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Mota elétrica e renting automóvel convencem os consumidores

Cristina, Helena e Carlos aproveitaram as vantagens do site Mais Mobilidade da DECO PROTESTE no renting automóvel e na compra de mota elétrica. Poupam dinheiro e deslocam-se na cidade com mais conforto.

  • Texto
  • Diana Pedro Tavares e Nuno César
02 novembro 2020
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  • Diana Pedro Tavares e Nuno César
mulher com mota elétrica super soco

4 See/António Azevedo

Quase 4 mil consumidores já aproveitaram as condições especiais do portal Mais Mobilidade. Cristina Marques, 55 anos, professora de matemática, conheceu a iniciativa do site Mais Mobilidade enquanto procurava uma solução para conseguir um carro sem compromissos duradouros. “Não tenho carro. Estávamos há dois anos à procura de uma solução”, explica-nos. Esta consumidora não queria um compromisso prolongado, tendo de pagar todos os meses, provavelmente durante anos, para depois, devido às novidades do mercado, acabar por trocar por um modelo mais novo e recomeçar o ciclo.


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Cristina Marques procurou informação no site da DECO PROTESTE. Atendendo à confiança que tem na maior organização de defesa dos consumidores em Portugal, optou pelo renting do Seat Leon 1.0 TSI Style (115 cavalos). Contas feitas, pouparia oito mil euros em dois anos e meio.

Cristina Marques, 55 anos, professora, optou pelo renting do Seat Leon e recebeu a trotinete elétrica Xiaomi. 
Cristina Marques, 55 anos, professora, optou pelo renting do Seat Leon e recebeu a trotinete elétrica Xiaomi de oferta.

A professora residente em Lisboa utiliza o automóvel para enfrentar os desafios de uma cidade como a capital portuguesa nos dias de chuva, nas compras, e para uma saída à noite. ”O Seat Leon é aquilo que procurava: confortável, económico e do tamanho que queria. Gosto muito do carro”, comenta a consumidora que, para o trabalho, se desloca de mota. “O carro nunca foi para usar diariamente”, acrescenta.

Cristina Marques já recebeu a trotinete elétrica de oferta. “O meu filho ficou felicíssimo”. Quanto aos planos para a usar, “poderá ser interessante pôr a trotinete no carro para Algés e ir para o trabalho o resto do caminho”, ou utilizá-la à beira-rio, entre outras pequenas atividades. 

A professora não hesita. “Foi a minha primeira experiência. Correu muito bem, responderam a todas as perguntas” e reforçou a segurança que já tinha na DECO PROTESTE. “É uma solução interessante para não me vincular a uma marca. E tem todos os serviços incluídos, como seguros e impostos”.

Mota elétrica para um futuro sustentável

Helena Costa, professora de equitação, 38 anos, não conhecia a iniciativa. “Quando fomos à loja Watt – Electric Moving, em Lisboa, para comprar a mota, considerámos as opções, e foi a dona da loja que nos informou desta opção”, partilha. Procurava uma mota para substituir a opção do carro. Escolheu uma mota elétrica Super Soco TC Max, que custou 5156 euros. Como a aquisição é recente, ainda não tem muita experiência, “mas se a bateria aguentar, compensa a longo prazo”, adianta.

Com esta ação, Helena Costa e o marido esperam “contribuir para o futuro dos filhos e ter um transporte alternativo mais sustentável”. “A mota é muito bonita”. A poupança, comenta, é notável, sobretudo no confronto com o que gasta com os outros dois transportes da família, um jipe e uma carrinha. “Recebemos a mota a 4 de setembro. E já sabemos qual é o gasto mensal de cada veículo. O jipe consome cerca de 10 litros aos 100 quilómetros e a carrinha gasta 6,5 litros aos 100 quilómetros. Pagamos por mês em combustível € 130 para o jipe, € 90 para a carrinha e € 10 para a mota”.

 

Helena Costa, 38 anos, professora, poupa nas deslocações diárias com a mota elétrica Super Soco TC Max. 
Helena Costa, 38 anos, professora, poupa nas deslocações diárias com a mota elétrica Super Soco TC Max.
Os percursos variam entre Caneças, Odivelas, Pontinha e a passagem pela ponte 25 de Abril para a Margem Sul, quando visita os pais. Um membro do casal leva os filhos à escola num dos outros dois veículos e o outro usa a mota para ir para o centro hípico onde trabalham. Helena está contente com a aquisição. “Não faz barulho, é leve, e o facto de ter uma bateria que podemos levar para casa ao final do dia ajuda muito”.

 

Renting do Seat Arona muito vantajoso

Carlos Filipe Teixeira, bancário, 48 anos, também não conhecia a iniciativa, enquanto procurava um carro. Mas é subscritor da DECO PROTESTE há dois anos e não faz uma compra sem nos consultar, atento aos processos dos testes para chegar à Escolha Acertada. No início do ano, começou a ter dificuldades e várias despesas com a viatura própria. “Já com 11 anos, está velhinho”, explica.

 

Carlos Teixeira, 48 anos, bancário, conduz o Seat Arona, que contratou via renting. 
Carlos Teixeira, 48 anos, bancário, conduz o Seat Arona, que contratou via renting.
Para acelerar a decisão de mudar de carro, estudou as opções. Já conhecia o serviço de renting e sabia que o mercado estava cada vez mais disponível para apresentar ao consumidor propostas satisfatórias. A decisão final, contudo, chegou “na altura do confinamento”. 

A DECO PROTESTE tratou da proposta. “A escolha do renting vale por ter tudo incluído e pelo preço, bastante mais controlado”. Escolheu o Seat Arona 1.0 TSI (115 cv), depois de consultar críticas sobre os modelos e vídeos com este tipo de conteúdos. “A escola das minhas filhas é perto, não sendo necessário um carro a gasóleo”. A potência foi um fator, bem como o facto de “ser um carro pequeno, mais fácil de estacionar”. Avança também que “o contrato é de 30 meses e é um número simpático”.

A solução do renting facilita a vida pessoal, porque consome pouco. “A escola das miúdas, as atividades, como a dança e a piscina, que agora está parada. Deslocar-me no Porto  com as crianças. E o fator tempo”. Para o bancário hesitante em aceitar a oferta, “valeu a pena ponderar as despesas que temos. É muito vantajoso”, remata.

 

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