Os planos de poupança-reforma e educação (PPR/E) foram criados com o objectivo de incentivar os contribuintes a constituírem complementos de reforma que não dependam das prestações do Estado ou a financiarem o ensino superior profissional.
No entanto, os benefícios fiscais que proporcionavam, e que faziam deles produtos atractivos, foram extintos no final de 2004, pelo que, a menos que as entidades gestoras reduzam os encargos e tornem este produto mais rentável, a verdade é que não haverá grande interesse em investir nele.
Sem o benefício fiscal, os PPR/E são, em média, pouco rentáveis, têm custos superiores aos de outros produtos (fundos de obrigação euro e mistos, por exemplo) e fortes restrições na mobilização do saldo.