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Receitas para namorados confinados

Se gosta de manter as tradições, assume o São Valentim que há em si e tem talento para doces, siga as receitas do chef Nelson Félix e acompanhe-as com um vinho espumante rosé.

  • Dossiê técnico
  • Dulce Ricardo e Susana Costa Nunes
  • Texto
  • Deonilde Lourenço
11 fevereiro 2021
  • Dossiê técnico
  • Dulce Ricardo e Susana Costa Nunes
  • Texto
  • Deonilde Lourenço
dia dos namorados

iStock

Em tempos que clamam por recolhimento, a comemoração do Dia dos Namorados, ou de São Valentim, pode acontecer entre quatro paredes. Seja ridículo, ou ridícula, como uma carta de amor, tal como versejava Fernando Pessoa. Comece por comprar os ingredientes certos e siga o nosso passo-a-passo, para confecionar brownies, fondue com vários tipos de chocolate e espetadas de fruta. Empenhe-se e regue o encontro com vinho espumante rosé

Vamos às receitas. As mãos que nos guiaram são do chef Nelson Félix e as fotografias, de João Ribeiro.

Brownie

 

Serve 2 pessoas

Confeção 30 minutos

Preço € 1,34

Valor nutricional 538 kcal por namorado

 

Ingredientes

35 g manteiga

50 g açúcar mascavado

2 ovos

20 g farinha de trigo 

15 g cacau

50 g chocolate negro, com 55% de cacau

15 g de nozes

 

Método de execução

 
Numa tigela, trabalhe o açúcar com a manteiga até obter uma mistura homogénea.
 
À mistura anterior, adicione um ovo de cada vez.
 
Envolva no preparado o chocolate, previamente derretido em banho-maria.
 
Peneire a farinha e o cacau em conjunto...
 
... e acrescente-os à mistura anterior.
 
Envolva as nozes.
 
Num tabuleiro retangular, forrado com papel próprio para ir ao forno, espalhe a massa até ficar com cerca
de um centímetro de altura. Coza a 180ºC, entre 15 e 20 minutos.
 
Após esfriar, corte quadrados pequenos de brownie ou, em alternativa, utilize um pequeno cortante em forma de coração.

Fondue de chocolate com espetadas de fruta

  

Serve 2 pessoas

Confeção 5 minutos

Preço € 3,51

Valor nutricional 712 kcal por namorado (sem brownie)

 

Ingredientes

50 g de chocolate negro

50 g de natas

 

50 g de chocolate de leite

25 g de natas

 

50 g de chocolate branco

25 g de natas

 

50 g de chocolate ruby

25 g de xarope de groselha

 

1 rodela de ananás

1 banana

1 quivi

 

Método de execução

 
Comece por picar o chocolate em pedaços pequenos.
 
Ferva as natas, ou o xarope de groselha, no caso do chocolate ruby, ou aqueça bem no microondas, e coloque em cada taça de chocolate (negro, de leite, branco e ruby) a quantidade respetiva.
 
Envolva as natas, ou o xarope de groselha, em cada um dos tipos de chocolate, até obter uma mistura homogénea. Depois, coloque o preparado numa taça de vidro ou de porcelana.

Faça as preparações com antecedência. Na hora de servir, aqueça-as no microondas durante 15 segundos e mexa com uma colher. Se necessário, volte a aquecer durante mais 10 segundos.

 
Corte uma rodela de ananás, uma banana e um quivi em pedaços. Espete-os em paus de madeira, alternados com brownies. Mergulhe-os no fondue.

Salame de chocolate

 

Para aproveitar as sobras de brownie e de fondue, atreva-se e faça um salame. 

 
Misture bem o que restou do salame e dos vários fondues de chocolate, dê-lhe a forma de salame, envolva em papel de alumínio... et voilà!

Salada de frutas

Não usou a fruta toda nas espetadas? Nada como adaptá-las a uma receita simples.

 
Pegue num copo ou numa taça e componha os pedaços de fruta para a sobremesa ou para o lanche.

A lenda de São Valentim

Cartas, bilhetes, chocolates e flores, provas materiais de um amor mais ou menos ardente ou fogoso, adornam o 14 de fevereiro, instituído como Dia dos Namorados ou de São Valentim. Mas que eventos estão por trás deste dia? A data e o nome estão unidos por uma fatalidade, que posteriormente se transformou numa celebração. Valentim, um bispo, foi executado a 14 de fevereiro, no longínquo ano de 269. Conta a lenda que, enquanto aguardava o suplício de uma sentença implacável, muitos anónimos lhe fizeram chegar às mãos aqueles que se converteriam nos símbolos de uma tradição: pequenas missivas e ramos florais.

Mas qual foi o pecado de Valentim, mais tarde canonizado, para uma sentença tão violenta como a decapitação? Consta que desobedeceu ao imperador Cláudio II, quando este, com o intuito de formar um exército romano poderoso, ordenou o cancelamento de casamentos. Os jovens enviados para a guerra não podiam ser tentados a descurar os deveres militares. Todos os homens da Igreja obedeceram... Bom, menos um – que se saiba, e que nos tenha sido dado conta até aos dias de hoje. Certamente um romântico incurável, Valentim continuou a abençoar matrimónios em segredo. A rebeldia, uma vez descoberta, custou-lhe a vida. Um desfecho trágico, que viria a dar força ao romanesco desta história. Até porque, antes de morrer, o próprio bispo cedeu ao amor, ao apaixonar-se pela filha cega do carcereiro, também autora de algumas mensagens. O amor correspondido teria restituído a visão à jovem. É uma lenda, com certeza. Mas que importa?

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