Logotipo da DECO/PRO TESTE
 
rule: Anonymous
Se já está registado faça o seu login
Nome de utilizador
Palavra-passe
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe?
 
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe
Especial
SOS Poupar
TDT
Eletricidade sem extras
Afinsa
Protocolos
Avaliação da habitação
Cartão de crédito
Corretagem on-line
Poupança-reformado
PPR
Radão
Reparação automóvel
Seguro auto e mota
Solares de Portugal
Tempos livres
Vantagens para seniores
Ferramentas
Simuladores
Testes comparativos
Proteste Auto
Comparar e Poupar
Guias práticos
Alertas
Conselhos financeiros
da DECO PROTESTE


Termas: lei desadequada

Edifícios degradados e com acessos difíceis, falhas ao nível da afixação de preços e horários, custos elevados e uma lei desactualizada foram alguns dos problemas encontrados pela TESTE SAÚDE, num estudo sobre as estâncias termais portuguesas, publicado na sua edição de Maio/Junho.

Para este estudo, aquela revista de consumidores dedicada a temas de saúde enviou um questionário às 34 estâncias termais que se encontravam em funcionamento em 2002 e visitou oito das mais frequentadas: Caldas de Chaves, Caldas da Felgueira, Caldas do Gerês, Termas de Caldelas, Termas da Curia, Termas de Monte Real, Termas de São Pedro do Sul e Termas de Cabeço de Vide.

Nas suas visitas, a equipa da TESTE SAÚDE encontrou edifícios degradados e/ou com problemas de acesso em quatro termas: em Caldelas, o edifício, além de antigo, tem muitas escadas; nas Caldas do Gerês, as queixas centram-se, sobretudo, na existência de barreiras à passagem de cadeiras de rodas, nos corredores; no edifício termal de São Pedro do Sul, as instalações e equipamentos são antigos e estão pouco cuidados; em Cabeço de Vide, além de o edifício ser antigo e estar em mau estado de conservação, o piso estava sempre molhado e escorregadio, com o inevitável risco de quedas.

Ao nível do serviço, as falhas encontradas centram-se, sobretudo, na afixação de preços e horários. Os preços não se encontravam afixados nas termas Caldas de Chaves, enquanto que os horários não constavam nas termas de Cabeço de Vide (recepção e balneário), do Gerês e da Curia (balneário e consulta médica) e, ainda, nas Caldas da Felgueira (consulta médica).

Em relação aos preços, as respostas das termas ao questionário da TESTE SAÚDE demonstram uma grande disparidade de valores: a inscrição na estância pode custar entre 10 e 52 euros e a consulta médica, entre 21 e 33 euros; quanto aos tratamentos, uma hidromassagem pode custar entre 3,60 e 11 euros, um duche vichy, entre 1,60 e 6 euros…

Uma estada de 14 ou 21 dias nas termas, com apenas dois tratamentos por dia, podem ascender a 250 e 355 euros, respectivamente. Se lhe juntarmos o alojamento e a alimentação, os custos podem atingir 500 ou 1000 euros.

De acordo com a revista TESTE SAÚDE, "se as termas precisam de fazer algumas afinações ao nível do funcionamento, para melhor servirem os utentes, a legislação que as rege precisa de um autêntico banho regenerador". Assim, a DECO/PRO TESTE considera fundamental:

  • Uma clarificação da lei no que se refere à frequência para realizar as análises à água e às entidades a quem devem ser enviados os resultados. Os consumidores exigem ainda que se torne obrigatória a afixação dos resultados destas análises à entrada das termas, para que possam verificar a qualidade das águas que vão utilizar.
  • O esclarecimento do capítulo relativo às vocações terapêuticas. Em 2001, foi criada uma Comissão Técnica, que, entre outras coisas, deveria definir uma metodologia para avaliar os benefícios terapêuticos, só que… ainda não entrou em funções. É urgente que esta comissão comece a trabalhar, para que os consumidores saibam o que realmente podem esperar dos tratamentos termais.
  • O estabelecimento de qualificações mínimas para o pessoal técnico, em função das vocações das termas. Actualmente, só existe enquadramento legal para os directores clínico e técnico.
  • O enquadramento legal das termas como espaços promotores da saúde e bem- -estar, abrindo caminho, por exemplo, à oferta de programas de descanso e de lazer (e não apenas de "curas termais"). Esta será certamente uma boa forma de os consumidores beneficiarem das estâncias termais, sem estarem vinculados a tratamentos mais ou menos rígidos.

| Teste Saúde n.º 43 - Maio/Junho de 2003 - Páginas 9 a 13 |

28.04.2003

Leia outros   comunicados

 
 
  Deco Proteste   Publicações   Ferramentas   Multimédia   Arquivo
 
  Contactos   Proteste   Simuladores   Animações   Artigos Acompanhe-nos
  Quem somos   Dinheiro & Direitos   Proteste Auto   Fotogalerias   Dossiês
  Perguntas frequentes   Teste Saúde   Comparar e Poupar   Vídeos   Dicas
DECO PROTESTE no Facebook  DECO PROTESTE no Twitter  DECO PROTESTE no YouTube  DECO PROTESTE RSS
  Protocolos   Guia Fiscal           Comunicados
  SOS Consumidor   Guias práticos            
  Proteste Investe   Miniguias              
 
© 2011 DECO PROTESTE. Independente | Credível | Perto de si