Logotipo da DECO/PRO TESTE
 
rule: Anonymous
Se já está registado faça o seu login
Nome de utilizador
Palavra-passe
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe?
 
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe
Especial
SOS Poupar
TDT
Eletricidade sem extras
Afinsa
Protocolos
Avaliação da habitação
Cartão de crédito
Corretagem on-line
Poupança-reformado
PPR
Radão
Reparação automóvel
Seguro auto e mota
Solares de Portugal
Tempos livres
Vantagens para seniores
Ferramentas
Simuladores
Testes comparativos
Proteste Auto
Comparar e Poupar
Guias práticos
Alertas
Conselhos financeiros
da DECO PROTESTE


Bolsas em recuperação, Euro em queda

Nas Bolsas, a expectativa que a economia americana se encontra no bom caminho impulsionou a generalidade dos mercados durante o mês de Agosto. Nos câmbios, o euro recuou face às principais divisas internacionais, prejudicado pela estagnação que assola o Velho Continente. Por fim, nas aplicações sem risco, a taxa base dos Certificados de Aforro subiu apenas ligeiramente, em sintonia com a evolução em alta das taxas de juro de curto de prazo.

Rendimento Garantido:

Taxa base dos Certificados sobe, mas pouco! A taxa base dos Certificados de Aforro subiu, em termos brutos, de 1,85% para 1,93%, para as novas subscrições e renovações a ocorrer durante o mês de Setembro. No entanto, em termos líquidos, a taxa base ronda ainda 1,5%.

Taxas de câmbio:

Euro recua face às principais divisas. O mau desempenho da economia europeia levou à depreciação do euro face às principais divisas, com destaque para o dólar americano e o iene nipónico.

Mercados bolsistas:

Verão quente nas bolsas. Os mercados bolsistas continuam em alta e, um pouco por todo o lado, foram alcançados novos máximos anuais. Na Europa, as bolsas beneficiaram do recuo do euro face ao dólar, do entusiasmo provocado pelos sinais de retoma da economia americana e pela apresentação, globalmente satisfatória, dos resultados semestrais. No entanto, prudência continua a ser a palavra de ordem.

 

Rendimento Garantido

Em Agosto, as taxas dos depósitos mantiveram-se arrefecidas e sem grandes alterações. Apenas o Banco Best aproveitou o período estival para reduzir as remunerações dos depósitos entre 0,4% e 0,5%, em claro contraste com a subida das taxas de juro do mercado. Actualmente, a remuneração líquida de um depósito de 5.000 euros a um ano varia entre 0,3% (BES) e 1,9% (BNC). As taxas indicadas a seguir, estão em termos anuais líquidos (TANL):

Banca online

  • Surgiu o DP Interactivo, um depósito a seis meses do Banco Português de Negócios exclusivo para os clientes do serviço homebanking. Rende 2,2% para aplicações superiores a € 500 e 2,8% para montantes superiores a € 10.000.
  • O Super Depósito, da Bigonline, para o prazo de três meses, remunera a 3% o saldo até 5.000 euros. O remanescente é remunerado à taxa Euribor a três meses (1,8% actualmente).

Banca tradicional. Para depósitos a um ano, o Banco Nacional de Crédito Imobiliário (BNC), proporciona 1,9% ao ano com a conta Imoprazo para um montante mínimo de 5.000 euros. Se tem menos capital e pretende um depósito para um prazo inferior (até seis meses) pode optar pela Conta MG 24 do Montepio Geral. O montante mínimo é 125 euros e pode personalizar o prazo entre um a seis meses. A remuneração é feita sempre à taxa líquida de 1,6%.

Certificados de Aforro. A taxa base líquida dos Certificados de Aforro, para as novas subscrições ou renovações a ocorrer no mês de Setembro, é de 1,5%. No entanto, verificou-se já uma pequena subida da taxa bruta, passando de 1,85% para 1,93%, devida à recuperação da Euribor nos diferentes prazos. Após os primeiros seis meses, têm um prémio de permanência semestral de 0,2% líquidos até ao limite de 1,6%. Tal significa que a partir do quinto ano usufrui de um prémio de 1,6% acrescido à taxa base em vigor.

Certificados de Aforro

Taxa base (1)

Prémio de permanência (2)

1,5%

0,2%

Fonte: Poupança Quinze
(1) Taxa anual nominal líquida garantida por três meses, para os certificados subscritos em Setembro de 2003 ou que iniciem um novo período de contagem de juros. (2) Taxa anual líquida a adicionar, por cada semestre decorrido, à taxa base, com início no segundo semestre e até um máximo de 1,6%.

Depósitos a Prazo (1)

Taxa média (2)

Melhor taxa (3)

1%

1,9%

Fonte: Poupança Quinze
(1) Taxas anuais nominais líquidas para remunerar um depósito de 5.000 euros a um ano. (2) Média das taxas indicativas praticadas pelos bancos em 03/09/03. (3) Proporcionada pelo Banco Nacional de Crédito Imobiliário (Imoprazo).

 

Câmbios, Inflação e Taxas de Juro

Com a chegada do Verão surgiram os primeiros sinais de retoma além-Atlântico e o euro foi principal prejudicado, perdendo terreno para o dólar americano e as principais divisas internacionais. Todavia, o crescimento estimado de 3,1%, para o PIB americano no segundo trimestre, não é assim tão impressionante. É verdade que o investimento privado regressou, mas o crescimento foi sobretudo fruto da subida exponencial das despesas militares (o maior crescimento desde 1951!). Se a principal economia do mundo está no caminho do crescimento, tem sido graças à guerra no Iraque. Mas o reverso da medalha passa, em 2003, por um défice orçamental recorde. Em 2004, espera-se que o défice atinja 500 mil milhões de dólares, um valor comparável ao PIB da Coreia ou do Brasil (12ª e 13ª economias mundiais em 2002).

Mas se há dúvidas quanto ao crescimento económico americano, o mau momento da Europa é uma certeza. O crescimento na Alemanha, França, Itália, Holanda e Bélgica recuou devido à débil procura interna e as exportações não ajudaram, tendo sido prejudicadas pela subida do euro até meados de Junho, a crise de pneumonia atípica e o conflito iraquiano.

Com este fraco desempenho e com a inflação sob controle, o Banco Central Europeu deverá proceder a um novo corte das taxas de juro directoras. De qualquer forma, a retoma na Europa parece depender, cada vez mais, da evolução económica dos EUA do que nas suas próprias políticas orçamentais e monetárias. E tal dependência da procura externa torna qualquer recuperação muito mais frágil.

 Câmbios em 29/08/03

Cód. ISO

Moeda

Câmbio
em euros

Variação face ao euro
(em %)

Flutuações

Perspectivas (1)

1 mês

1 ano

1 ano

Longo prazo

GBP

Libra esterlina

1.4407

0.1

-8.7

Moderadas

-

-

CHF

Franco suíço

0.6503

0.5

-4.3

Reduzidas

-

+

DKK

Coroa dinamarquesa

0.1347

0.1

0.0

Reduzidas

=

=

SEK

Coroa sueca

0.1089

0.7

0.3

Moderadas

+

++

NOK

Coroa norueguesa

0.1215

0.9

-10.0

Moderadas

-

=

USD

Dólar americano

0.9108

2.5

-10.7

Elevadas

-

-
CAD

Dólar canadiano

0.6566

4.1

0.5

Elevadas

+

++

AUD

Dólar australiano

0.5895

2.4

5.0

Elevadas

+

+

JPY

Iene japonês (100)

0.7806

5.9

-9.2

Elevadas

-

+

Fonte: Poupança Quinze
(1) -- forte depreciação; - ligeira depreciação; = estável; + ligeira apreciação; ++ forte apreciação.

 Taxas em 29/08/03

 

Cód. ISO

Inflação (1)

Taxas de juro a 3 meses

Taxas de juro a 10 anos

(%)

Mês

Valor em (%)

Tendência (2)

Valor em (%)

Tendência (2)

EUR

2.1

Ago

2.15

-

4.09

+

GBP

2.9

Jul

3.59

=

4.58

+

CHF

0.3

Jul

0.23

=

2.52

=

USD

2.1

Jul

1.11

=

4.27

+

CAD

1.8

Jul

2.81

=

4.76

=

AUD

2.7

Jun

5.01

=

5.45

=

JPY

-0.2

Jul

-0.03

=

1.26

=

Fonte: Poupança Quinze
(1) Variação dos preços face ao mesmo mês do ano anterior. (2) - diminuição; = estável; + subida.

 

Mercados bolsistas

Há já algum tempo que não assistíamos a um Verão tão ensolarado nas Bolsas. Paris, Frankfurt, Nova Iorque… desembaraçaram-se do clima económico deprimido, com a expectativa de que os sinais estimulantes divulgados nos Estados Unidos se repercutirão sobre as economias do Velho Continente, nomeadamente via exportações. Contudo, e apesar do bom comportamento das Bolsas, a prudência deverá continuar a estar presente. Se a retoma parece bem encaminhada, os desequilíbrios da economia americana constituem um factor de risco quanto à durabilidade e amplitude dessa mesma recuperação. As empresas não se mostram particularmente optimistas e permanecem prudentes nas suas declarações. E um bom número delas recusam-se mesmo a fazer prognóstico para o resto do ano em curso.

Numa análise por sectores, aqueles mais sensíveis à conjuntura foram os que mais subiram no último mês. Os semicondutores ganharam 15,6% impulsionados pelo gigante Intel (+37,4% nos últimos dois meses), que anunciou não apenas bons resultados mas também reviu em alta as suas expectativas para este ano. Outro sector altamente cíclico, o automóvel, registou uma forte subida em Agosto (+8,9%). Apesar de afectado pelo receio de perda de competitividade das empresas europeias por causa da força do euro, a recuperação parcial do dólar em Agosto deixa antever uma recuperação do sector e uma retoma das exportações. Também os grupos de distribuição evoluíram em alta (+8% na Europa) beneficiando dos sinais de retoma do consumo privado.

Na cauda do pelotão, terminaram os títulos do sector financeiro, condicionados ainda pela desvalorização das suas carteiras e pelo risco de alguns terem que efectuar aumentos de capital. Por fim, o sector farmacêutico, igualmente menos sensível à economia, e cuja concorrência crescente tem afectado os resultados de vários grupos, não conseguiu aproveitar o clima positivo de mercado e encerrou o mês no vermelho. Em Portugal, enquanto decorre a época de apresentação de resultados, que globalmente não tem desiludido, o PSI-20 valorizou 3,8%, liderado pela PT e pelo BCP que fecharam, cada um, com um ganho mensal superior a 10%.

 Bolsas em 29/08/03

Bolsa (1)

Evolução no último mês (2)

Evolução nos últimos doze meses (2)

Índice de sobre/sub valorização (3)

Price/Earnings médio do último exercício (4)

Price/Earnings médio do exercício em curso (4)

Euronext Lisboa

3.8%

-2.0%

-0.3

16.3

16.2

Eurnonext Amesterdão

3.8%

-6.0%

0.1

16.8

14.3

Euronext Bruxelas

2.1%

-2.1%

-0.5

20.1

12.5

Euronext Paris

3.5%

4.6%

0.7

94.4

18.9

Frankfurt

1.5%

-0.8%

1.0

31.4

21.9

Londres

2.1%

-4.1%

-0.6

49.5

21.0

Madrid

1.3%

13.2%

0.2

18.7

15.4

Milão

0.4%

3.0%

0.1

24.6

18.1

Nova Iorque

4.7%

1.1%

0.5

53.8

19.3

Sidney

5.7%

12.51%

-0.5

--

--

Tóquio

13.0%

-2.7%

1.7

--

--

Zurique

2.2%

-3.8%

0.3

55.2

19.3

Fonte: Poupança Acções
(1) Índices Datastream, excepto Lisboa (PSI 20). (2) Em euros. (3) Um valor do índice inferior a -0,5% indica que a bolsa está subvalorizada, entre -0,5 e 0,5 que está a um nível correcto e mais de 0,5 que está sobrevalorizada. Este índice considera as taxas de juro de longo prazo, a taxa de câmbio e o risco associado a cada Bolsa. (4) Cotação/Lucros correntes (sem elementos excepcionais).

05.09.2003

Leia outros   comunicados

 
 
  Deco Proteste   Publicações   Ferramentas   Multimédia   Arquivo
 
  Contactos   Proteste   Simuladores   Animações   Artigos Acompanhe-nos
  Quem somos   Dinheiro & Direitos   Proteste Auto   Fotogalerias   Dossiês
  Perguntas frequentes   Teste Saúde   Comparar e Poupar   Vídeos   Dicas
DECO PROTESTE no Facebook  DECO PROTESTE no Twitter  DECO PROTESTE no YouTube  DECO PROTESTE RSS
  Protocolos   Guia Fiscal           Comunicados
  SOS Consumidor   Guias práticos            
  Proteste Investe   Miniguias              
 
© 2011 DECO PROTESTE. Independente | Credível | Perto de si