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MEO obrigada a anular fatura de 940 euros

01 junho 2015 Arquivado
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01 junho 2015 Arquivado

A nossa leitora Maria Silva, 68 anos, de Meadela (Viana do Castelo), recebeu um telefonema com uma proposta tentadora da MEO e avançou para o contrato ao domicílio. Porém, depois da instalação, o serviço não correspondia às condições prometidas.

Maria visitou uma loja da empresa para cancelar o contrato. Aí, foi informada de que não o poderia fazer. Instalado o serviço, teria de permanecer cliente durante 2 anos.

Sem saber o que fazer, Maria deslocou-se à delegação da DECO do Minho. Esclarecemos que poderia cancelar o contrato que tinha firmado por telefone, no prazo de 14 dias, através de carta registada com aviso de receção. 

Como ainda estava dentro do prazo, a leitora enviou a carta e julgou que tinha o problema resolvido. Mas foi surpreendida com uma fatura superior a € 940 e contactou-nos de novo.

A consumidora tinha as provas de que não tinha recebido a informação pré-contratual e voltou ao ataque junto da MEO. A empresa recusou o pedido, alegando que a instalação ocorreu antes dos 14 dias. Em julho, enviámos uma nova carta com os argumentos e provas, onde explicámos que, segundo a lei, a empresa não tinha razão. 

Por fim, a persistência deu resultado: 4 meses depois do problema surgir, a MEO deu razão à consumidora e anulou a fatura de € 940,83 relativa à absurda penalização contratual.


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