O movimento associativo em Portugal teve um grande desenvolvimento com a adesão do País à União Europeia. As principais organizações existentes ganharam força e novas associações surgiram, começando a abordar novos temas e a implementar cada vez mais acções. As organizações portuguesas passaram a participar em instâncias internacionais, na área da defesa do consumidor, designadamente no Conselho Consultivo dos Consumidores da Comunidade Europeia.
Os movimentos dos consumidores têm vindo a reforçar internacionalmente a sua influência institucional, participando em processos legislativos, denunciando problemas, mediando e resolvendo conflitos, sensibilizando e informando o público.
Em muitos países, a sua intervenção tem vindo a favorecer o desenvolvimento de novas formas de cidadania, de acesso à justiça (acções colectivas e protecção de interesses colectivos, por exemplo), de protecção de direitos, de promoção de solidariedade social e ambiental. As associações de consumidores desempenham hoje um papel determinante no equilíbrio entre as forças existente.