Iniciativa e formação são a luz ao fundo do túnel para mais de 500 mil trabalhadores sem emprego. Maioria tem poucas qualificações e acima de 35 anos.
Falências, reestruturações e fusões fizeram o desemprego de milhares em 2009.
Em Dezembro, a percentagem de inscritos nos centros cresceu 26% face a igual
período em 2008, a maioria entre 35 e 54 anos.
Profissionais não qualificados dos serviços e comércio, protecção e segurança
e empregados de escritório representam a maior fatia. Mas a crise afecta também
directores e gerentes de pequenas empresas, que registam um dos maiores aumentos
percentuais.
Para muitos, o subsídio é a solução. Mas há alternativas para quem pretende
desafiar o destino e criar a sua actividade.