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Citroën C4 Cactus: o lado prático do estilo

30 junho 2015 Arquivado
Citroën C4 Cactus

30 junho 2015 Arquivado

O Citroën C4 Cactus promete fazer história com os airbumps. Estas almofadas de ar ajudam a poupar em reparações. O espaço abunda e a condução é segura. Únicos contras: a falta de versatilidade atrás e o treino para operar o ecrã tátil. Custa desde 16 mil euros.

Irreverente e económico

O Citroën C4 Cactus apresenta uma boa suspensão e proporciona uma condução agradável. No eixo traseiro, acusa alguma dureza a rodar em calçada.

Os 3 cilindros do motor turbo gostam de se fazer notar. A suavidade não é o seu forte, mas agrada pela média dos consumos que medimos. Em média, ao fim de uma centena de quilómetros distribuídos por cidade, estrada e autoestrada, a versão que experimentámos consome 5,1 l de gasolina. O depósito atestado de 50 litros proporcionou 980 km de autonomia em percursos mistos.

O vidro traseiro sem elevador só abre para fora e nunca totalmente.
O vidro traseiro sem elevador só abre para fora e nunca totalmente.

Em velocidades elevadas, medimos 69,5 decibéis dentro do Citroën C4 Cactus. O motor gosta de se fazer notar a toda a hora, sobretudo se o carro for carregado.

Apreciámos o motor com um bom desempenho e flexibilidade aceitável. O punho da caixa acusa alguma resistência a mudar as velocidades. O indicador das mudanças é fácil de ler: recomenda ao condutor uma velocidade mais elevada, mas ignora as reduções.

A condução é precisa, mas a direção demora um pouco a responder a manobras mais bruscas. Em curvas rápidas, exigiu correções. O diâmetro de viragem que medimos de 11,3 m é aceitável. A distância de travagem é boa: a 100 km/h, o Citroën C4 Cactus precisa de 37,5 metros até ficar imobilizado.