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Testámos 30 amostras, 27 marcas ultrapasteurizadas (UHT) e 3 pasteurizadas: não detetámos antibióticos nem outros anti-infecciosos ou adulterações, além de o tratamento térmico ser bem efetuado. Mimosa e Terra Nostra (UHT) e Mimosa (pasteurizado) são as melhores marcas do nosso estudo. A última, na versão pasteurizada, é também Escolha Acertada. Entre os leites UHT, aquele título recai na marca É, do Continente.

Uma família de quatro pessoas, que beba 1 litro de leite por dia e opte pela marca É (Continente), poupa até € 15 por mês face à Président, a mais cara do teste. Por ano, são cerca de € 180 que consegue orientar para outros bens essenciais.

Veja o vídeo da reportagem da RTP sobre como testamos o leite

Falhas pontuais

Amanhecer, Milsani, President, Polegar e Pâturages (todos leites UHT) apresentam pequenas falhas ao nível da esterilidade, devido a desenvolvimento microbiano. Má pasteurização, raro hoje em dia, leite cru contaminado ou embalagem com microrruturas podem estar na origem do problema. Caso os microrganismos se desenvolvam, a embalagem do leite pode ficar “inchada”, desaconselhando-se o consumo. Alerte para a situação na loja.

Detetámos aflatoxina M1 nas marcas Continente e Auchan (ambas com a denominação Laticínios dos Açores), abaixo dos limites máximos permitidos. Produto metabólico da aflatoxina B1, a M1 está presente no leite e nos produtos lácteos provenientes dos animais que tenham consumido alimentos contaminados por bolores. No leite, deve ser evitada ou limitada a um valor muito baixo. Assim, protege-se a saúde da população, sobretudo dos grupos mais sensíveis, como as crianças.