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Excesso de pressão da água vale 312 euros

04 dezembro 2015 Arquivado

04 dezembro 2015 Arquivado

O esquentador de António Gonçalves começou a verter água por causa do excesso de pressão nas tubagens. O leitor apresentou uma reclamação à Câmara Municipal de Santiago do Cacém, mas só recebeu o dinheiro das despesas passados 3 anos, após a nossa intervenção.

Em julho de 2012, o esquentador de António Gonçalves, de Santiago do Cacém, começou a verter água sem causa aparente. Após verificação, um técnico credenciado concluiu que a anomalia tinha sido provocada por excesso de pressão da água nas tubagens. O leitor apresentou uma reclamação à entidade gestora, a Câmara Municipal de Santiago do Cacém, em meados desse mês.

A câmara municipal alertou a empresa Águas Públicas do Alentejo, entidade responsável por garantir o abastecimento em alta na zona de residência do consumidor. O erro foi assumido pela empresa logo na altura, mas sem qualquer efeito positivo no orçamento de António. A empresa exigiu-lhe a cópia da fatura das despesas efetuadas. Mas, até agosto de 2015, ainda não tinha recebido qualquer valor. 

O consumidor pediu ajuda à nossa delegação de Évora. Iniciámos contactos com a câmara municipal e com a empresa Águas Públicas do Alentejo. Depois de analisar o caso com a atenção devida, em setembro deste ano, as duas entidades indemnizaram António por todas as despesas com um cheque de 312 euros.

Aplaudimos o desfecho positivo desta reclamação. Mas não podemos deixar de criticar a longa espera por uma solução simples e legítima. O leitor só foi reembolsado pelas despesas com anomalias alheias 3 anos depois de o problema surgir e com um grande rombo na carteira. Se quiser reclamar de uma empresa, apresenta a queixa na área Reclamar do nosso portal.