Nem
sempre imprimem fotografias melhor do
que os modelos convencionais, mas, como são mais leves e
pequenas, pode
levá-las para todo o lado.
Para imprimir as fotografias captadas com a máquina
digital, tem
várias
opções: os laboratórios
fotográficos (lojas ou sítios na Net), as
impressoras
de jacto de tinta normais e multifunções, e as
impressoras fotográficas
portáteis. Esta última é a melhor
solução para quem quer imprimir as
fotografias na hora.
Pequenas
e práticas
As impressoras para fotografias são pouco
polivalentes,
servindo apenas
para imprimir fotografias e no formato 10x15. Destinam-se aos mais
“impacientes”, que não querem esperar
muito até obter a impressão das fotos.
Estes aparelhos podem ser divididos em duas categorias: de
sublimação térmica
ou de jacto de tinta. Os primeiros utilizam uma fita
plástica com sequências de
faixas de tinta de várias cores (amarelo, azual ciano,
magenta e preto). Os de
jacto de tinta usam os tinteiros a cores comuns.
Têm a vantagem de ser facilmente
transportáveis e de dispensarem o
recurso ao computador. Assim, sempre que vai de férias, pode
levar a impressora
consigo.
Pode passar as fotografias da máquina
fotográfica para a impressora
através do cartão de memória, por cabo
ou ligação sem fios. Ao imprimir
directamente da máquina fotográfica ou do
cartão, os ficheiros de fotografias
(correspondentes aos negativos tradicionais) serão
eliminados quando o cartão
receber novas fotografias. Por isso, se pensa fazer uma nova
impressão, o
melhor é gravá-las no computador, num CD ou DVD.
As ligações sem fios, via
infravermelhos ou bluetooth,
são interessantes para, por
exemplo, imprimir a
partir de um telemóvel com o mesmo tipo de
ligação.
Impressão
pode ser cara
O baixo preço de uma impressora não
é sinónimo de poupança. É
sobretudo o papel e a tinta que fazem abrir os cordões
à bolsa a longo prazo.
Uma impressora barata que gaste muitos consumíveis tem um
custo de utilização
elevado. Se já tiver uma impressora a cores
clássica ou uma multifunções e
estiver satisfeito com a qualidade e o custo das fotos obtidas,
só ganha em
comprar uma impressora portátil se precisar de a
transportar. Estes aparelhos
são práticos, mas a sua
utilização pode revelar-se dispendiosa.
O preço médio da impressão
é de 0,51 euros, superior ao dos
laboratórios
fotográficos (0,35 euros nas lojas físicas
e 0,48 euros na Internet).
A diferença é ainda maior ao imprimir
muitas fotos de uma só vez, pois
o preço nos laboratórios normalmente diminui
quando aumenta o número de
impressões. Além disso, tanto para os modelos
térmicos como para os de jacto de
tinta, a tinta e o papel são, em muitos casos, vendidos em
conjunto. Por vezes,
a tinta termina antes das folhas; noutros, o inverso. Em ambos,
representa um
desperdício de consumíveis, que acabam por
não ser usados.