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Patrícia Costa, 35 anos, pagou um serviço de Net no telemóvel que nunca ativou. Quase 2 anos depois, a TMN devolve as cobranças indevidas.
De agosto de 2009 a maio de 2011, Patrícia Costa, 35 anos, empresária, da Parede (concelho de Cascais), pagou por um serviço de Internet da TMN no telemóvel que não ativou nem utilizou. Na fatura de maio do tarifário pós-pago, a mensalidade do desconhecido “Meo Total” custava 6,55 euros.
Depois de expor duas reclamações à TMN, esta mostrava-se irredutível e assumia apenas o erro nos últimos 5 meses. Patrícia desconhecia o valor total do que tinha pago indevidamente desde agosto de 2009. A leitora pediu a nossa intervenção.
Três semanas após o nosso contacto, a TMN garantiu já ter desativado o serviço de Internet no final de maio e informou que iria creditar o valor de 22 mensalidades do “Meo Total” na próxima fatura. Um mês e meio depois, a nossa associada alertou-nos que só tinha recebido um crédito de cerca de 77 euros.
Nas contas de Patrícia, deveria receber € 144, o equivalente a 22 mensalidades de 6,55 euros. À segunda volta, a TMN reforçou as justificações e enviou à leitora uma carta detalhada: Patrícia recebeu € 62,62 mais IVA. A diferença devia-se a ter “beneficiado” de um ano gratuito e às oscilações do IVA.
Desative o acesso automático à Net no telemóvel e configure-o para manual, para evitar ligações acidentais. Controle o tráfego de dados. As operadoras enviam alertas quando se aproxima do limite. Algumas permitem barrar o acesso, esgotado o tráfego.
Última atualização em dezembro de 2011
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