Depósitos a prazo: últimas análises

Depósitos a prazo: é melhor subscrever um produto a curto prazo (até 12 meses) ou apostar no médio/longo prazo? Esclareça todas as dúvidas nas nossas análises.



Análises mais recentes

Ilusões de taxa crescente

Os bancos promovem juros que crescem até 6,2%, mas, na realidade, o rendimento anual dos depósitos de taxa crescente não ultrapassa a barreira dos 3,4%.

Superdepósitos: taxas caíram até 2%

O Banco de Portugal voltou a limitar as taxas de juro dos depósitos a prazo. Os limites para as taxas indicativas foram reduzidos e os superdepósitos são os primeiros a ser afetados.

Travão nas taxas – parte II

No início deste mês foi publicada uma nova instrução do Banco de Portugal que visa canalizar as poupanças para prazos maiores.

Diferenças até 200 euros

Há bancos que continuam a remunerar os depósitos dos seus clientes a taxas muito próximas de zero. Para cinco mil euros a um ano encontrámos diferenças de 200 euros nos juros.

Projeto de diretiva: fundo de garantia de depósitos

Está a ser elaborado um projeto de diretiva europeia para uniformizar os sistemas de garantia de depósitos dos Estados-membros da União e melhorar a sua eficácia.

Taxa crescente, mas pouco

Os depósitos de taxa crescente continuam a ser uma aposta forte dos bancos. Mas, atenção: o rendimento efetivo fica abaixo da inflação prevista.

Teste prático: depósito a prazo em dólares

O processo de constituição de um depósito a prazo numa moeda estrangeira é longo e complexo. O tempo perdido não é justificado pelas baixas taxas de juro a receber.

Abaixo de 4,3%, não!

O Banco de Portugal subiu a estimativa da inflação para este ano de 2,4% para 3,2 por cento. Para que as suas poupanças não percam valor, não aceite depósitos abaixo de 4,3 por cento.