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Fãs do renting automóvel, motas e bicicletas elétricas em discurso direto

Cinco consumidores partilham tudo sobre a sua experiência com as compras mais recentes. O que os une? São fãs do portal Mais Mobilidade e poupam com estas soluções.

  • Texto
  • Nuno César
13 maio 2021
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  • Nuno César
portal mais mobilidade carro com desconto no ecrã do telemóvel

Victor Machado

Paulo Torrinha, Vasco Rosa, Rui Jesus, Christiano Guerra e Leonel Sanches são exemplos de determinação à procura de novas soluções de mobilidade para as viagens diárias. Quatro mil portugueses registaram-se no portal Mais Mobilidade.

Poupe com o portal Mais Mobilidade

Tal como os consumidores que inspiram o nosso roteiro, pode beneficiar de descontos em combustível, bicicletas, trotinetes e motas elétricas. Negociámos renting automóvel com condições especiais e descontos na compra de trotinetes, motas e bicicletas elétricas.

Renting automóvel sem despesas inesperadas

Todos podem acelerar ao volante do renting que negociámos para automóveis. Fiat 500 híbrido, Fiat 500C, Nissan Micra, Seat Ateca e o 100% elétrico Nissan Leaf estão na lista de propostas. Prestação fixa com tudo incluído, zero preocupações, contrato revisto e linha de apoio são as principais vantagens. Na proposta negociada com a LeasePlan, destacamos a manutenção, as revisões, os pneus ilimitados, os impostos, o seguro, a assistência em viagem e o carro de substituição.

Leonel Sanches, 51 anos, diretor financeiro de uma empresa pública de saúde, vive em São Domingos de Rana (Cascais). Deslocava-se em exclusivo de mota para Lisboa há sete anos. E decidiu procurar uma alternativa para o tempo mais frio e chuvoso. Depois de fazer contas ao renting, ficou interessado. Subscreve as nossas revistas há 15 anos. Pesquisou no nosso site e foi facilmente parar ao portal Mais Mobilidade, onde iniciou os contactos para avançar com o contrato de renting do Nissan Micra. Descobriu outras soluções, mas considerou que esta era a melhor proposta. Para Leonel Sanches, o carro “tem o que é preciso, é ágil e bom para cidade”. Paga cerca de 210 euros por mês. A mota antiga é mais poupada nos consumos, mas Leonel precisava mesmo de uma alternativa mais confortável para viajar.

Leonel Sanches, de São Domingos de Rana (Cascais), contratou o renting de um Nissan Micra. 
Leonel Sanches, de São Domingos de Rana (Cascais), contratou o renting de um Nissan Micra.

Paulo Torrinha, 41 anos, engenheiro informático, de Corroios (Seixal), subscreve as revistas PROTESTE e DINHEIRO & DIREITOS desde 2007. Também aproveitou a ação do renting automóvel para ter uma viatura mais recente sem preocupações com seguros, manutenções e com um investimento inicial reduzido, além de contar com uma maior flexibilidade para trocar o carro sem o pesadelo de compra e venda com desvalorização. Ficou a pagar 250 euros por mês. Sonhava há algum tempo em ajudar o ambiente com um carro elétrico, mas teve de excluir esta opção, porque o preço continua elevado. Ainda assim, cumpriu o objetivo de ter um carro menos poluente do que o anterior. Escolheu agora o Seat Leon a gasolina.

Paulo Torrinha, de Corroios (Seixal), destaca a rapidez do processo e o prazer de condução do Seat Leon. 
Paulo Torrinha, de Corroios (Seixal), destaca a rapidez do processo e o prazer de condução do Seat Leon.

Fãs das motas e bicicletas elétricas

Vasco Rosa, 46 anos, é técnico superior numa entidade pública e vive em Comenda (concelho de Gavião, distrito de Portalegre). Subscritor da DECO PROTESTE há mais de 12 anos, comprou a Super Soco TC Max, que lhe custou 5107 euros. Carrega-a em casa, onde conta com painéis solares fotovoltaicos. Vasco Rosa é fã do site da DECO PROTESTE e nas pesquisas regulares sobre mobilidade percebeu que poderia beneficiar de um desconto. Registou-se no portal Mais Mobilidade para avançar com o negócio.

Dado o grande período de confinamento, ainda não teve muitas oportunidades para viajar com a nova aquisição. Destaca o facto de ter feito a compra em dezembro e recebido a mota logo em janeiro de 2021. O tempo de chuva não ajudou e foram poucos os dias de serviço no exterior. Ainda assim, realça as vantagens desta experiência no capítulo da poupança e do ambiente.

“Confortável e contribui para reduzir as emissões poluentes”, destaca Vasco Rosa, de Comenda (Gavião), sobre a mota elétrica Super Soco TC Max. 
“Confortável e contribui para reduzir as emissões poluentes”, destaca Vasco Rosa, de Comenda (Gavião), sobre a mota elétrica Super Soco TC Max.

Vasco Rosa e a mulher precisam de viajar com regularidade para sítios diferentes: Vasco desloca-se para Ponte de Sor e a esposa até Mação. Precisavam de dois carros, o que implicava gastar diariamente e a dobrar, em média, 6 litros aos 100 quilómetros. Além do combustível, a manutenção pesa na conta. “E o ano passado foi a gota de água para a decisão de comprar um veículo elétrico”, assume Vasco que não se esqueceu “da fatura da grande revisão com os dois carros com mudança de correia de distribuição, óleo, filtros, discos, pastilhas de travão e peças de desgaste”.

Em novembro de 2020, numa pesquisa online, encontrou a mota elétrica SuperSoco TC Max. Gosta do design e aprecia o desempenho: “confortável, conduz-se bem, contribui para reduzir a emissão de CO2 e quase não requer manutenção”. A autonomia permite fazer o circuito diário. É difícil encontrar um defeito. Apesar de o circuito que faz ser considerado interurbano, permite chegar à velocidade de 90 km/h onde é possível. “O consumo neste cenário aumenta, reduzindo a autonomia, mas é possível fazer a viagem com uma carga sem stresse”, garante Vasco Rosa.

Carrega-a em casa, onde conta com outra vantagem. Dado que tem painéis fotovoltaicos, efetua o carregamento aproveitando esta fonte de energia. Nos dias em que não é significativa a produção de energia solar, carrega-a durante a noite, aproveitando a tarifa bi-horária. Quando o faz em dias de sol, o carregamento fica a custo zero. Este leitor já nota poupança. Com a mota atenua 60% das viagens de carro por ano, mas não abdica totalmente do automóvel. Em circunstâncias normais e ao atual preço do combustível, se for de carro para o trabalho, faz 70 km na ida e volta, gastando 7 euros por dia, só em combustível. Se for de mota, gasta apenas 50 cêntimos no mesmo percurso. A mota elétrica não obriga a tanta manutenção. Resume-se a pneus, pastilhas de travão e a longo prazo a durabilidade da bateria.

Rui Jesus, 50 anos, é professor. Vive em Ermesinde e é nosso subscritor desde dezembro de 2014. Comprou a bicicleta elétrica Neomouv Carlina por 1463 euros. Tinha uma mota de alta cilindrada, à qual dava pouco uso. E, no último ano, ao perceber que fazia mais quilómetros na bicicleta mecânica do que na mota, decidiu vendê-la e comprar uma bicicleta elétrica.

Rui Jesus, de Ermesinde, trocou a mota pela nova bicicleta elétrica Neomouv Carlina. 
Rui Jesus, de Ermesinde, trocou a mota pela nova bicicleta elétrica Neomouv Carlina.

A instituição de ensino superior onde trabalha fica a 10 km de casa. E, por vezes, faz viagens de 60 km. A bicicleta tem uma autonomia de 80 km e Rui prevê usar a bicicleta em todos estes trajetos. Conta-nos que a mulher também tem sido uma condutora frequente. Ao contrário da moto, a bicicleta serve para mais elementos da família. Carrega a bicicleta em casa.

Terminamos esta corrida como começámos, ao volante do renting automóvel. Christiano Guerra, 41 anos, é engenheiro e testa software de automação. Paga 249 euros por mês pelo popular Seat Ateca, que utiliza para levar o filho à creche. Christiano destaca a boa visibilidade e a satisfação com o nível do equipamento de tecnologia a bordo. Boas compras e boas viagens sem arriscar.

Christiano Guerra, de Vila do Conde (Porto), juntou o útil ao agradável. Destaca a visibilidade e o equipamento tecnológico do Seat Ateca. 
Christiano Guerra, de Vila do Conde, juntou o útil ao agradável. Destaca a visibilidade e o equipamento tecnológico do Seat Ateca.

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