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O pessimismo dos leitores da PROTESTE POUPANÇA agravou-se no último trimestre de 2010. Com exceção das ações, as quedas dominaram nos vários indicadores.
O final de 2010 foi marcado pelo anúncio de mais medidas de austeridade para diminuir o défice, suficiente para atingir a confiança dos leitores e dos portugueses em geral. O indicador PROTESTE POUPANÇA passou de 85 para apenas 67 pontos, um dos valores mais baixos desde 2002.
Imobiliário: este indicador continua afastar-se da fasquia dos 100 pontos, agora também pela maior dificuldade no acesso ao crédito, spreads mais elevados e expectativa de subida da taxa de juro diretora do Banco Central Europeu.
Ações: a Bolsa esteve em forte alta em outubro, mas sofreu uma queda substancial no mês seguinte. Em 2011, o indicador subiu apenas de 92 para 93 pontos. Além disso, desde o final de 2009, regista um valor inferior a 100, ou seja, as intenções de venda de ações superam as de compra.
Depósitos e contas-poupança: as intenções de investimento em produtos de baixo risco continuam em terreno positivo, sobretudo devido à necessidade de recursos face ao endividamento e aos certificados do Tesouro com taxas mais atrativas. Mas não evitaram a queda do indicador de 108 para 103 pontos.
O indicador de confiança da PROTESTE POUPANÇA baseia-se num inquérito telefónico trimestral a 300 leitores. Pretende captar as expectativas sobre o futuro próximo da situação financeira e das intenções de investimento. Os valores variam entre 0 (nenhuma confiança) até 200 (confiança inabalável). Saiba mais sobre este indicador no portal financeiro PROTESTE POUPANÇA.
Última atualização em fevereiro de 2011
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