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Renault Twingo, Toyota Aygo, Peugeot 108 e Citroën C1 invadem a cidade

12 setembro 2014 Arquivado

12 setembro 2014 Arquivado

No espaço de um mês, chegam a Portugal os novos Peugeot 108, Citroën C1 e, mais recentemente, Renault Twingo e Toyota Aygo. Os carros citadinos mostram as garras e lutam pelo pódio na lista de nomeados para “Carro do Ano 2015”.

Eventos de moda, animação noturna ou ambientes glamorosos pela cidade: as marcas servem-se de tudo para apresentar os novos modelos e conquistar a atenção do público. A nossa equipa acompanha as novidades e, assim que disponíveis, revelará os resultados dos testes a automóveis.

Os automóveis citadinos são pequenos, mas a concorrência é muito forte e está em causa a luta pelo título de Carro do Ano 2015. Peugeot 108, Citroën C1, Renault Twingo e Toyota Aygo estão na lista de 32 nomeados, que será reduzida a 7 carros, mais perto do final do ano. Em 2014, o título foi atribuído por um júri de 58 jornalistas de 22 países europeus ao Peugeot 308.

Testámos o carro do ano em 2014, o Peugeot 308.

Novo Renault Twingo rasgou desenhos dos modelos antigos
Entre os 4 recentes trunfos citadinos, 3 partilham o esqueleto: o chassi, ou a plataforma de base, é o mesmo no Peugeot 108, no Citroën C1 e no Toyota Aygo. O Twingo é o mais antigo, com a primeira geração lançada em 1992. A Renault apostou numa rutura com os modelos anteriores, pelo que vimos na apresentação do novo Renault Twingo em Lisboa. A estrutura do novo Twingo é partilhada com o novo Smart ForFour, fruto de uma parceria.
Os rivais do Renault Twingo: Citroën C1, Peugeot 108 e Toyota Aygo partilham estrutura.

A revolução é visível nas linhas exteriores, a começar pelas 5 portas, em vez de 3. As portas traseiras estão equipadas com um puxador de inspiração italiana, de presença discreta perto da janela, tal como no Renault Clio.

Mas a grande novidade está no lugar do motor, que saiu da dianteira do carro e ocupa parte da bagageira. Vamos verificar em laboratório se esta inovação não sacrificou o espaço da bagageira, anunciada com uma capacidade de 188 litros ou 980 litros, com os bancos traseiros rebatidos. Pode ainda ser aumentada se rebater o banco ao lado do condutor, útil para transportar objetos mais compridos. A tração do Twingo é traseira. A marca anuncia ainda um diâmetro de viragem de 8,60 metros, um valor impressionante, que vamos pôr à prova em laboratório.

O Renault Twingo promete uma bagageira com 980 litros, com os bancos rebatidos.
O Renault Twingo promete uma bagageira com 980 litros, com os bancos rebatidos.

Afamado pelo espaço interior amplo, o novo Twingo parece disposto a manter esta tradição de há mais de 20 anos. Mas os passageiros atrás podem sentir-se um pouco claustrofóbicos, devido ao reduzido espaço e, sobretudo, pela sensação conferida pela janela sem elevador elétrico, só com abertura lateral, e pelos bancos compactos à frente, sem o encosto de cabeça separado.

Os bancos compactos à frente, sem o encosto de cabeça separado, reduzem visibilidade dos passageiros atrás.
Os bancos compactos à frente, sem o encosto de cabeça separado, reduzem visibilidade dos passageiros atrás.

A publicidade segue a linha dos outros citadinos e enfatiza as múltiplas opções de personalização: há várias combinações de cores para os diferentes elementos, dentro e fora do carro. O investimento nas ligações como equipamento de série consiste no sistema multimédia "R & GO", que permite a ligação Bluetooth ao smartphone. Após descarregar a aplicação gratuita (sistemas Android e iOS) passa a incluir sistema de navegação e acesso ao computador de bordo através do smartphone ou tablet. Na versão Luxe e Sport pode optar-se pelo R-Link Evolution, o tablet integrado com aplicações para utilizar a bordo.

Tal como os elementos exteriores, o cockpit do Renault Twingo também pode ser personalizado por cores.
Tal como os elementos exteriores, o cockpit do Renault Twingo também pode ser personalizado por cores.

O novo Renault Twingo estará à venda, a partir de novembro, com duas motorizações a gasolina desde € 11 950, com 70 cavalos, e € 14 450, com 90 cavalos. Enfrenta a concorrência das versões com 68 cavalos e 5 portas do Peugeot 108 (a partir de € 12 020), do Citroën C1 (desde € 10 800) e do Toyota Aygo (a partir de 9 940 euros).