|
A PROTESTE POUPANÇA analisou 45 preçários de 23 intermediários e concluiu que a oferta on-line compensa: pode reduzir até 60% nos custos mesmo sem mudar de instituição.
Para quem compra e vende acções, a principal preocupação é escolher títulos rentáveis. Mas convém analisar também as despesas de corretagem. O preço varia bastante em função do intermediário, mas a escolha acertada permite poupar várias centenas de euros por ano, revela o boletim financeiro da DECO PROTESTE.
Para aceder ao estudo completo, informação sobre 200 títulos e condições do protocolo, consulte o portal financeiro. Aqui, pode simular o serviço de corretagem mais barato para o seu perfil. Se vai dar os primeiros passos em Bolsa, veja o vídeo com conselhos práticos.
A iTrade, da Orey Financial, cobra menos € 255 a € 1887 por ano face ao intermediário mais caro, consoante seja um investidor menos ou mais activo. Para associados da DECO, o protocolo negociado com o Banco Carregosa também pode ser uma boa opção: o facto de cobrar comissões de transacção mais baixas do que os concorrentes tornam-no apetecível.
A análise da PROTESTE POUPANÇA revela ainda problemas na actividade de corretagem: preçários confusos, desajustados das condições de mercado e, nalguns casos, nem sempre de acordo com as regras da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários; e elevadas comissões de transferência e pela guarda de títulos, sobretudo estrangeiros.
Para garantir investimentos conscientes e a livre concorrência entre serviços, aquele boletim financeiro exige uma maior uniformização dos preçários. Os custos deveriam ser apresentados já com o valor final, evitando-se as inúmeras alíneas de encargos adicionais que apenas confundem os investidores.
27.01.2010
|