Teleconsulta: opinião dos utilizadores
Serviço cómodo e eficaz é a opinião unânime dos utentes que ouvimos em Vila Viçosa.
 Hortênsia Alves, 46 anos |
Acompanha o pai, de 89 anos, à consulta de dermatologia há,
pelo menos, 3 anos. Não sente grande diferença entre esta e a presencial:
quando tem dúvidas o especialista responde e recomenda medicamentos, se
necessário. "É muito cómodo. Para ir ao hospital, perdia um dia. Aqui
resolvo o assunto em 1 ou 2 horas", comenta.
O pai de Hortênsia sofre
de psoríase e é visto com alguma regularidade pelo especialista. O médico
de família marcou a primeira consulta e, agora, vêm quando o "doutor do
hospital manda". As consultas têm de ser rápidas, pelo que é preciso levar
a lição estudada: "penso antes no que quero perguntar e não tenho
dificuldade", afirma convicta.
 Ana Margarida Anão, 18
anos |
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Frequenta a teleconsulta há um ano, devido a uma acne
severa. Tem boa impressão do serviço e sente que o diagnóstico e
tratamento seriam os mesmos numa consulta presencial. Gostava de comunicar
através da câmara e fica feliz por não ter de deslocar-se a Évora e passar
um dia no hospital. Tem indicação para voltar no prazo de 4 meses para
vigilância e eventual ajuste de tratamento. |
 Delfina Caracol, 71 anos |
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No passado experimentou a teleconsulta de cardiologia. O
especialista aconselhou-lhe medicamentos e tem o problema controlado pelo
médico de família. Agora frequenta a dermatologia devido a peladas na
cabeça e manchas amareladas na pele. Prefere as consultas presenciais, por
se sentir mais à vontade. "É um bocado difícil explicar-me para a câmara",
confessa. Mas tem confiança no médico e sabe que, para ir no hospital,
teria de ficar em lista de espera, provavelmente, durante meses. Assim,
consegue ser vista, no máximo, em 2
semanas. |
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