|
O Governo fixou em 25 mil euros o apoio à criação do próprio emprego. Podem aceder desempregados sem direito ao financiamento tradicional.
Um ano após aprovar a concessão de microcrédito por agentes não financeiros, como câmaras municipais e fundações, o Governo limita o valor do apoio a 25 mil euros por projeto e clarifica as atividades que podem ser financiadas: pequenos negócios ou ações de formação que permitam aos candidatos desenvolver os projetos a financiar.
Este apoio destina-se a desempregados que tenham dificuldade em aceder ao mercado de crédito tradicional. Segundo o mesmo diploma, aprovado em dezembro, compete às sociedades financeiras analisar a viabilidade dos projetos e o montante a atribuir a cada candidato. Algumas já são conhecidas, mas continua por revelar a lista das novas entidades que se qualificaram para conceder microcrédito.
Se reúne as condições para beneficiar, elabore um projeto com as características do negócio, a localização e o valor a investir. Depois, contacte um dos bancos com financiamento nestes moldes ou as entidades com as quais têm protocolo. É o caso da Associação Nacional de Direito ao Crédito, do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) ou da Santa Casa da Misericórdia.
Em regra, o microcrédito permite beneficiar de carência de capital nos primeiros 3 a 24 meses (só paga juros) e de taxas mais reduzidas. Em março de 2010, as melhores rondavam os 2,3% a 3,2% para empréstimos de € 7000 a 3 anos.
Última atualização em janeiro de 2011
|