1. Verdadeiro. O genérico só entra no mercado quando uma substância activa perde a patente e pode ser produzida por outras empresas. A sua eficácia e segurança já é bem conhecida, pelo que o genérico apenas tem de comprovar a equivalência terapêutica ao medicamento de referência, o que permite reduzir o preço final.
2. Falso. O leite é uma importante fonte de cálcio para o nosso organismo, mas há alternativas: queijo, iogurtes, brócolos, conservas de peixe e frutos secos são exemplos. A bebida de soja enriquecida em cálcio é outra opção.
3. Verdadeiro. Em 2007, a maioria das intoxicações ocorreu nos primeiros 4 anos de vida e mais de metade foram causadas pela ingestão indevida de medicamentos, segundo o Centro de Informação Antivenenos. Os mais comuns são o paracetamol e os ansiolíticos.
4. Verdadeiro. A evolução das lesões no colo do útero é lenta: podem decorrer 10 anos até que se tornem malignas. Se a mulher fizer uma citologia regularmente, as lesões são detectadas e tratadas a tempo. A Direcção-Geral da Saúde recomenda 2 exames anuais seguidos. Se os resultados forem normais, a frequência passa a ser a cada 3 anos. As recomendações europeias apontam para intervalos entre 3 e 5 anos.
5. Falso. A cirurgia justifica-se apenas em hérnias grandes e dolorosas ou quando há o risco de estrangulamento do intestino, que pode colocar a vida em risco. Caso contrário, é preferível não intervir e ficar atento à evolução.
6. Falso. Arrefeça a zona queimada com água corrente fria ou morna durante 15 minutos. Não aplique nada sobre a lesão. Se esta for profunda ou extensa, consulte o médico.
7. Verdadeiro. A água oxigenada é eficaz a eliminar microrganismos de superfícies e pele intacta, mas não deve ser usada em feridas abertas: pode irritar a zona afectada e piorar a lesão.
8. Falso. Está provada a eficácia da vacina para meninas e mulheres entre os 9 e os 26 anos, desde que tomada antes do início da vida sexual. Em Portugal, o Plano Nacional de Vacinação prevê a aplicação gratuita aos 13 anos, no centro de saúde. Até 2011, serão ainda vacinadas as raparigas com 17 anos. Por exemplo, até Dezembro próximo, serão chamadas as que nasceram em 1992.
9. Verdadeiro. O preservativo feminino protege contra doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada. É menos propenso a romper e menos alergénico do que o masculino de látex, mas mais difícil de colocar. Não deve ser usado por mulheres com canal vaginal muito estreito, deslizamento do útero para este canal ou anomalias genitais.