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Mudar de operadora ou de tarifário: finte os obstáculos mais comuns

21 maio 2020
vários ecrãs dispostos em cenário

Mudar de empresa, desistir do contrato ou alterar o tarifário podem ser tarefas complicadas, sobretudo quando estamos fidelizados à operadora. Saiba como agir.

O que fazer para pagar menos?

Há quem esteja satisfeito com a operadora mas queira mudar o tarifário. Antes de pedir a alteração, informe-se se está abrangido por um período de fidelização. Em caso afirmativo, não terá de esperar que o mesmo termine, mas deverá conhecer os encargos que lhe competem.

Sem fidelização ou com o tarifário agregado a outros serviços, terá de negociar com o operador o que pode mudar, para reduzir a mensalidade.

Não deixe de analisar as propostas da concorrência. Compare as ofertas no nosso simulador. Se encontrar o que pretende a um preço inferior ao proposto pelo seu operador, comece por negociar com este. Antes de apresentar a proposta, certifique-se de que fica com um serviço adequado à sua utilização, sobretudo se envolve o telemóvel.

Caso troque o tarifário móvel, a alteração só é gratuita na primeira vez. Qualquer alteração que se siga custa entre 6 e 8 euros.

Analise bem os consumos habituais de chamadas, mensagens escritas e dados para se certificar de que escolhe um tarifário compatível com a utilização que costuma ou pretende fazer.

Regra geral, a mudança de um tarifário pré-pago para outro é simples e rápida: basta aceder à área de cliente do portal da operadora ou ligar para o serviço de apoio ao cliente (chamada paga). Já para mudar para um pós-pago, terá de preencher um formulário de adesão numa loja ou no portal da empresa.

Antes de mudar o telemóvel para outra operadora ou de o juntar a outros serviços, verifique se o equipamento está bloqueado. Caso contrário, poderá ter de pagar o desbloqueio para poder usar o cartão de outra empresa. Reiteramos, contudo, que as principais operadoras do mercado deixaram de vender telemóveis bloqueados.