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A maioria dos produtos rende menos do que a média anual dos melhores depósitos para o mesmo período.
Os ICAE assumem a forma de depósito ou obrigação de caixa, com promessas de ganhos elevados e pouco risco, entre 1 e 5 anos. Regra geral, a rendibilidade depende de outros instrumentos ou activos, como índices bolsistas ou valores mobiliários. Mas a diversidade é enorme e o risco exige uma avaliação caso a caso. Consulte o estudo a 10 produtos da nossa equipa financeira PROTESTE POUPANÇA.
Top 5, Top 6, Top 9 e Top 10
Obrigações de caixa a 2 anos, do Millennium bcp, com remuneração garantida de 2%, 3% e 4% nos primeiros três semestres. No último, dependia da evolução de todas as acções do cabaz (mais 5%, 6%, 9% e 10%), o que não aconteceu.
Escalada Mundial 18%
Obrigações de caixa a 3 anos, do Millennium bcp, com remuneração garantida de 3 por cento. Acresciam 3% a partir do segundo semestre se os índices DJ Euro Stoxx 50, Nikkei 225, S&P 500 e Hang Seng valorizassem. Beneficiou de um período favorável às Bolsas e foi dos poucos a pagar o previsto: 4,6% líquidos.
Investimento 5%
Obrigações de caixa a 3 anos, do Millennium bcp, com rentabilidade garantida de 5% na emissão. Pagava mais 10% no fim se os índices DJ Euro Stoxx 50, FTSE 100, SMI, Nasdaq 100, Nikkei 225 e S&P 500 valorizassem. Beneficiou de um período favorável às Bolsas e pagou mais € 5 por título (4% líquidos).
Euro Brasil Capital Protegido
Obrigação a 5 anos do Banif. Rentabilidade dependia de dois factores: República Federativa do Brasil pagar juros e/ou capital das obrigações emitidas ou a emitir durante o investimento e da evolução da Euribor a 6 meses. O Banif fez o reembolso antecipado em Maio de 2006 e mais nada pagou.
Cabaz Europa Japão
Aplicação a um ano e meio, cujo rendimento dependia dos índices DJ Eurostoxx50 e Nikkei 225. Garantia 95% do capital investido. Em Junho de 2007, pagou 3,4% líquidos.
América UP
Aplicação a 3 anos do Banco Big, com capital garantido. Pagava 60% da valorização do índice bolsista S&P 500. No cálculo, era considerada a média aritmética das cotações de fecho trimestrais nos últimos 2 anos da aplicação. Em Janeiro de 2008, entregou aos subscritores 3,15% brutos (0,8% líquidos ao ano).
Última atualização em setembro de 2009
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