Logotipo da DECO/PRO TESTE
 
rule: Anonymous
Se já está registado faça o seu login
Nome de utilizador
Palavra-passe
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe?
 
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe
Especial
SOS Poupar
TDT
Eletricidade sem extras
Afinsa
Protocolos
Avaliação da habitação
Cartão de crédito
Corretagem on-line
Poupança-reformado
PPR
Radão
Reparação automóvel
Seguro auto e mota
Solares de Portugal
Tempos livres
Vantagens para seniores
Ferramentas
Simuladores
Testes comparativos
Proteste Auto
Comparar e Poupar
Guias práticos
Alertas
Conselhos financeiros
da DECO PROTESTE


Vigiamos a sua mesa todo o ano

Falta de higiene, má conservação e fraudes económicas marcaram investigações de 2008. Lei falha e fiscalização não é eficaz.

Os nossos testes são, por vezes, acusados de alarmistas por produ­tores e autoridades públicas. Mas estas não são tão rápidas a reagir com avanços na lei, nalguns casos, incompleta ou até inexistente. Para exigir mais acção e defender a saúde pública, os temas alimentares continuam a ser uma prio­ridade nas nossas publicações.

A falta de parâmetros legais para microrganismos é uma denúncia da maioria dos testes de 2008. Para avaliarmos a qualidade de 577 produtos, recor­remos, muitas vezes, a padrões e lei de outros países. Mas, com legislação adequada, seria mais fácil fiscalizar e punir quem falha na higiene e conservação. As análises a carne de borre­go e frango revelaram muitas bac­térias potenciais causadoras de in­fecções alimentares, como Listéria monocytogenes e Campylobacter, não previstas na lei. Boa cozedu­ra e cuidados na preparação po­dem minimizar esses problemas. Mas a confiança do consumidor não se cozinha. 

Este é um tema preocupante: a cada ano, um em cada três ha­bitantes dos países industrializa­dos sofre infecções, intoxicações e outras doenças transmitidas pelos alimentos, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Ovos pouco frescos
Mais de metade das 23 embalagens continha ovos com peso inferior à classe indicada, concluímos no estudo publicado na Proteste n.º 290, de Abril. Denunciámos pou­ca frescura e medicamentos proi­bidos em 3 marcas à Secretaria de Estado do Comércio, Serviços e De­fesa do Consumidor e Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). Esta prometeu fiscalização.

Frutos maduros em 7 dias
A maioria dos 25 ananases e abaca­xis apresentava defeitos exteriores. Uma semana depois da compra, alguns estavam muito maduros e com sinais de podridão. Mais de um terço chumbou na degustação, como referimos na Proteste n.º 291, de Maio.

Borrego em putrefacção
Mau odor e hemorragias, entre ou­tros, afectaram 8 das 17 amostras de borrego, identificadas na Proteste n.º 293, de Julho/Agosto. Uma estava mesmo im­própria para consumo. Alertámos a ASAE para os problemas de higiene e conservação. Responderam com fiscalizações de Junho e Julho em 303 talhos, com 101 processos de contra-ordenação e 8 mil euros de carne apreendida.

6 douradas custam o dobro
Em 33 douradas, a de captura cus­tou-nos cerca de € 25, em média, e a de aquicultura não ultrapassou os 10 euros por quilo. Mas em 6 locais pagámos o dobro por peixe que era, afinal, de aquicultura, como noticiámos na Proteste n.º 294, de Setembro. Na altura, denunciámos o problema à ASAE. Mas os consumidores desconhecem as acções realizadas.

171 cereais muito doces
Os cereais de chocolate têm mui­to açúcar, sal e poucas fibras, alertámos na Proteste n.º 295, de Outubro. Pais, estudantes e profissionais junta­ram-se ao nosso apelo contra o po­der da publicidade. Restrições ao marketing ainda estão à espera do Governo. A Associação Portuguesa de Produtores de Flocos de Cereais sublinhou que a informação nutricio­nal está nas embalagens.

Bactérias em 69 peças de frango
As análises microbiológicas reve­laram várias bactérias potenciais causadoras de infecções alimenta­res. Resultado: 66 amostras chum­baram no estudo da Proteste n.º 296, de Novembro. Comunicámo-lo à ASAE e à Direcção-Geral de Veterinária (DGV). Esta não avançou medidas para proteger o consumidor e limitou-se a criticar o estudo. A DGV não pode falhar na primeira fase de inspecção, ao nível da produção primária, onde surgem muitos problemas de microbiologia.

  Última atualização em janeiro de 2009

 
 
  Deco Proteste   Publicações   Ferramentas   Multimédia   Arquivo
 
  Contactos   Proteste   Simuladores   Animações   Artigos Acompanhe-nos
  Quem somos   Dinheiro & Direitos   Proteste Auto   Fotogalerias   Dossiês
  Perguntas frequentes   Teste Saúde   Comparar e Poupar   Vídeos   Dicas
DECO PROTESTE no Facebook  DECO PROTESTE no Twitter  DECO PROTESTE no YouTube  DECO PROTESTE RSS
  Protocolos   Guia Fiscal           Comunicados
  SOS Consumidor   Guias práticos            
  Proteste Investe   Miniguias              
 
© 2011 DECO PROTESTE. Independente | Credível | Perto de si