Primeiras impressões

Fiat Panda: bagageira impressiona, consumo desilude

24 setembro 2012 Arquivado

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O Fiat Panda foi renovado dos pés à cabeça. Mais ágil e funcional, esta versão pretende afirmar-se como solução em tempo de crise. Revelamos os pontos fortes e fracos.

Vibrações fortes

A suspensão é equilibrada e confortável. Nas curvas, em aceleração e travagem, detetámos fortes movimentos do corpo. Mas o Fiat Panda é fácil de controlar e garante uma condução estável, bem como excelente conforto a bordo para um carro de cidade.

Dentro do Fiat Panda, medimos 71 decibéis em altas velocidades. O motor não incomoda. Apenas o vento se faz notar. Com ligeiras vibrações, a suavidade é regular, um comportamento exemplar para um pequeno motor de 4 cilindros.

O Fiat Panda demora 14,2 segundos a acelerar dos 0 aos 100 km/hora. A distância de travagem proporciona uma boa resposta: a 100 km/h precisa de 38 metros até ficar totalmente imobilizado.

Em média, a versão a gasolina do Fiat Panda consome 5,9 l/100 km em percursos mistos. Em autoestrada, a média sobe para 6,9 litros aos 100 quilómetros.

O novo Fiat Panda revelou ser mais seguro do que o seu antecessor. Ainda assim, conseguiu apenas 4 em 5 estrelas nos testes de segurança do EuroNCAP.

Na incerteza, entre a versão testada e o 1.3 Multijet a gasóleo, o custo por quilómetro desempata. Entre os principais rivais, destacamos o Smart Fortwo, Citroën C1 e VW Up. Decida com as nossas contas ao custo por quilómetro e consulte os resultados para mais de 5 mil automóveis.