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BMW X1: robusto e com bom desempenho

31 dezembro 2013 Arquivado

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O BMW X1 destaca-se pelo espaço interior e ótimo contacto com a estrada. A reduzida capacidade da mala e a falta de visibilidade atrás são os pontos críticos.

Bons acabamentos, má visibilidade

A parte inferior do para-choques e das portas proporciona uma boa proteção contra as aventuras do estacionamento. Mas o bloco inferior da carroçaria e do motor não está totalmente coberto, o que provoca turbulência e menos eficiência.
Ao volante do BMW X1, salta à vista a construção de qualidade e os bons acabamentos.
Ao volante do BMW X1, salta à vista a construção de qualidade e os bons acabamentos.

Na utilização diária, o BMW X1 destaca-se pelo conforto total em quatro bancos. Pena que o assento traseiro central seja tão estreito. Só serve para trajetos curtos.

O banco do condutor está recheado de comandos para ajustar em altura e profundidade e até o apoio lombar, mas a utilização é pouco prática: perdemos algum tempo até encontrar a posição ideal à medida das nossas exigências de conforto e visibilidade. Neste capítulo, o condutor domina o que se passa ao seu redor na estrada. Mas os obstáculos atrás são difíceis de detetar.

O espelho interior exibe um campo de visão medíocre.
O espelho interior exibe um campo de visão medíocre.

Com um formato prático, esperávamos mais generosidade da bagageira do BMW X1. A nossa equipa mediu apenas 310 litros ao serviço das suas necessidades. Já com os bancos rebatidos, passa a contar com 650 litros.

A porta abre facilmente e o fundo da mala é fácil de alcançar. O mecanismo para rebater os bancos merece nota positiva: simples e amigo do condutor. O encosto central pode ser rebatido de modo a criar uma zona de carga. Por baixo do piso da mala, dispõe de 15 litros para arrumar objetos.

Só com os bancos rebatidos a bagageira ganha interesse: medimos 650 litros.
Só com os bancos rebatidos a bagageira ganha interesse: medimos 650 litros.