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Com os limites aos benefícios fiscais, não é vantajoso subscrever ou reforçar um plano de poupança-reforma. Comparámos várias categorias e outros produtos para indicar a melhor opção consoante a idade do aforrador.
Os cortes orçamentais acabaram com o atrativo destes produtos, ou seja, os benefícios fiscais. Escaparam apenas os dois primeiros escalões (até € 4898 e entre este valor e € 7410). Só quem tem um rendimento próximo do salário mínimo usufrui de deduções intactas. Mas é pouco provável conseguir poupar para a reforma dado o parco rendimento. Além disso, incluem-se nestes limites todas as despesas com benefícios fiscais (seguros, donativos e energias renováveis). Se, por exemplo, tiver um seguro de vida pelo crédito à habitação, já não conseguirá usufruir do benefício fiscal dos PPR.
Mantém-se o benefício fiscal à saída. O imposto aplicado ao rendimento é de 8,6%, desde que respeitadas as condições de resgate. De contrário, a taxa é de 21,5 por cento.
Confira a análise completa aos PPR e as alternativas mais rentáveis no portal PROTESTE POUPANÇA.
Não deixe de poupar para a reforma
Sem benefícios fiscais, os PPR não passam de fundos de investimento com custos elevados. Continue a investir na reforma, mas mude de estratégia. No caso de ser detentor de um PPR ou certificados de reforma, não faça novas entregas. Se escolheu mal o seu PPR, poderá transferir para outro mais rentável e com menos comissões.
Os restantes aforradores devem optar por aplicações com maior liquidez, menos custos e rendimento semelhante ou superior:
- se tem até 50 anos, escolha fundos mistos, com uma estratégia mais diversificada, ou uma carteira de fundos;
- a partir dos 50, os certificados do Tesouro são a melhor opção. Garantem o capital, não têm custos e rendem, em fevereiro, 4,6%, a 5 anos, e 5,2%, a 10 anos.
Última atualização em fevereiro de 2011
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