Pílula do dia seguinte para emergências
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A contracepção de emergência deve ser tomada até 3 ou 5 dias após uma relação sexual desprotegida, mas não como método regular para impedir a gravidez.
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A pílula do dia seguinte destina-se situações excepcionais, como os casos em que o preservativo se rompe ou a mulher se esquece de tomar o contraceptivo habitual e está no período fértil. Pode atrasar a ovulação, impedir a fecundação ou evitar que o ovo se fixe na parede do útero. Não interrompe uma gravidez já existente, nem protege de doenças sexualmente transmissíveis.
Há duas marcas de venda livre e uma com receita médica. As primeiras devem ser tomadas até 72 horas após a relação sexual e a segunda, até 5 dias. Em ambos os casos, quanto mais cedo for administrado o medicamento maior a eficácia.
O dispositivo intra-uterino também funciona como contracepção de emergência, se colocado até 5 dias após a relação sexual. Deve ser aplicado por um profissional de saúde experiente e pode permanecer no útero durante 5 anos, como contraceptivo regular.
Este texto respeita o novo acordo ortográfico
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