Logotipo da DECO/PRO TESTE
 
rule: Anonymous
Se já está registado faça o seu login
Nome de utilizador
Palavra-passe
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe?
 
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe
Especial
SOS Poupar
TDT
Eletricidade sem extras
Afinsa
Protocolos
Avaliação da habitação
Cartão de crédito
Corretagem on-line
Poupança-reformado
PPR
Radão
Reparação automóvel
Seguro auto e mota
Solares de Portugal
Tempos livres
Vantagens para seniores
Ferramentas
Simuladores
Testes comparativos
Proteste Auto
Comparar e Poupar
Guias práticos
Alertas
Conselhos financeiros
da DECO PROTESTE


Cuidados de saúde na Europa: mobilidade desigual

Opção de recorrer a serviços sem internamento fora do País e ser reembolsado pelo Estado avança. Mas o pagamento adiantado não é acessível a todos.

Portugal votou contra a proposta de lei, sobretudo, por recear desigualdades no acesso à informação. Mas aquela foi aprovada pelos ministros da saúde da União Europeia no início de Junho último. A directiva clarifica o reembolso de tratamentos sem internamento noutro país, mas arrisca acentuar diferenças económicas entre utentes. Vai ainda ser submetida a discussão no Parlamento Europeu.

É o caso de cirurgias em ambulatório ou consultas comparticipadas pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS). O utente não precisa de autorização prévia, mas só recebe o valor coberto pelo SNS. Caso o tratamento seja mais caro no estrangeiro do que cá, tem de pagar o restante, bem como viagens e estada. A diferença pode ser inacessível para algumas carteiras, como alertámos no último artigo.

Se o tratamento obrigar a uma noite de hospitalização, é preciso autorização prévia, para ser reembolsado depois. Os consumidores criticam também a política de pagamento adiantado e reembolso posterior. Os serviços privados não estão abrangidos pela directiva. Para evitar recorrer ao privado sem querer, é essencial que o utente saiba se os prestadores são públicos ou têm acordos com o Estado e aceda a informação sobre os tratamentos e os seus custos.

Os critérios para atribuir a autorização prévia de cuidados com internamento ficam a cargo de cada Estado-membro. Devem ser bem divulgados e prever um prazo de resposta. O tempo de espera excessivo, motivo para viajar em busca de tratamento sem autorização, continua pouco claro: não está definido em dias e depende do caso. 

  Última atualização em junho de 2010

 
 
  Deco Proteste   Publicações   Ferramentas   Multimédia   Arquivo
 
  Contactos   Proteste   Simuladores   Animações   Artigos Acompanhe-nos
  Quem somos   Dinheiro & Direitos   Proteste Auto   Fotogalerias   Dossiês
  Perguntas frequentes   Teste Saúde   Comparar e Poupar   Vídeos   Dicas
DECO PROTESTE no Facebook  DECO PROTESTE no Twitter  DECO PROTESTE no YouTube  DECO PROTESTE RSS
  Protocolos   Guia Fiscal           Comunicados
  SOS Consumidor   Guias práticos            
  Proteste Investe   Miniguias              
 
© 2011 DECO PROTESTE. Independente | Credível | Perto de si