Não espere para agir
Se for vítima de violência doméstica ou conhecer alguém que o seja, é importante conhecer os seus direitos.
- Planeie uma acção para, em caso de emergência,obter apoio imediato. Além disso, é importante ter sempre à mão números para quem possa contactar. Mantenha, se possível, a calma.
- Contacte o 112 ou o 114, linha de emergência que garante à vítima abrigo por 48 horas.
- Com o bilhete de identidade, passaporte ou outro, dirija-se a uma esquadra da Polícia de Segurança Pública, posto da Guarda Nacional Republicana, piquete da Polícia Judiciária ou aos Serviços do Ministério Público para apresentar queixa-crime e exigir um comprovativo da queixa ou denúncia. Também pode fazê-lo por via electrónica, através do Ministério da Administração Interna (ver links úteis).
- Peça socorro ou procurar refúgio e auxílio de vizinhos ou outros, que poderão testemunhar.
- Procure ser tratado e observado num hospital, posto médico, centro de saúde ou num médico particular, ainda que não tenha sinais visíveis de agressão. Solicite o acompanhamento de um familiar ou amigo.
- Por uma questão de segurança, as moradas das casas de apoio não são divulgadas. Regra geral, as associações contra a violência e as autoridades encaminham as vítimas. O acolhimento ronda os 6 meses, mas pode prolongar-se até que conseguir, pelo menos, estabilidade económica.
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