1. Verdadeiro. Em tecidos semelhantes, o preto, azul e vermelho escuros absorvem mais radiação ultravioleta do que as cores claras. A roupa seca também é mais eficaz do que a molhada.
2. Verdadeiro. As defesas de um alérgico, quando detectam, por exemplo, pólenes ou ácaros identificam-nos como agressores e tentam eliminá-los, através de tosse e espirros, entre outros.
3. Verdadeiro. A vacina da hepatite B faz parte do Programa Nacional de Vacinação, mas alguns adultos não estão protegidos. Fale com o seu médico sobre utilidade da vacina no seu caso.
4. Falso. Se sentir alguma reacção adversa enquanto toma um medicamento, deve informar um profissional de saúde, a quem cabe alertar o Infarmed. A notificação directa pelo paciente já é possível noutros países, como a Inglaterra, e permite combater o baixo nível de declaração dos profissionais e avaliar melhor a frequência das reacções adversas.
5. Falso. Investigadores italianos, baseados em estudos com animais, afirmaram que o aspártamo estava associado a vários tipos de cancro. Em 2006, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos concluiu não haver razões para alarme. Entretanto, várias investigações demonstraram que é seguro.
6. Falso. Os profissionais do Serviço Nacional de Saúde não podem recusar cuidados. O tratamento de problemas que afectam a saúde pública, como a sida, o acompanhamento durante a gravidez e a vacinação são gratuitos. Os restantes podem ou não ser pagos, consoante a situação financeira do doente. Se tiver conhecimento de recusa de cuidados, pode denunciar à Entidade Reguladora da Saúde e à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde.
7. Verdadeiro. Os produtos com factor de protecção inferior a 15 não protegem do cancro, segundo a Organização Mundial de Saúde. Se a pele for muito clara ou ficar, por exemplo, com manchas ou ardor quando se expõe à luz do Sol, convém optar por um factor com índice alto ou muito alto. O mesmo se recomenda no caso das crianças.
8. Verdadeiro. Os supositórios e os cremes são os mais sensíveis a temperaturas elevadas. Caso note alterações na aparência ou consistência destes ou outros fármacos, não use sem falar com o médico ou farmacêutico. Respeite as indicações de conservação.
9. Verdadeiro. A insulina deve seguir na cabine do avião, já que no porão pode congelar. Para não ter problemas no aeroporto, convém pedir uma declaração médica a indicar a sua necessidade, em português e inglês. Deve ainda seguir as regras para o transporte de líquidos: as embalagens com 100 ml ou mais (até 1 litro) têm de ser acondicionadas num saco de plástico transparente fechado.