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Posso confiar no contador inteligente?

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Estes aparelhos abrem a possibilidade de o registo dos consumos ser feito à distância e acabarem as estimativas. Esclarecemos dúvidas com a ERSE e a EDP Distribuição.

  • Texto
  • Isabel Vasconcelos
04 julho 2019
  • Texto
  • Isabel Vasconcelos
contadores inteligentes

João Ribeiro

A pouco e pouco, os chamados contadores inteligentes de eletricidade começam a ocupar o seu espaço nos lares nacionais. Trata-se de aparelhos de medição digitais — os tradicionais são eletromecânicos — que, ao funcionarem integrados em redes inteligentes, garantem um conjunto de benefícios para o consumidor, como o envio automático de leituras. Em resultado disso, a faturação deixará de ser feita com estimativas, caso não seja comunicado o consumo.

Fomos contactados por consumidores que, ao receberem uma carta a anunciar a substituição do contador, ficaram com dúvidas sobre a razão da troca e as consequências que esta pode ter no dia-a-dia e na faturação. Outros, já com o novo contador, queixam-se de que o quadro dispara com mais frequência ou que o valor a pagar aumentou.

Juntámos as questões que chegaram, acrescentámos algumas que também consideramos importantes e fomos conversar com quem pode esclarecer as dúvidas do consumidor: a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e a EDP Distribuição. A primeira é a responsável pelo quadro normativo e de supervisão desta operação. A segunda é quem a está a pôr em prática, por ser o principal operador da rede de distribuição de eletricidade em Portugal Continental.

 

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