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Pode entregar radiografias com mais de 5 anos ou sem valor de diagnóstico na farmácia durante todo o ano.
As radiografias constituem resíduos perigosos por conterem prata, um metal pesado, contaminante de solos e águas subterrâneas. Recuperar estes resíduos é a opção mais sustentável: permite associar poupança na extração de nova matéria-prima ao valor gerado na reutilização da prata.
Não há uma rede específica para gerir a recolha de radiografias, pelo que as farmácias e a AMI têm desenvolvido campanhas de sensibilização. Neste momento, decorre a 16.ª edição da Campanha de Reciclagem de Radiografias, que incentiva à entrega de radiografias com mais de 5 anos ou sem valor de diagnóstico em qualquer farmácia. A iniciativa termina a 5 de julho, mas pode entregar as radiografias de que não necessita durante todo o ano.
A primeira iniciativa data de 1996, quando se registou a maior quantidade de radiografias recolhidas, cerca de 150 toneladas. De 1996 até 2010, foram recolhidas aproximadamente 1200 toneladas. As radiografias são vendidas a empresas que tratam da sua valorização, que consiste sobretudo na extração da prata. Por cada tonelada de radiografias tratadas, obtêm-se cerca de 10 kg de prata.
Última atualização em junho de 2011
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