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Pírcingues e tatuagens: à espera da lei

A DECO apresentou, quarta-feira, uma campanha informativa sobre pírcingues e tatuagens, na Escola Secundária António Arroio, em Lisboa. Através de folhetos e “spots” na rádio, a associação de consumidores pretende alertar os jovens para os riscos de saúde destas práticas e os cuidados a ter na escolha dos locais para efectuá-las.

A campanha, que decorre até ao fi m de Junho, surge na sequência de um estudo revelador de grandes falhas na informação prestada pelos estabelecimentos que aplicam pírcingues e fazem tatuagens.

Para esta investigação, a associação de consumidores enviou colaboradores anónimos a 22 estabelecimentos de Albufeira, Faro, Lisboa e Porto. Estes apresentavam-se como clientes que pretendiam fazer um pírcingue ou uma tatuagem e procuravam esclarecimentos sobre os cuidados a ter e os procedimentos a seguir.

No total, a equipa da DECO fez 39 visitas e recebeu informação insatisfatória em 26. “Os profi ssionais falharam, sobretudo, por falta de interesse em conhecer o estado de saúde dos clientes e não explicarem os potenciais riscos associados a estas práticas”, denuncia a edição de Junho da TESTE SAÚDE.

Estas duas questões são essenciais. Os pírcingues e tatuagens não são aconselháveis, por exemplo, para quem sofre de problemas de pele, alergias aos pigmentos ou aos metais, hemofi lia, epilepsia ou tende a fazer cicatrizes de relevo. Quanto aos riscos para a saúde, podem ir de infecções cutâneas até hepatites ou sida, se o material não for descartável ou esterilizado, passando por hemorragias e cicatrizes.

O Hot Flame, de Sacavém, foi o único a fornecer uma boa informação ao cliente que pretendia fazer a tatuagem. Mas, no pírcingue, obteve uma classifi cação negativa. Ou seja, parece não haver uma política defi nida para a informação fornecida. Tudo dependerá da pessoa que tiver a sorte ou azar de encontrar.

No caso dos pírcingues, a falta de informação é mais fl agrante. Quase todos os profi ssionais reprovaram nas indicações sobre os cuidados a ter durante a cicatrização. Apenas o Estúdio Temple Tatoo, de Lisboa, foi exemplar. O Chef Tattoo e o Body Blue, de Albufeira, não mencionaram a questão.

| TESTE SAÚDE n.o 55 – Junho/Julho de 2005 – páginas 18 a 21 |

25.05.2005

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