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Casas à beira-mar: maresia combate-se com boa manutenção

Os condomínios junto ao mar podem retardar o efeito corrosivo da maresia e reduzir futuros prejuízos financeiros. Saiba o que é preciso para uma manutenção adequada.

10 agosto 2017
Maresia nos prédios

Thinkstock

Os administradores dos condomínios situados no litoral devem conhecer os efeitos da maresia sobre os edifícios e adotar os procedimentos adequados para retardar o desgaste das propriedades. A falta de prevenção e manutenção pode levar a reparações mais avultadas e um desequilíbrio nas contas do condomínio.

A manutenção preventiva dos edifícios é obrigatória por lei e deve-se cumprir o calendário estabelecido para o efeito. Todos devem, de 8 em 8 anos, proceder à reparação e limpeza geral do prédio (obras de conservação ordinária). Estas obras servem para repor as características que o edifício possuía na altura da concessão da licença de utilização. Aconselhamos a confiar a manutenção preventiva do edifício a empresas e fornecedores especializados na matéria. Pesquise e informe-se bem antes de avançar com a empreitada.

Além deste cuidado, é recomendável substituir superfícies externas de ferro por outros materiais mais resistentes à corrosão, tais como compósitos (materiais não naturais que imitam bem os naturais), PVC ou alumínio. Também é preciso fazer limpezas mais regulares aos equipamentos/mecanismos que oxidam facilmente, como câmaras de segurança e elevadores. Outra das preocupações do administrador deve ser o telhado, porque convém ser alvo de uma impermeabilização adequada para evitar a acumulação de sais da maresia, nocivos à estrutura do prédio.

Antes de avançar com as obras que sugerimos é necessária a aprovação prévia da assembleia de condóminos. Só as obras urgentes e indispensáveis dispensam esta formalidade. No portal Condomínio DECO+ encontra um simulador que mostra quais as maiorias necessárias para efetuar os diferentes tipos de obras

 

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