Extratos bancários, recibos de seguros ou correspondência ajudam a identificar os bens de alguém que morreu. Se a estratégia falhar, há outras formas de obter estas informações.
O nosso inquérito a 1383 portugueses revela que 8 em cada 10 adultos já viveram experiências traumáticas. Emília Agostinho, da associação “A Nossa Âncora”, indica caminhos para ultrapassar a morte de um ente querido.