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Segurança automóvel: ajudámos a salvar 78 mil vidas em 20 anos

23 fevereiro 2017 Arquivado
20 anos de crash-test

23 fevereiro 2017 Arquivado
Em 20 anos de testes de colisão, gastámos 160 milhões de euros para destruir 1800 veículos. Hoje, 9 em cada 10 automóveis têm uma avaliação de segurança. Antes, só existia a palavra do fabricante.

Carros cada vez mais seguros

Destacamos os principais momentos desta história de sucesso em defesa da segurança automóvel.

Em 1997, publicámos os primeiros resultados. Entre os fundadores, destacamos a Federação Internacional do Automóvel, o International Consumer Research and Testing (onde se inclui a DECO PROTESTE e o Departamento de Transportes do Reino Unido.

Em 2001, o aviso de falta de colocação dos cintos passa a fazer parte da avaliação. O Renault Laguna é o primeiro carro a conseguir cinco estrelas na proteção de adultos.

2003 marca a estreia da classificação da proteção de crianças.

Em 2007, revelamos os primeiros resultados do inquérito sobre o impacto do controlo de estabilidade nos automóveis novos.

Em 2008, fazemos o primeiro teste a pick-ups (Nissan Navara, Mitsubishi L200, Isuzu D-Max e Ford Ranger são os alvos). Primeiros resultados dos testes de proteção ao efeito chicote.

Em 2009, entra em vigor o novo sistema de classificação, que inclui as tecnologias de apoio à segurança.

Em 2011, os testes ao controlo de estabilidade tornam-se obrigatórios. Testamos veículos elétricos pela primeira vez. O Mitsubishi i-MiEV foi o primeiro da espécie.

Em 2015, a colisão frontal direta (a toda a largura do veículo) passa a fazer parte do protocolo de testes.

Em 2016, os Sistemas de travagem autónoma entram na classificação. É lançada a dupla classificação e são introduzidos no protocolo dois novos manequins, que representam crianças de 6 e 10 anos.