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Citroën C4 Cactus: o lado prático do estilo

30 junho 2015 Arquivado
Citroën C4 Cactus

30 junho 2015 Arquivado

O Citroën C4 Cactus promete fazer história com os airbumps. Estas almofadas de ar ajudam a poupar em reparações. O espaço abunda e a condução é segura. Únicos contras: a falta de versatilidade atrás e o treino para operar o ecrã tátil. Custa desde 16 mil euros.

Sem riscos, nem amolgadelas

A zona do motor não está totalmente coberta, o que afeta a aerodinâmica. Dentro do Citroën C4 Cactus, domina uma floresta de plásticos fáceis de arranhar. Os amplos bancos dianteiros parecem um sofá, embora o apoio lombar não se adapte a todos os utilizadores. O revestimento das portas, as pegas interiores e a parte superior do painel em tiras de couro evocam a viagem.
Os painéis flexíveis protegem de amolgadelas e das mossas.
Os painéis flexíveis protegem de amolgadelas e das mossas.
No capítulo da visibilidade, o Citroën C4 Cactus cumpre os mínimos. Para o condutor, a visibilidade é aceitável. A parte frontal e o final da traseira são fáceis de estimar. Os obstáculos são fáceis de detetar à frente. Já atrás a altura elevada do vidro traseiro dificulta muito a identificação de obstáculos baixos. Para agravar este cenário, o espelho interior é pequeno e oferece um campo de visão fraco.
O último pilar é enorme e impede uma boa vista para trás.
O último pilar é enorme e impede uma boa vista para trás.

Para lavar o limpa para-brisas, o Citroën C4 Cactus já traz os jatos de água nas próprias escovas. Mas o sistema é lento e falha a distribuir a água.

A posição de condução agrada, mas a soleira das portas obriga a praticar “salto em altura” para dentro do carro. À frente e sobretudo atrás, é fácil entrar e sair do Citroën C4 Cactus, devido ao elevado ângulo de abertura das portas. Mas o teto foi despido de pegas para os ocupantes.