renováveis