Marsans dá poucas garantias na reunião com DECO
As informações prestadas na passada terça-feira pelo director-geral da agência de viagens Marsans não permitem concluir que os direitos dos consumidores estejam protegidos.
É a principal conclusão da reunião ontem, a pedido da DECO, para obter esclarecimentos devido ao fecho das agências.
A associação de defesa do consumidor reforça a sua posição: apela a todos os lesados para exercerem os direitos (ver opções nas FAQs) e a enviarem para os seus serviços as reclamações.
A DECO sublinha ainda que a caução depositada pela Marsans no Turismo de Portugal é insuficiente para cobrir os valores em causa e denuncia a fraca fiscalização por aquele organismo.
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