Como testamos

Cereais de pequeno-almoço: como testamos

27 novembro 2019
menina com taça de cereais de pequeno-almoço à mesa

Composição nutricional, rotulagem, sabor, aroma e textura foram alguns aspetos analisados.

Analisámos a composição nutricional disponível no rótulo e avaliámo-la recorrendo aos critérios do Nutri-score, logótipo com uma escala de cinco letras associadas a cores que pretende mostrar a qualidade nutricional dos alimentos. Passamos a explicar: considera-se os teores de ácidos gordos saturados, os açúcares, o sal e a fibra, o valor calórico por 100 gramas e ainda a percentagem de proteína, de fruta, de legumes e de frutos secos.

Pedimos a um painel de consumidores para avaliar aspeto, odor, textura e sabor. A degustação dos cereais do teste decorreu sob anonimato e de forma aleatória.

No laboratório, pesquisámos micotoxinas, toxinas produzidas por certos fungos, tais como aflatoxinas (B1, B2, G1 e G2), ocratoxina A e zearalenona.

Analisámos os rótulos, que apresentavam sempre a informação exigida por lei, como a lista de ingredientes e a declaração nutricional. As diferenças residem ao nível da presença de outras informações importantes e que nem sempre encontramos, como a indicação do teor de fibra, o resumo da rotulagem nutricional e o número de porções na frente da embalagem para ajudar o consumidor a fazer melhores escolhas. 

 

 

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